
Biografia
Fábio Giusti
Fábio Giusti é professor de artes marciais e especialista em defesa pessoal e gerenciamento de conflitos. Ele conta que começou aos 12 anos pelo jiu-jitsu, arte em que é faixa-marrom e que diz ser a que mais ama. Também é preta de kickboxing, luva de prata no savate e preside a Federação Brasileira de Savate.
O que ele ensina começa antes da briga. Criou um protocolo com etapas de antecipação, evasão, alinhamento entre discurso e postura e elaboração depois do conflito. Conta que, perto do Natal, largou uma vaga no Barra Shopping diante de quatro homens, porque estava com o tendão do bíceps rompido e não via chance numa briga. Num acampamento em Trindade convenceu um amigo a não brigar com os locais. E gravou um vídeo com um aluno armado de faca de plástico suja de tinta para mostrar como é difícil desarmar alguém sem se cortar.
Aos 45 anos, diz ter muitas lesões e acha que aos 30 era mais perigoso, porém mais inseguro. Muitas lesões vieram de querer acompanhar os alunos mais novos no sparring, e hoje escolhe com quem treina conforme o dia.
A academia fica embaixo da casa dele. O irmão, 12 anos mais novo, também dá aula, os filhos o chamam de mestre no treino e vão treinar até os 18. Ele apoia um projeto social em Belford Roxo e conta que já parou uma aula para avisar que não aceitava desrespeito à família.
Biografia organizada por Gabriel Guimarães a partir de 1 entrevista · atualizada em 30 set 2026
Histórias contadas
Fábio Giusti contou que começou a treinar artes marciais aos 12 anos, pelo jiu-jitsu.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 1:32:14 · ler o artigoSegundo Fábio Giusti, ele é faixa-marrom de jiu-jitsu, faixa-preta de kickboxing, luva de prata no savate e presidente da Federação Brasileira de Savate. Diz que o jiu-jitsu é a arte que mais ama.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 1:34:48 · ler o artigoFábio Giusti disse que tem 45 anos, muitas lesões, e que aos 30 era talvez mais perigoso, porém mais inseguro e com vontade de se provar.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 0:05:13 · ler o artigoFábio Giusti contou que criou um protocolo de gerenciamento de conflitos com etapas de antecipação, evasão, alinhamento entre discurso e postura física e elaboração depois do conflito.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 0:22:21 · ler o artigoSegundo Fábio Giusti, perto do Natal ele desistiu de uma vaga no Barra Shopping diante de quatro homens que a guardavam, porque estava com o tendão do bíceps direito rompido num treino em 2 de dezembro e não via chance de sucesso numa briga.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 0:28:39 · ler o artigoSegundo Fábio Giusti, num acampamento em Trindade, no litoral sul do Rio, ele convenceu um amigo a não brigar com os locais que provocavam o grupo, porque depois teriam de ir embora da viagem.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 0:16:43 · ler o artigoFábio Giusti contou que gravou um vídeo com o aluno Kevin, que tinha um minuto para tentar acertá-lo com uma faca de plástico suja de tinta, para mostrar como é difícil desarmar alguém sem ser cortado.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 0:37:29 · ler o artigoSegundo Fábio Giusti, ele apoia um projeto social de luta em Belford Roxo, e o filho mais velho disse não ter motivo para sentir ódio no treino porque a casa deles é de paz.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 0:19:16 · ler o artigoFábio Giusti contou que, quando a mulher se incomodou com olhares de alunos novos, ele parou o treino e avisou a turma que não aceitaria desrespeito à família dentro da academia, que fica embaixo da casa dele.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 1:25:29 · ler o artigoSegundo Fábio Giusti, uma aluna de 17 anos, única menina da turma, treina com ele desde os 15 e é tratada como irmã mais nova; o pai dela confia a ponto de deixá-la malhando sozinha na academia depois da aula.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 1:21:16 · ler o artigoFábio Giusti contou que o irmão, 12 anos mais novo, também dá aula na academia e é mais disciplinado e sistemático que ele, e que os filhos pedem a palavra chamando o pai de mestre durante o treino.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 1:23:22 · ler o artigoSegundo Fábio Giusti, muitas das lesões dele vieram de querer fazer sparring no nível dos alunos mais novos, e hoje ele escolhe com quem e como treina conforme o dia.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 1:37:23 · ler o artigoFábio Giusti disse que os filhos vão treinar arte marcial até os 18 anos, mesmo preferindo futebol, e que depois disso decidem se continuam.
Contado por Fábio Giusti no Pura Connection · 1:32:14 · ler o artigo
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