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Linha do tempo do jiu-jitsu

Os fatos datados de todas as biografias, em ordem, com a fundação das equipes e as lutas históricas em destaque. Cada fato mostra quem contou e leva ao minuto da entrevista. Para a história contada de ponta a ponta, leia a história do jiu-jitsu.

Década de 1880

  1. Segundo Oswaldo Simões, Jigoro Kano criou o judô e o Kodokan em 1882, juntando técnicas de dois estilos de jujutsu, com a ideia de vencer sem lesar o adversário.

    Contado por Oswaldo Simões no Pura Connection · 0:23:00 · ler o artigo
  2. Segundo Pedro Valente, Jigoro Kano nasceu em 1860, começou a treinar jiu-jitsu na adolescência e fundou a Kodokan em 1882, quando era aluno da Universidade de Tóquio.

    Contado por Pedro Valente no Connect Cast · 0:18:20 · ler o artigo

Década de 1900

  1. Segundo Pedro Valente, em 1904 o presidente dos Estados Unidos montou um tatame na Casa Branca e levou Yamashita, braço direito de Jigoro Kano, para dar aula. A academia dos Valente em Miami guarda uma carta de agradecimento do presidente ao professor.

    Com Jigoro KanoContado por Pedro Valente no Pura Connection · 1:07:27 · ler o artigo
  2. Segundo Pedro Valente, Tsunejiro Tomita, primeiro aluno e primeiro faixa-preta da Kodokan, levou Mitsuyo Maeda para o Ocidente em 1904 e, em Nova York, declarou que o jiu-jitsu era primitivo e incivilizado.

    Com Mitsuyo MaedaContado por Pedro Valente no Connect Cast · 0:43:33 · ler o artigo
  3. Segundo Pedro Valente, Taro Miyake, aluno de Tanabe, publicou na Inglaterra em 1906 o livro The Game of Ju-jitsu, que descreve a luta começando em pé e continuando no chão até a finalização.

    Com Mataemon TanabeContado por Pedro Valente no Connect Cast · 2:19:44 · ler o artigo

Anos 20

  1. Segundo Rorion Gracie, Carlos Gracie criou a dieta Gracie a partir dos anos 1920, estudando por conta própria a relação entre saúde e desempenho, e tratava alunos com alimentação e um chá que a família chamava de chá de bruxo.

    Contado por Rorion Gracie no Pura Connection · 0:13:45 · ler o artigo
  2. Segundo Pedro Valente, o avô, Dr. Syllo Valente, conheceu o jiu-jitsu nos anos 1920, por meio de um colega japonês da faculdade de medicina.

    Contado por Pedro Valente no Pura Connection · 0:04:56 · ler o artigo
  3. Segundo Pedro Valente, Carlos Gracie contou dos anos 1920 até morrer que foi aluno de Maeda, e nem o rival Yano, que tomou o emprego dos Gracie na Marinha, contestou; Yano chamava Carlos de discípulo de Maeda.

    Com Mitsuyo Maeda, Takeo YanoContado por Pedro Valente no Connect Cast · 2:28:00 · ler o artigo
  4. Vinicio Antony contou que encontrou um livro de 1922, de um dos precursores do karatê, com um capítulo inteiro sobre técnicas de queda, e usou isso para reler os katas.

    Contado por Vinicio Antony no Pura Connection · 1:05:18 · ler o artigo
  5. Segundo Reila Gracie, Oscar Santa Maria, funcionário do Banco do Brasil, começou a ter aulas de jiu-jitsu com Carlos em 1928.

    Com Carlos GracieContado por Reila Gracie no Connect Cast · 0:50:13 · ler o artigo
  6. Robert Drysdale citou palavras do próprio Hélio Gracie: ele nunca tinha ouvido falar em jiu-jitsu antes da luta do irmão Carlos com Geo Omori, em 1929.

    Com Carlos Gracie, Geo OmoriContado por Robert Drysdale no Connect Cast · 2:59:58 · ler o artigo

Anos 30

  1. Segundo Reila Gracie, no início dos anos 1930 Oscar Santa Maria levou Carlos a um centro espírita, onde um médium disse que ele era acompanhado de um espírito de luz muito forte.

    Com Oscar Santa MariaContado por Reila Gracie no Connect Cast · 0:33:38 · ler o artigo
  2. Segundo Pedro Valente, Carlos Gracie deu aula em Belo Horizonte em 1928, abriu academia em São Paulo em 1929 e em 1930 abriu com Donato Pires dos Reis a academia da Rua Marquês de Abrantes, no Rio.

    Contado por Pedro Valente no Connect Cast · 0:22:29 · ler o artigo
  3. Segundo Pedro Valente, Carlos Gracie usou as lutas de Jorge e Hélio nos anos 1930 para promover a academia, mas Jorge não se adaptou à filosofia rígida de Carlos e se afastou, enquanto Hélio seguiu o irmão.

    Com Jorge Gracie, Hélio GracieContado por Pedro Valente no Pura Connection · 1:12:09 · ler o artigo
  4. Citando as pesquisas de Roberto Pedreira, Robert Drysdale contou que nos anos 1930, durante a Grande Depressão, arenas na Califórnia reuniam mais de 10 mil espectadores para lutas de catch wrestling contra judô e jiu-jitsu.

    Contado por Robert Drysdale no Pura Connection · 0:33:33 · ler o artigo
  5. Segundo Robert Drysdale, os promotores das lutas agarradas dos anos 1930 nos Estados Unidos passaram a combinar resultados para vender ingressos, e daí nasceu a luta livre de espetáculo.

    Contado por Robert Drysdale no Pura Connection · 0:34:35 · ler o artigo
  6. Segundo Robert Drysdale, a ambição de Carlos Gracie era criar um espaço para ele e a família fora da hierarquia do judô, e os Gracie brigavam com o judô desde a década de 1930.

    Contado por Robert Drysdale no Pura Connection · 1:11:35 · ler o artigo
  7. Segundo Pedro Valente, uma entrevista dada a um jornal de São Paulo nos anos 1930 aponta Sakujiro Yokoyama, vindo da escola Tenjin Shin'yo-ryu, como o professor principal de Mitsuyo Maeda.

    Com Mitsuyo MaedaContado por Pedro Valente no Connect Cast · 0:32:00 · ler o artigo
  8. Pedro Valente contou que, logo depois de 1930, Carlos Gracie voltou de São Paulo e abriu a academia na Marquês de Abrantes, no Flamengo, onde Hélio voltou a treinar e em um ano já fazia demonstrações.

    Com Hélio GracieContado por Pedro Valente no Connect Cast · 0:54:33 · ler o artigo
  9. Segundo Kyra Gracie, os bisavós Carlos e Hélio Gracie davam aula para mulheres nas décadas de 1930 e 1950.

    Com Carlos Gracie, Hélio GracieContado por Kyra Gracie no Pura Connection · 0:15:46 · ler o artigo
  10. Robert Drysdale citou o livro de Roberto Pedreira segundo o qual, nos anos 1930, durante a Grande Depressão, arenas na Califórnia reuniam mais de 10 mil espectadores para ver catch wrestling contra judô.

    Contado por Robert Drysdale no Connect Cast · 1:02:39 · ler o artigo
  11. Robert Drysdale chamou Pascoal Segreto de Dana White do vale-tudo dos anos 1930: era promotor de eventos e também trabalhava com cinema.

    Contado por Robert Drysdale no Connect Cast · 1:03:09 · ler o artigo
  12. Segundo Reila Gracie, Oscar Santa Maria foi um dos patrocinadores do campeonato de jiu-jitsu contra capoeiristas em 1931 e depois virou juiz de mesa.

    Contado por Reila Gracie no Connect Cast · 0:51:19 · ler o artigo
  13. Segundo Robert Drysdale, a academia Gracie surgiu em dezembro de 1931; ele considera errada a data de 1925.

    Contado por Robert Drysdale no Pura Connection · 1:13:09 · ler o artigo
  14. Segundo Pedro Valente, na luta de 1932 contra Fred Ebert, Hélio Gracie evitou o chão e usou cotoveladas até ficar com os cotovelos roxos; a luta ganhou uma página inteira do Globo.

    Com Fred EbertContado por Pedro Valente no Connect Cast · 0:26:38 · ler o artigo
  15. Segundo Robert Drysdale, Jorge Gracie venceu Tico Soledade em 1933, na primeira luta de vale-tudo da história moderna.

    Contado por Robert Drysdale no Pura Connection · 0:44:35 · ler o artigo
  16. Segundo Reila Gracie, ela achou uma matéria de 1935 em que Carlos conta ter prescrito uma dieta para Hélio, preparando-o numa fazenda para uma luta.

    Com Hélio GracieContado por Reila Gracie no Connect Cast · 0:47:39 · ler o artigo
  17. Segundo Pedro Valente, Hélio Gracie lutou com Dudu em 1935, quebrou o nariz, e venceu em pé com uma queixada e um pisão na boca do estômago depois de 18 minutos de luta.

    Com DuduContado por Pedro Valente no Connect Cast · 0:25:36 · ler o artigo
  18. Segundo Pedro Valente, Hélio Gracie fez as últimas lutas em 1937 e só voltou nos anos 1950, e o único que o venceu foi Kimura, já nessa fase.

    Com Masahiko KimuraContado por Pedro Valente no Connect Cast · 1:07:07 · ler o artigo

Anos 40

  1. Segundo Reila Gracie, na década de 1940 Carlos passou dez anos vestindo só branco e sem tocar em dinheiro, delegando a administração a Oscar Santa Maria e depois a Hélio.

    Contado por Reila Gracie no Connect Cast · 0:49:43 · ler o artigo
  2. Segundo Reila Gracie, Carlos e Oscar Santa Maria viraram sócios numa empresa de importação e exportação e ganharam muito dinheiro durante a guerra, nos anos 1940.

    Com Oscar Santa MariaContado por Reila Gracie no Connect Cast · 0:52:55 · ler o artigo
  3. Segundo Carlson Gracie Júnior, Jorge Gracie defendia a família antes de Hélio, mas se afastou por não seguir a linha de Carlos. Ele também difundiu o jiu-jitsu em São Paulo nas décadas de 1940 e 1950.

    Com Carlos GracieContado por Carlson Gracie Júnior no Connect Cast · 1:55:27 · ler o artigo
  4. Segundo Pedro Valente, Carlos Gracie escreveu um livro no fim dos anos 1940 com um capítulo dizendo que o álcool é um dos maiores inimigos da humanidade.

    Contado por Pedro Valente no Connect Cast · 1:29:11 · ler o artigo
  5. Francisco Mansur contou que começou a aprender jiu-jitsu com o pai aos 8 anos, em 1947, para se defender de um garoto que o agredia na escola, e que derrubou o agressor com um pé na barriga.

    Contado por Francisco Mansur no Pura Connection · 1:11:17 · ler o artigo

Anos 50

  1. Segundo Rorion Gracie, Hélio ensinava na academia, nos anos 1950 e 1960, um curso básico de defesa pessoal em pé e no chão, fazendo ele mesmo o papel de agressor para o aluno derrubá-lo.

    Contado por Rorion Gracie no Pura Connection · 0:34:07 · ler o artigo
  2. Segundo os irmãos Valente, o avô deles conheceu o jiu-jitsu no início do século 20 por meio de um colega japonês, e o pai, ainda garoto, entrou na academia Gracie na década de 1950.

    Com Hélio GracieContado por Pedro Valente no Pura Connection · 0:06:12 · ler o artigo
  3. Rommel Cardozo contou que seu pai, Osvaldo, era capoeirista, aluno de Sinhozinho, que era adversário dos Gracie nas décadas de 1950 e 1960, e que o pai foi segurança de Getúlio Vargas.

    Com Rommel CardozoContado por Rommel Cardozo no Pura Connection · 0:09:51 · ler o artigo
  4. Royler Gracie contou que a academia de Hélio, nos anos 1950, entregava ao aluno kimono limpo, toalha, sabonete e sandália. Os kimonos eram lavados em máquinas industriais num sítio em Teresópolis e transportados de Kombi.

    Contado por Royler Gracie no Connect Cast · 1:01:36 · ler o artigo
  5. Segundo Pedro Valente, na década de 1950 Carlos Gracie chamou de poltrão o professor de judô Cordeiro e o desafiou, no racha entre os Gracie e o judô.

    Contado por Pedro Valente no Connect Cast · 1:40:42 · ler o artigo
  6. Segundo Pedro Valente, Hélio Gracie se aposentou aos 25 anos, voltou na década de 1950 para lutar com Kimura e depois lutou com Waldemar Santana por uma questão pessoal, luta da qual se arrependeu.

    Com Waldemar SantanaContado por Pedro Valente no Connect Cast · 1:51:09 · ler o artigo
  7. Segundo Sylvio Behring, o pai, Flávio Behring, conta histórias dos anos 1950, da época em que tinha entre 10 e 20 anos.

    Contado por Sylvio Behring no Pura Connection · 0:14:22 · ler o artigo
  8. Segundo Flávio Behring, a defesa pessoal da academia Gracie nos anos 1950 era ensinada em aulas individuais, com o professor corrigindo cada aluno conforme suas necessidades.

    Com Hélio GracieContado por Flávio Behring no Pura Connection · 0:20:30 · ler o artigo
  9. Segundo Pedro Valente, quando Ono desafiou Hélio Gracie para uma terceira luta nos anos 1950, Hélio só aceitou no jiu-jitsu livre, o vale-tudo.

    Com OnoContado por Pedro Valente no Connect Cast · 1:05:32 · ler o artigo
  10. Segundo Kyra Gracie, a antiga Academia Gracie da Avenida Rio Branco, no centro do Rio, emprestava kimono ao aluno, seguia um currículo na parede, tinha lista de espera e alunos como Roberto Marinho e o presidente Figueiredo. Ela disse ter se inspirado na academia da década de 1950.

    Com Carlos Gracie, Hélio GracieContado por Kyra Gracie no Connect Cast · 0:25:04 · ler o artigo
  11. Segundo Crézio Chaves, o adversário mais duro da carreira foi Wilson de Vita, o Carbono, do jiu-jitsu, com quem lutou cerca de 40 minutos por volta de 1956 ou 1957; no dia seguinte, ao receber o pagamento, pediu desculpas ao rival, que estava todo inchado.

    Com Wilson de VitaContado por Crézio Chaves no Connect Cast · 0:34:06 · ler o artigo
  12. Hélio Gracie x Kimura

    O que filhos, alunos e pesquisadores contaram sobre a derrota que virou a luta mais famosa da história do jiu-jitsu.
  13. Hélio Gracie x Waldemar Santana

    O ex-aluno que desafiou o mestre, as versões sobre o motivo, a duração e o peso, e o desafio que saiu do ringue na mesma noite.
  14. Segundo Pedro Valente, o avô levou o pai, ainda menino, para assistir no Maracanã à luta entre Hélio Gracie e Kimura, em 1951.

    Com Pedro Valente (pai), Hélio Gracie, Masahiko KimuraContado por Pedro Valente no Pura Connection · 0:05:26 · ler o artigo
  15. Segundo Robert Drysdale, é falso que Hélio Gracie inventou a guarda. O papel central do Hélio foi manter o grupo unido na fase de obscuridade do jiu-jitsu, entre 1951 e 1993.

    Contado por Robert Drysdale no Pura Connection · 0:20:14 · ler o artigo
  16. Segundo Relson Gracie, Hélio lutou com Waldemar Santana em 1951, aos 41 anos, contra um Waldemar de 24, numa luta de 3 horas e 45 minutos. Relson diz que Waldemar morou com a família Gracie desde pequeno.

    Com Waldemar SantanaContado por Relson Gracie no Connect Cast · 1:31:56 · ler o artigo
  17. Segundo Pedro Valente, o pai treinou primeiro judô numa academia em Copacabana e se matriculou na academia Gracie em 27 de abril de 1953.

    Contado por Pedro Valente no Pura Connection · 0:05:59 · ler o artigo
  18. Segundo Pedro Valente, o pai dele se inscreveu na academia Gracie em 27 de abril de 1953, levado pelo avô para aprender a se defender, e teve João Alberto Barreto como primeiro professor.

    Com João Alberto BarretoContado por Pedro Valente no Connect Cast · 0:04:11 · ler o artigo
  19. Segundo Pedro Valente, o pai dele se matriculou na academia Gracie em 27 de abril de 1953.

    Com Hélio Gracie, Carlos GracieContado por Pedro Valente no Pura Connection · 0:09:48 · ler o artigo
  20. Relson Gracie contou que, entre 1954 e 1961, havia um programa de vale-tudo toda segunda-feira na TV Continental, com os lutadores caindo sobre uma lona, sem tatame.

    Contado por Relson Gracie no Pura Connection · 0:51:55 · ler o artigo
  21. Segundo Robert Drysdale, a regra do torneio interno da academia Gracie em 1954 ainda tinha ippon, waza-ari e 30 segundos de imobilização (osaekomi), além de pontos para montada e pegada de costas.

    Com Hélio GracieContado por Robert Drysdale no Connect Cast · 0:41:47 · ler o artigo
  22. Carlson Gracie x Waldemar Santana

    O desafio que o Carlson fez na mesma noite em que o Hélio perdeu, as lutas que vieram depois e a amizade que sobreviveu a todas elas.
  23. Robert Drysdale disse que a luta de Carlson Gracie com Waldemar Santana, em 1956, era tecnicamente mais sofisticada que o UFC de 1993.

    Com Waldemar SantanaContado por Robert Drysdale no Pura Connection · 1:26:05 · ler o artigo
  24. Segundo Orlando Cani, ele fez o curso de educação física do Exército, se formou em 1956, com 20 anos, e ficou dez anos como professor na escola.

    Contado por Orlando Cani no Pura Connection · 0:08:10 · ler o artigo

Anos 60

  1. Segundo Pedro Valente, até a década de 1960 não havia pontos no jiu-jitsu, e Carlos e Hélio Gracie rejeitavam o sistema: para eles, uma luta só se decidia por desistência ou perda dos sentidos.

    Com Carlos GracieContado por Pedro Valente no Pura Connection · 0:33:05 · ler o artigo
  2. Orlando Cani contou que integrou a equipe brasileira de pentatlo militar, campeã mundial em 1960, no Brasil, como corredor e nadador.

    Contado por Orlando Cani no Pura Connection · 0:08:41 · ler o artigo
  3. Segundo Relson Gracie, ele competiu de 1961 a 1985 sem perder, lutava o absoluto adulto desde os 16 anos, na faixa-marrom, e por cinco anos dividiu a categoria de peso com Rickson, ficando com o ouro e Rickson com a prata.

    Com Rickson GracieContado por Relson Gracie no Pura Connection · 1:03:39 · ler o artigo
  4. Segundo Francisco Mansur, a federação do estado começou em 1963, e ele preparou as regras testando-as na academia com Hélio Gracie.

    Contado por Francisco Mansur no Pura Connection · 0:24:59 · ler o artigo
  5. Segundo Oswaldo Simões, seu professor Shiozawa foi o único representante do Brasil no judô em Tóquio 1964 e vendeu móveis e carro para pagar a passagem.

    Com Oswaldo SimõesContado por Oswaldo Simões no Pura Connection · 1:14:17 · ler o artigo
  6. Segundo Francisco Mansur, ele montou a academia Kioto em 1965, quando já era faixa-preta de judô, e começou a dar aula para crianças.

    Contado por Francisco Mansur no Pura Connection · 1:14:26 · ler o artigo
  7. Segundo Orlando Cani, a equipe brasileira de pentatlo militar da qual ele fazia parte voltou a ser campeã mundial em 1965.

    Contado por Orlando Cani no Pura Connection · 0:08:41 · ler o artigo
  8. Sylvio Behring contou que entrou no jiu-jitsu em 1966, com 4 anos de idade.

    Contado por Sylvio Behring no Pura Connection · 0:13:50 · ler o artigo
  9. Carlson Gracie Júnior acredita, sem ter certeza, que o pai abriu a primeira academia junto com Ivan Gomes em 1966, depois de uma luta memorável entre os dois. Carlson contava que bateu tanto que a mão ficou inchada.

    Com Ivan GomesContado por Carlson Gracie Júnior no Connect Cast · 0:21:29 · ler o artigo
  10. Segundo Rogério Camões, ele começou no judô em 1966.

    Contado por Rogério Camões no Pura Connection · 0:03:23 · ler o artigo
  11. Segundo Fernando Pinduka, ele começou no jiu-jitsu em 1966, aos 12 anos, levado pelo pai para se defender das agressões dos garotos mais velhos em Copacabana.

    Contado por Pinduca no Pura Connection · 0:05:54 · ler o artigo
  12. Segundo Pinduka, o primeiro professor foi Hélio Vígio, aluno de Hélio Gracie, com quem treinou de 1966 a 1968.

    Com Hélio Vígio, Hélio GracieContado por Pinduca no Pura Connection · 0:06:28 · ler o artigo
  13. Segundo Fernando Pinduka, a Federação de jiu-jitsu foi criada por Hélio Gracie em 1967, mas o primeiro campeonato oficial aconteceu em 1973. Antes disso só existiam a faixa branca para praticantes e a azul-marinho para instrutores.

    Contado por Pinduca no Connect Cast · 0:04:55 · ler o artigo
  14. Robert Drysdale contou que em 1967, no manual da federação da Guanabara, o waza-ari e a imobilização foram removidos das regras do jiu-jitsu.

    Com Hélio GracieContado por Robert Drysdale no Connect Cast · 0:42:19 · ler o artigo
  15. Segundo Pinduka, a Federação foi inaugurada em 1967 e o primeiro campeonato oficial aconteceu no Mourisco, em Botafogo, com Hélio Gracie de presidente e João Alberto Barreto de vice.

    Com João Alberto BarretoContado por Pinduca no Pura Connection · 0:08:02 · ler o artigo
  16. Oswaldo Simões contou que começou no judô em 2 de abril de 1969, aos 17 anos, na Bahia, com o professor Yoshida.

    Contado por Oswaldo Simões no Pura Connection · 0:06:00 · ler o artigo

Anos 70

  1. Rorion Gracie disse acreditar ter sido o primeiro Gracie a surfar, no Havaí, em 1970.

    Contado por Rorion Gracie no Pura Connection · 0:47:08 · ler o artigo
  2. Sérgio Malibu contou que entrou de vez no jiu-jitsu depois de ver Rickson Gracie vencer o havaiano com facilidade, na primeira vez em que viu o jiu-jitsu em ação, no fim dos anos 1970. Pelas contas dele, Rickson tinha uns 17 anos.

    Com Rickson GracieContado por Sérgio Malibu no Connect Cast · 0:01:36 · ler o artigo
  3. Francisco Mansur contou que visitou o túmulo de Maeda em Belém em 1970 e que, anos depois, o pai de Lyoto Machida recuperou o túmulo, danificado por uma enchente.

    Com Lyoto Machida, Francisco MansurContado por Francisco Mansur no Pura Connection · 0:29:40 · ler o artigo
  4. Segundo Reila Gracie, Rolls recusou nos anos 1970 uma proposta financeira para ir aos Estados Unidos porque se sentia na obrigação de transmitir o jiu-jitsu às gerações seguintes.

    Contado por Reila Gracie no Connect Cast · 1:02:33 · ler o artigo
  5. Segundo Sérgio Malibu, ele começou a surfar com 13 anos no Arpoador, no começo dos anos 1970, quando foi morar na rua Joaquim Nabuco.

    Contado por Sérgio Malibu no Pura Connection · 0:03:24 · ler o artigo
  6. Segundo Francisco Mansur, Hélio Gracie demorou 15 anos para lhe dar a faixa-preta porque achava que ele bebia café; Carlos Gracie chegou a cobrar o irmão pela demora.

    Com Hélio Gracie, Carlos GracieContado por Francisco Mansur no Connect Cast · 1:26:05 · ler o artigo
  7. Segundo Pinduka, em 1970, aos 15 anos, Carlson o colocou de faixa verde num campeonato experimental no Gurilândia; ele venceu quatro lutas, foi campeão e passou para azul juvenil.

    Com Carlson GracieContado por Pinduca no Pura Connection · 0:07:32 · ler o artigo
  8. Segundo Pinduka, nos anos 1970 a chave de pé era vaiada, e Rolls Gracie dizia que a técnica do jiu-jitsu era estrangular, chave de braço e americana.

    Contado por Pinduca no Pura Connection · 0:49:12 · ler o artigo
  9. Segundo Mestre Camisa, ele se formou com Mestre Bimba em janeiro de 1971.

    Com Mestre BimbaContado por Mestre Camisa no Pura Connection · 0:08:32 · ler o artigo
  10. Segundo Rorion Gracie, ele voltou aos Estados Unidos em 1972 por três meses e depois se formou em direito no Brasil, mas nunca advogou e preferiu ficar no jiu-jitsu.

    Contado por Rorion Gracie no Connect Cast · 0:18:16 · ler o artigo
  11. Segundo Vinicinho Cruz, Carlson Gracie abriu a academia da Figueiredo Magalhães em 1972 com a intenção de formar um exército de competidores, reduzindo a mensalidade e dando bolsas.

    Contado por Vinícius Cruz no Pura Connection · 0:17:57 · ler o artigo
  12. Segundo Daniel Sabbá, no dia seguinte à briga ele encontrou Rolls Gracie surfando no Píer, em 1972, e Rolls pegou todas as ondas.

    Com Rolls GracieContado por Daniel Sabbá no Pura Connection · 0:07:13 · ler o artigo
  13. Mestre Camisa contou que chegou ao Rio em 1972 com a companhia de danças afro-brasileiras e capoeira do irmão, para uma temporada no Canecão, e decidiu ficar na cidade.

    Com Camisa RoxaContado por Mestre Camisa no Pura Connection · 0:10:40 · ler o artigo
  14. Relson Gracie contou que abriu a Gracie Ilha do Governador com Zé Moraes, do Iate Clube, seu padrinho de casamento, quando tinha 20 anos, em 1972 ou 1973.

    Contado por Relson Gracie no Connect Cast · 0:52:54 · ler o artigo
  15. Oswaldo Simões contou que, no Mundial de 1973, na Suíça, aos 20 anos, perdeu a disputa do bronze a dez segundos do fim, e que foi essa derrota que o fez se dedicar ao judô.

    Contado por Oswaldo Simões no Pura Connection · 1:15:49 · ler o artigo
  16. Álvaro Romano contou que fez uma viagem ao Peru em 1973 e voltou ao país para uma temporada de surfe em 1974 e 1975.

    Contado por Álvaro Romano no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:05:15 · ler o artigo
  17. Orlando Cani contou que descobriu o yoga com 24 para 25 anos, quando a mulher estava grávida da primeira filha, e que fez a primeira viagem à Índia em 1973.

    Contado por Orlando Cani no Pura Connection · 0:21:57 · ler o artigo
  18. Segundo Carlos Gama, ele começou no jiu-jitsu em 1974, aos 12 anos, levado pelo tio Pedro Gama Filho, que já o tinha colocado no judô aos 4 anos.

    Com Pedro Gama FilhoContado por Carlos Gama no Pura Connection · 0:58:05 · ler o artigo
  19. Segundo Álvaro Romano, ele conheceu Rolls Gracie no Peru, por volta de 1974 ou 1975, quando os dois estavam hospedados por coincidência na mesma casa.

    Com Rolls GracieContado por Álvaro Romano no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:06:55 · ler o artigo
  20. Pinduka contou que, em 1974, servindo no Exército, só tinha a quarta-feira livre e passou um ano treinando às quartas com Rolls Gracie, das 4 da tarde às 10 da noite.

    Com Rolls Gracie, Carlson GracieContado por Pinduca no Pura Connection · 0:31:50 · ler o artigo
  21. Segundo Álvaro Romano, ele conheceu Rolls Gracie no Peru, em 1975, numa temporada de surf em Punta Hermosa. Os dois tinham alugado quartos na mesma casa e conviveram quase um mês.

    Com Rolls GracieContado por Álvaro Romano no Connect Cast · 0:04:09 · ler o artigo
  22. Segundo Lyoto Machida, Antonio Inoki enfrentou Muhammad Ali em 1975 numa luta de regras combinadas, os dois viraram amigos e Ali deu a Inoki a música que usava nas entradas.

    Contado por Lyoto Machida no Podcast Nem Me Viu · 1:48:08 · ler o artigo
  23. Robert Drysdale descreveu a evolução das regras: em 1954 o campeonato interno da Academia Gracie ainda tinha ippon, waza-ari e ponto por imobilização; em 1975 passaram a valer quatro pontos para montada e costas e três para joelho na barriga, e a imobilização virou negativa.

    Contado por Robert Drysdale no Pura Connection · 0:11:22 · ler o artigo
  24. Segundo Robert Drysdale, o manual da federação de jiu-jitsu do Rio de 1975 previa uma faixa-coral para quem representasse a honra do jiu-jitsu nos ringues, que a federação podia revogar se o lutador parasse de vencer.

    Contado por Robert Drysdale no Pura Connection · 0:08:22 · ler o artigo
  25. Robert Drysdale contou que o presidente da federação na época do manual de 1975 era Hélio Gracie, embora não tenha certeza de quem redigiu o texto.

    Contado por Robert Drysdale no Pura Connection · 0:08:52 · ler o artigo
  26. Segundo Robert Drysdale, a regra de 1975 inverteu a pontuação da academia Gracie, que dava um ponto para queda, montada e costas nas regras de 1954 e 1967, e passou a dar quatro para montada e costas e dois para queda.

    Contado por Robert Drysdale no Pura Connection · 1:06:26 · ler o artigo
  27. Segundo Robert Drysdale, em 1975 a montada e a pegada de costas passaram a valer quatro pontos, mais que a queda, e a imobilização, que valia ponto em 1954, virou punição.

    Com Hélio GracieContado por Robert Drysdale no Connect Cast · 0:43:22 · ler o artigo
  28. Toti Jordan contou que começou a treinar no Rio em 1976.

    Contado por Toti Jordan no Pura Connection · 0:20:16 · ler o artigo
  29. Segundo Fernando Pinduka, na turma dos garotos que ele dava aula na academia de Carlson estavam Amaury Bitetti e Murilo Bustamante, então faixas-amarelas. Ele foi assistente de 1976 a 1984.

    Com Amaury Bitetti, Murilo Bustamante, Carlson GracieContado por Pinduca no Connect Cast · 0:12:52 · ler o artigo
  30. Segundo Muzio De Angelis, ele começou no jiu-jitsu aos cinco anos, levado pelo pai, faixa-preta formado por João Alberto Barreto, numa academia de Copacabana em frente à Confeitaria Colombo.

    Com João Alberto BarretoContado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 0:12:15 · ler o artigo
  31. Segundo Rangel Farias, ele nasceu em 30 de julho de 1977, mas o pai só o registrou em 24 de agosto, por isso ele tem duas datas de nascimento.

    Contado por Rangel Farias no Podcast Nem Me Viu · 0:39:50 · ler o artigo
  32. Segundo Leão Teixeira, ele foi conhecer Rolls Gracie na academia de Copacabana entre 1977 e 1978 e treinou com ele de quatro a cinco anos, até a morte de Rolls em 1982.

    Com Rolls GracieContado por Leão Teixeira no Pura Connection · 0:03:26 · ler o artigo
  33. Segundo Álvaro Romano, ele começou no jiu-jitsu com Rolls Gracie em Copacabana entre o fim de 1976 e o começo de 1977, indo ao primeiro treino no mesmo dia que Fábio Santos.

    Com Rolls Gracie, Fábio SantosContado por Álvaro Romano no Connect Cast · 0:02:06 · ler o artigo
  34. Kleber contou que começou na meditação transcendental em 1977, aos 17 anos, quando morava numa barraca na base da Pedra Bonita, no Rio de Janeiro.

    Contado por Kleber no Pura Connection · 0:05:44 · ler o artigo
  35. Segundo Murilo Bustamante, ele começou no jiu-jitsu em 1977, com 10 para 11 anos, por influência dos irmãos mais velhos, que já surfavam e lutavam.

    Contado por Murilo Bustamante no Pura Connection · 0:01:43 · ler o artigo
  36. Segundo Rorion Gracie, ele se formou em direito e tem carteira da OAB, mas nunca exerceu a advocacia. Em 1978 voltou aos Estados Unidos com a missão de plantar o jiu-jitsu no país.

    Contado por Rorion Gracie no Pura Connection · 0:51:14 · ler o artigo
  37. Rorion Gracie contou que, ao se formar, em 1978, voltou para a Califórnia com o objetivo de ensinar jiu-jitsu.

    Contado por Rorion Gracie no Connect Cast · 0:18:16 · ler o artigo
  38. Segundo Oswaldo Simões, ele foi campeão mundial universitário em 1978, no Maracanãzinho, vencendo no preparo físico um japonês de 1,90 metro e 160 quilos.

    Contado por Oswaldo Simões no Pura Connection · 1:16:51 · ler o artigo
  39. Sérgio Malibu contou que em 1978 acampou em Kauai, no Havaí, com Renan Pitanguy e outros surfistas.

    Com Renan PitanguyContado por Sérgio Malibu no Pura Connection · 0:31:56 · ler o artigo
  40. Ralph Gracie contou que foi para os Estados Unidos aos 23 anos e que vive na Barra da Tijuca desde 1978, quando a rua ainda era de terra.

    Contado por Ralph Gracie no Pura Connection · 0:12:04 · ler o artigo
  41. Rorion Gracie disse que foi para os Estados Unidos em 1978 e que por isso não acompanhou a formação do jiu-jitsu esportivo no Rio.

    Contado por Rorion Gracie no Connect Cast · 1:40:43 · ler o artigo
  42. Pinduka contou que recebeu a faixa-preta em 1978 e que, em 1983, foi campeão do meio-pesado e do absoluto num campeonato em Niterói.

    Contado por Pinduca no Pura Connection · 0:35:30 · ler o artigo
  43. Pinduka contou que se formou em Educação Física na Gama Filho em 1978 e conseguiu incluir o jiu-jitsu como disciplina eletiva com o apoio de Pedro Gama Filho, depois de o reitor exigir que provasse o valor educacional da luta.

    Contado por Pinduca no Pura Connection · 1:09:20 · ler o artigo
  44. Segundo Fernando Pinduka, ele se formou em educação física em 1978 e abriu uma academia de ginástica e musculação em 1979, que era como ganhava dinheiro, já que ninguém vivia de dar aula de jiu-jitsu.

    Contado por Pinduca no Connect Cast · 0:16:33 · ler o artigo
  45. Robert Drysdale contou que Takeo Yano afirmou em 1979 que Carlos Gracie foi aluno de Maeda, sobre fatos de 1916 a 1921, mas que Yano só chegou ao Brasil em 1934, e por isso não seria testemunha.

    Com Carlos Gracie, Mitsuyo MaedaContado por Robert Drysdale no Pura Connection · 0:18:08 · ler o artigo
  46. Segundo Robert Drysdale, não há evidência de que Carlos Gracie teve aulas com Maeda. O único testemunho quase convincente fora da família é o de Takeo Yano, de 1979, mas Yano só chegou ao Brasil em 1934.

    Com Mitsuyo Maeda, Takeo YanoContado por Robert Drysdale no Connect Cast · 3:00:59 · ler o artigo

Anos 80

  1. Guilherme Valente contou que, nos anos 1980, o treino da academia no Rio já era esportivo, começando de joelhos, e que a defesa pessoal com Hélio Gracie ficava nas aulas particulares.

    Com Hélio GracieContado por Guilherme Valente no Pura Connection · 0:10:26 · ler o artigo
  2. Segundo Sérgio Malibu, nos anos 1980 Chuck Norris foi à academia de Hélio Gracie com um amigo, Bob, que chutou Royce Gracie numa demonstração. Royce pediu ao pai para lutar, Hélio autorizou e Royce estrangulou o americano. Rickson teria pedido ao pai para deixar o homem na dúvida quando ele quis uma segunda rodada.

    Com Hélio Gracie, Rickson GracieContado por Sérgio Malibu no Connect Cast · 1:04:32 · ler o artigo
  3. Oswaldo Simões venceu a seletiva na Gama Filho e foi à Olimpíada de Moscou, em 1980, como o primeiro peso-pesado brasileiro a disputar os Jogos.

    Contado por Oswaldo Simões no Pura Connection · 1:14:17 · ler o artigo
  4. Segundo Álvaro Romano, Rolls Gracie o convidou, junto com Fábio Santos, para um treino no tatame da casa de Hélio Gracie em Itaipava, com o mestre coordenando. Uma semana depois, Rolls deu a ele a faixa-roxa.

    Com Rolls Gracie, Hélio Gracie, Fábio SantosContado por Álvaro Romano no Connect Cast · 0:16:42 · ler o artigo
  5. Segundo Pedro Valente, nos anos 1980 o jiu-jitsu estava restrito à zona sul do Rio, e Rorion Gracie ensinava perto de Hollywood, orientou cenas de luta de um filme com Mel Gibson e depois criou o UFC.

    Contado por Pedro Valente no Pura Connection · 0:14:35 · ler o artigo
  6. Segundo Guilherme Valente, os irmãos competiram com sucesso no começo, e ele lutou os primeiros campeonatos em Niterói, no início dos anos 1980.

    Com Guilherme ValenteContado por Guilherme Valente no Pura Connection · 0:43:28 · ler o artigo
  7. Vinicinho Cruz contou que, nos anos 1980, a academia de Carlson Gracie ganhava os campeonatos da faixa-branca à preta, do galo ao pesadíssimo, e que outras equipes se organizaram para vencê-la.

    Contado por Vinícius Cruz no Pura Connection · 0:16:55 · ler o artigo
  8. Ricardo Americano contou que se arrepende de não ter se dedicado mais ao jiu-jitsu: teve uma história forte nos anos 80, competiu no adulto até perto dos 40 anos, e a carreira de modelo o levou para fora.

    Contado por Ricardo Americano no Pura Connection · 0:01:48 · ler o artigo
  9. Segundo Ricardo Americano, Rickson Gracie estava um passo à frente de todos nos anos 80 porque trouxe para o jiu-jitsu o trabalho de respiração ligado ao yoga.

    Com Ricardo AmericanoContado por Ricardo Americano no Pura Connection · 0:58:23 · ler o artigo
  10. Sérgio Malibu contou que disputou seu primeiro campeonato em 1980, depois de uma eliminatória interna, porque cada academia só inscrevia dois atletas por peso e faixa.

    Contado por Sérgio Malibu no Pura Connection · 0:19:10 · ler o artigo
  11. Segundo Fernando Pinduka, ele deu aula no Monte Líbano durante muito tempo, com turmas de 40 alunos na época das competições, nos anos 1980.

    Contado por Pinduca no Connect Cast · 0:30:57 · ler o artigo
  12. Segundo Sérgio Ignácio, num campeonato no Rio nos anos 1980 ele viu um lutador aplicar uma chave de calcanhar misturada com joelho, prova de que a técnica é antiga e só era menos usada para evitar lesões.

    Contado por Sérgio Inácio no Pura Connection · 0:57:23 · ler o artigo
  13. Miltinho Vieira contou ter ouvido que, num campeonato em meados dos anos 1980, a turma do Jope ganhou usando armlock, triângulo e guarda, e que isso gerou uma discussão entre Jope e Hugo Duarte, que ficaram muito tempo sem se falar.

    Com Hugo DuarteContado por Milton Vieira no Pura Connection · 0:34:29 · ler o artigo
  14. Rogério Camões disse que, nos anos 1980, karatê, jiu-jitsu, judô, boxe e muay thai conviviam na mesma empresa de academias e os lutadores trocavam treino.

    Contado por Rogério Camões no Pura Connection · 0:03:39 · ler o artigo
  15. Pedro Valente contou que seu pai foi um cirurgião plástico reconhecido pelo New York Times nos anos 1980 e atribuía ao jiu-jitsu a autoconfiança que teve na carreira.

    Contado por Pedro Valente no Connect Cast · 1:38:13 · ler o artigo
  16. Segundo Marcelo Alonso, a linhagem Fadda fez o jiu-jitsu do subúrbio, manteve competições no Rio e desenvolveu a chave de pé quando ela era vaiada nos ginásios.

    Contado por Marcelo Alonso no Podcast Nem Me Viu · 2:44:21 · ler o artigo
  17. Rorion Gracie disse que montou o primeiro Gracie Jiu-Jitsu in Action editando e narrando vídeos de desafios vindos do Brasil, por sugestão da mulher. A fita passou a ser vendida em revistas de artes marciais no começo dos anos 1980.

    Contado por Rorion Gracie no Connect Cast · 0:32:51 · ler o artigo
  18. Segundo Pedro Sauer, o ator Chuck Norris treinou na Academia Gracie no Brasil em meados dos anos 1980; Hélio passou por cima dele no treino e Pedro também treinou com ele, que depois o convidou para ir aos Estados Unidos.

    Com Hélio GracieContado por Pedro Sauer no Connect Cast · 0:33:06 · ler o artigo
  19. Segundo Paulo Filho, ele chegou à academia de Carlson Gracie no fim dos anos 1980, levado pelo pai depois de apanhar de um amigo na rua.

    Com Carlson GracieContado por Paulão Filho no Pura Connection · 0:08:49 · ler o artigo
  20. Carlos Massa Rosado contou que começou no jiu-jitsu aos 2 anos, chegou à academia de Carlson Gracie em 1980 e ficou lá até o mestre ir para Chicago. Competiu até os 17 anos e, segundo ele, nunca perdeu em campeonato.

    Com Carlson GracieContado por Carlos Massa Rosado no Pura Connection · 0:19:59 · ler o artigo
  21. Segundo Viking, no fim dos anos 80 ele perguntou ao professor por que o kimono rasgava tanto e ouviu que o jiu-jitsu não tinha kimono próprio: usava kimono de judô, karatê ou o que servisse.

    Contado por Afonso Viking no Pura Connection · 0:08:13 · ler o artigo
  22. Segundo Viking, nos anos 80 e 90 quem trocava de academia era chamado de creonte, e as torcidas das maiores equipes brigavam no Campeonato Brasileiro.

    Contado por Afonso Viking no Pura Connection · 0:37:52 · ler o artigo
  23. Rogério Camões contou que, em 1980, levou uma chave de pé de um faixa-azul num treino e pediu que ele ensinasse a defesa, passando a cobrar isso dos seus alunos de judô.

    Contado por Rogério Camões no Pura Connection · 0:38:45 · ler o artigo
  24. Segundo Sérgio Bolão, seu primeiro campeonato, na faixa-azul, foi em Niterói por volta de 1981 ou 1982. Levou só um copo de leite e uma maçã, lutou das 11 da manhã às seis da tarde e perdeu num meio-triângulo.

    Contado por Sérgio Bolão no Pura Connection · 0:17:32 · ler o artigo
  25. Márcio Stambowsky contou que recebeu a faixa-preta em 1981.

    Com Rolls GracieContado por Márcio Stambowsky no Connect Cast · 0:08:58 · ler o artigo
  26. Segundo Sérgio Bolão, ele entrou na academia de Carlson Gracie em 1981, morando longe da família, e considera Carlson mestre e pai.

    Com Carlson GracieContado por Sérgio Bolão no Connect Cast · 0:50:49 · ler o artigo
  27. Segundo Sérgio Bolão, depois da morte de Rolls e da saída de Carlinhos para a Barra, Carlson juntou os alunos e montou um time de competição. Bolão diz que de 1982 a 1995 a academia não perdeu nenhum campeonato e ganhou o apelido de Barcelona do jiu-jitsu.

    Com Rolls Gracie, Carlos Gracie JúniorContado por Sérgio Bolão no Pura Connection · 0:44:41 · ler o artigo
  28. Sérgio Ignácio contou que se inscreveu no concurso da Polícia Civil do Rio de Janeiro em 1982 e foi procurar uma arte marcial para aprender a dominar pessoas.

    Contado por Sérgio Inácio no Pura Connection · 0:15:48 · ler o artigo
  29. Vinicio Antony contou que fez aula de jiu-jitsu em Copacabana em 1982, num treino que tinha guarda com soco e pisão, defesa pessoal contra agarrada e gravata, uma posição de chão e só depois o rola.

    Contado por Vinicio Antony no Pura Connection · 0:55:20 · ler o artigo
  30. Segundo Mestre Jacaré, Rolls Gracie morreu em 1982 e ele foi o último faixa-preta graduado por Rolls.

    Com Rolls GracieContado por Romero Cavalcanti no Podcast Nem Me Viu · 0:25:03 · ler o artigo
  31. Pedro Sauer contou que foi aos Estados Unidos em 1982, já faixa-preta, e passou um mês sem encontrar onde treinar jiu-jitsu.

    Contado por Pedro Sauer no Connect Cast · 0:59:46 · ler o artigo
  32. Álvaro Romano contou que correu o primeiro triatlo do Rio de Janeiro em 1983, pouco depois da morte de Rolls, com Romero Cavalcanti, o Jacaré, e que ali entendeu o valor das técnicas de respiração.

    Com Romero CavalcantiContado por Álvaro Romano no Connect Cast · 1:08:24 · ler o artigo
  33. Segundo Ricardo Americano, ele entrou em todos os campeonatos de 1983 a 1986 e pegou a faixa-preta de jiu-jitsu em três anos, lutando o absoluto já na faixa-azul.

    Contado por Ricardo Americano no Pura Connection · 0:18:01 · ler o artigo
  34. Pedro Valente contou que competiu na Liga Niteroiense entre 1983 e 1985, aos 8 e 10 anos, e parou porque Hélio Gracie, contrário à competição, disse a ele que não devia mais competir.

    Com Hélio GracieContado por Pedro Valente no Connect Cast · 2:08:20 · ler o artigo
  35. Segundo Sérgio Ignácio, em 1983, na praia do Quebra-Mar, Renzo Gracie, ainda adolescente e de faixa amarela ou laranja, pediu a um amigo muito forte chamado Bambam que o segurasse, escapou da imobilização, pegou as costas e o finalizou. Foi o que levou Sérgio a pedir o endereço da academia.

    Com Sérgio InácioContado por Sérgio Inácio no Pura Connection · 0:17:54 · ler o artigo
  36. Pinduka x Marco Ruas

    O aluno do Carlson que se ofereceu para enfrentar a luta livre e o empate que marcou os dois lados.
  37. Sylvio Behring contou que pegou a faixa-preta em janeiro de 1984. O irmão Marcelo, então faixa-marrom com 20 anos, lutou contra Flávio Molina e pegou a preta logo depois.

    Com Marcelo Behring, Flávio MolinaContado por Sylvio Behring no Connect Cast · 0:53:16 · ler o artigo
  38. Segundo Dedé Pederneiras, ele começou no jiu-jitsu em 1984, numa academia de musculação cuja promoção de abertura dava direito a uma luta. O professor Rodrigo Vieira emprestou um kimono para ele treinar uma semana.

    Com Rodrigo VieiraContado por André Pederneiras no Pura Connection · 0:03:23 · ler o artigo
  39. Segundo Fernando Pinduka, ele ouviu Robson Gracie perguntar a Carlson se a academia não tinha alguém para representá-la num desafio e se ofereceu para lutar contra Marco Ruas. A luta foi em 1984, sem dinheiro envolvido.

    Com Marco Ruas, Carlson Gracie, Robson GracieContado por Pinduca no Connect Cast · 0:18:09 · ler o artigo
  40. Marco Ruas contou que lutou vale-tudo contra Pinduca em 1984 e que a luta terminou empatada. Depois disso, segundo ele, ficou praticamente dez anos sem lutar.

    Com PinducaContado por Marco Ruas no Connect Cast · 1:21:10 · ler o artigo
  41. Segundo Pedro Rizzo, Marco Ruas lutou contra Pinduca em 1984, e foi a fita dessa luta que o atraiu para o treino do Marco.

    Com PinducaContado por Pedro Rizzo no Pura Connection · 1:26:18 · ler o artigo
  42. Segundo Marcelo Alonso, Eugênio Tadeu participou do vale-tudo de 1984 que mudou a história, que teve também Rolls Gracie contra Pinduca e Marcelo Behring contra Flávio Molina.

    Com Rolls Gracie, Pinduca, Marcelo Behring, Flávio MolinaContado por Marcelo Alonso no Podcast Nem Me Viu · 2:14:02 · ler o artigo
  43. Segundo Rogério Camões, em 1984 e 1985 ele passou a inscrever seus alunos de judô em campeonatos de jiu-jitsu, e foi assim que Megaton começou no jiu-jitsu.

    Com Megaton DiasContado por Rogério Camões no Pura Connection · 0:32:01 · ler o artigo
  44. Segundo Pinduka, quando a luta livre desafiou o jiu-jitsu e faltava representante, ele se ofereceu; Hélio Gracie decidiu que ninguém da família lutaria, só os alunos, e aprovou o nome dele.

    Com Hélio Gracie, Carlson Gracie, Robson GracieContado por Pinduca no Pura Connection · 0:26:34 · ler o artigo
  45. Segundo Pinduka, além dele lutaram pelo jiu-jitsu no desafio Marcelo Behring, um lutador chamado Inácio e Renan, surfista de ondas gigantes que nunca tinha brigado na rua.

    Com Marcelo Behring, PinducaContado por Pinduca no Pura Connection · 0:26:34 · ler o artigo
  46. Pinduka contou que tinha 10 dias para se preparar; Carlson achava que não precisava treinar diferente, e Robson levou o grupo para a academia de Hélio, onde treinaram com Rickson e os alunos, com Hélio supervisionando.

    Com Robson Gracie, Hélio Gracie, Rickson Gracie, Carlson GracieContado por Pinduca no Pura Connection · 0:36:33 · ler o artigo
  47. Segundo Pinduka, na luta de 1984 ele controlou o adversário no chão nos três rounds, mas os rounds de 5 minutos foram curtos para finalizar.

    Contado por Pinduca no Pura Connection · 0:37:34 · ler o artigo
  48. Segundo Sérgio Ignácio, ele entrou na Academia de Polícia em 1985, já faixa azul, e teve Walter Guimarães como professor de defesa pessoal; as aulas terminavam com cinco minutos de luta no chão, cinco de queda e cinco de luva.

    Com Walter GuimarãesContado por Sérgio Inácio no Pura Connection · 0:20:32 · ler o artigo
  49. Segundo Relson Gracie, ele chegou a São Francisco em 1985, oito anos antes do UFC, junto com Carlinhos Sauer, e trabalhou como ajudante de bombeiro e de pedreiro enquanto tentava dar aulas de jiu-jitsu.

    Com Carlos SauerContado por Relson Gracie no Pura Connection · 0:02:23 · ler o artigo
  50. Rogério Camões contou que, por volta de 1985 e 1986, dava aula na Corpore do Flamengo e treinava chão com Pedro Sauer, que saía da aula de Rickson Gracie e ia rolar com ele.

    Com Rogério Camões, Rickson GracieContado por Rogério Camões no Pura Connection · 0:06:17 · ler o artigo
  51. Segundo Kleber, em 1985, em Brasília, o guru Maharishi Mahesh Yogi pediu a ele indicação de alguém para tratar uma senhora da comitiva com câncer, e ele aproximou Carlos Gracie do Maharishi. Os dois se tornaram grandes amigos.

    Com Carlos GracieContado por Kleber no Pura Connection · 0:40:18 · ler o artigo
  52. Kleber contou que, em 1985, seguia a alimentação Gracie e já era amigo de Carlinhos, Crolin e Rilion Gracie.

    Com Carlos Gracie Júnior, Crolin Gracie, Rilion GracieContado por Kleber no Pura Connection · 0:39:47 · ler o artigo
  53. Segundo Kleber, numa reunião com cerca de 400 pessoas, em 1985, ele perguntou ao Maharishi por que a universidade não teria educação física e foi nomeado diretor dessa área, com Carlos Gracie como reitor.

    Com Carlos GracieContado por Kleber no Pura Connection · 0:45:01 · ler o artigo
  54. Segundo Roberto Gordo, por volta de 1985 ele começou a treinar com amigos na casa de um deles, sobre os tapetes da avó, com Pitoco ensinando defesa para a praia.

    Com Toti JordanContado por Roberto Gordo Correa no Pura Connection · 0:16:02 · ler o artigo
  55. Segundo Mestre Jacaré, em 1985 ele começou a dar aula sozinho, primeiro numa academia no Leblon e depois numa academia de judô em Ipanema, onde o jiu-jitsu tomou o espaço quando o professor de judô saiu.

    Contado por Romero Cavalcanti no Podcast Nem Me Viu · 0:25:35 · ler o artigo
  56. Fábio Gurgel contou que o último campeonato vencido pela academia de Hélio Gracie que ele viu foi em 1985, e que depois disso só a academia de Carlson Gracie venceu até a criação da confederação.

    Com Hélio GracieContado por Fábio Gurgel no Dos Nossos Podcast · 1:39:07 · ler o artigo
  57. Segundo Relson Gracie, ele chegou aos Estados Unidos pela Califórnia em 1985 e ficou três anos lá sem conseguir ensinar jiu-jitsu, porque as pessoas não conheciam a técnica.

    Contado por Relson Gracie no Connect Cast · 0:01:32 · ler o artigo
  58. Fábio Gurgel contou que a família Gracie chegou a ter três academias fazendo seletivas: a Gracie central, a de Rolls e a de Carlson, estas duas no mesmo prédio. Segundo ele, 1985 foi o último campeonato vencido pela academia Gracie, e depois Carlson teve hegemonia por cerca de 15 anos.

    Com Rolls GracieContado por Fábio Gurgel no Connect Cast · 0:22:30 · ler o artigo
  59. Eduardo Gavião contou que, no vale-tudo de 1986, Rickson recusou lutar com Marco Ruas por não conhecê-lo, e Pinduca aceitou com 18 dias de preparação e uma bolsa que hoje seria um salário mínimo.

    Com Rickson Gracie, PinducaContado por Eduardo Gavião no Pura Connection · 0:06:43 · ler o artigo
  60. Segundo Eduardo Gavião, Pinduca apanhou em pé contra Marco Ruas, passou a guarda e se recusou a parar no fim do round quando o árbitro Hélio Vígio quis interromper; a luta terminou empatada.

    Com Marco Ruas, Hélio VígioContado por Eduardo Gavião no Pura Connection · 0:07:47 · ler o artigo
  61. Eduardo Gavião contou que no vale-tudo de 1986 Renan Pitanguy foi o único do jiu-jitsu a perder, para Eugênio Tadeu, que o segurou pelo kimono e pelo cabelo até a toalha ser jogada; Molina e Marcelo Behring venceram.

    Com Eugênio Tadeu, Flávio Molina, Marcelo BehringContado por Eduardo Gavião no Pura Connection · 0:08:19 · ler o artigo
  62. Segundo Álvaro Romano, seu último campeonato de jiu-jitsu foi em 1986, no Fluminense, contra um ex-aluno juvenil de Rolls que tinha ido para a Gracie Barra. Perdeu por uma vantagem.

    Contado por Álvaro Romano no Connect Cast · 1:12:36 · ler o artigo
  63. Feu contou que tem um quadro com 180 medalhas e que a primeira é de 1986.

    Contado por Feu no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:56:41 · ler o artigo
  64. Ricardo De La Riva contou que recebeu a faixa-preta em 1986, quando já tinha academia própria.

    Contado por Ricardo De La Riva no Pura Connection · 0:20:25 · ler o artigo
  65. Segundo Ricardo Americano, em 1987 ele já era faixa-preta, e ele lamenta não ter ido cedo para a Inglaterra e escrito melhor o nome na história do crescimento do esporte.

    Contado por Ricardo Americano no Pura Connection · 0:02:21 · ler o artigo
  66. Pedro Rizzo contou que começou a treinar com Marco Ruas em 1987 e 1988, nas aulas no Copa Leme, onde Ruas ensinava boxe tailandês e depois luta de chão.

    Com Marco RuasContado por Pedro Rizzo no Connect Cast · 0:38:44 · ler o artigo
  67. Segundo Rogério Camões, em 1987 ele disputou um campeonato internacional de judô nos Estados Unidos e chegou às semifinais vencendo no chão; os americanos não sabiam o que era jiu-jitsu.

    Contado por Rogério Camões no Pura Connection · 0:05:15 · ler o artigo
  68. Álvaro Romano contou que começou a trabalhar com preparação física para luta em 1987 e que não se lembra de ninguém fazendo esse trabalho antes.

    Contado por Álvaro Romano no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:12:04 · ler o artigo
  69. Segundo Vini Campelo, em 1987 e 1988, já faixa-marrom, ele morou em Porto Alegre, onde não havia academia de jiu-jitsu, e passou a ensinar o chão no judô da Sogipa a pedido do professor.

    Contado por Vinícius Campelo no Pura Connection · 0:10:53 · ler o artigo
  70. Segundo Rogério Camões, seu último campeonato de judô foi em 1987, ano em que passou uma temporada no centro olímpico de Colorado Springs.

    Contado por Rogério Camões no Pura Connection · 0:43:29 · ler o artigo
  71. Zé Mário Sperry contou que ficou 48 dias em Fernando de Noronha em 1987 e que foi um dos primeiros a surfar de stand-up paddle ondas da Indonésia, em 2009.

    Contado por Zé Mário Sperry no Pura Connection · 0:02:22 · ler o artigo
  72. Fepa Lopes começou no jiu-jitsu em 1988, na Companhia Athletica, em São Paulo, e fez as primeiras aulas com Marcelo Behring.

    Com Marcelo BehringContado por Fepa Lopes no Pura Connection · 0:34:04 · ler o artigo
  73. Segundo Fepa Lopes, em 1988 o jiu-jitsu de São Paulo era muito fraco em relação ao resto do Brasil e poucas pessoas conheciam a arte.

    Contado por Fepa Lopes no Pura Connection · 0:36:08 · ler o artigo
  74. Segundo Flávio Canto, ele apanhou na escola e começou no judô para aprender a se defender, depois de ver Aurélio Miguel ser campeão olímpico em 1988.

    Contado por Flávio Canto no Pura Connection · 0:06:03 · ler o artigo
  75. Toti Jordan contou que dá aula desde 1988 e que sua academia tem 11 professores de jiu-jitsu.

    Contado por Toti Jordan no Pura Connection · 0:14:29 · ler o artigo
  76. Segundo Fepa Lopes, ele começou no jiu-jitsu em 1988 na Companhia Athletica, com aulas experimentais com Marcelo Behring. Um mês depois voltou e passou a treinar a sério com Valdomiro Peres Júnior, faixa-coral, que tinha assumido a turma após a saída de Marcelo.

    Com Marcelo Behring, Valdomiro Peres JúniorContado por Fepa Lopes no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:04:39 · ler o artigo
  77. Segundo Relson Gracie, ele começou a ensinar na Universidade do Havaí por volta de 1988 e 1989, e o número de alunos cresceu a cada luta de Royce no UFC, chegando a 342.

    Contado por Relson Gracie no Pura Connection · 0:33:39 · ler o artigo
  78. Raphael Abi-Rihan contou que começou no jiu-jitsu em 1988, aos 8 anos, na Carlson Gracie, com o professor Kiko Veloso, com quem ficou até os 18 anos.

    Com Kiko Veloso, Carlson GracieContado por Raphael Abi-Rihan no Pura Connection · 0:22:29 · ler o artigo
  79. Rodrigo Medeiros contou que, três meses depois de chegar à academia do Carlson, lutou a Copa Rolls Gracie de 1988, no Forte da Urca, e perdeu a final.

    Contado por Rodrigo Comprido no Pura Connection · 0:14:16 · ler o artigo
  80. Draculino guarda uma nota de jornal de esporte de 1988 que cita o nome dele entre os destaques da faixa-azul.

    Contado por Draculino no Pura Connection · 0:16:29 · ler o artigo
  81. Segundo Flávio Canto, ele começou a treinar judô com Geraldo no começo de 1989, com 13 para 14 anos, numa escolinha a cinco minutos de casa, na Barra.

    Com Geraldo BernardesContado por Flávio Canto no Pura Connection · 0:06:34 · ler o artigo
  82. Rommel Cardozo contou que, depois de uma lesão no tendão de Aquiles na capoeira, voltou ao jiu-jitsu e entrou na Gracie Barra como faixa-branca em 1989, aos 24 anos, a pedido do Soneca.

    Com Hélio SonecaContado por Rommel Cardozo no Pura Connection · 0:15:32 · ler o artigo
  83. Vinicinho Cruz contou que chegou definitivamente à academia de Carlson Gracie em 1989, com 16 ou 17 anos, quando Carlson já não tinha turma própria mas estava no tatame todos os dias.

    Com Carlson GracieContado por Vinícius Cruz no Pura Connection · 1:04:48 · ler o artigo
  84. Segundo Antônio Assef, ele nasceu em 1989.

    Contado por Antônio Assef no Pura Connection · 0:03:36 · ler o artigo
  85. Segundo Pedro Rizzo, ele começou a treinar com Marco Ruas em 1989, depois de ver a fita da luta de Marco contra Pinduca.

    Com Marco RuasContado por Pedro Rizzo no Pura Connection · 1:26:18 · ler o artigo
  86. Segundo Marcelo Alonso, ele começou a treinar em 1989 ou 1990 com o mestre Cláudio França, que pediu que ele fotografasse a Copa Atlântico Sul. Como não havia fotógrafo de luta, os atletas passaram a comprar as fotos, e ele virou fotógrafo do jiu-jitsu.

    Com Cláudio FrançaContado por Marcelo Alonso no Pura Connection · 0:04:27 · ler o artigo
  87. Segundo Mestre Jacaré, Fábio Gurgel foi graduado faixa-preta em 1989, quando já dava aula no Clube Federal; os dois se juntaram e criaram a academia Master.

    Com Romero CavalcantiContado por Romero Cavalcanti no Podcast Nem Me Viu · 0:26:07 · ler o artigo
  88. Segundo Rorion Gracie, a revista Playboy publicou em setembro de 1989 uma reportagem de Pat Jordan sobre ele, dizendo que estava disposto a lutar até a morte com qualquer um.

    Contado por Rorion Gracie no Connect Cast · 0:34:55 · ler o artigo
  89. Fábio Gurgel contou que recebeu a faixa-preta em 1989 e logo se tornou campeão absoluto na faixa-preta, disputando com Murilo e Amaury.

    Contado por Fábio Gurgel no Connect Cast · 0:32:26 · ler o artigo
  90. Segundo Fábio Gurgel, no mesmo ano em que ganhou a faixa-preta viajou aos Estados Unidos para treinar com Rickson Gracie e bateu nove vezes no primeiro treino, mesmo sendo o atual campeão absoluto.

    Com Rickson GracieContado por Fábio Gurgel no Connect Cast · 0:32:26 · ler o artigo
  91. Segundo Cristiano Marcello, ele começou no jiu-jitsu em 1989 com o mestre César Guimarães, o Casquinha, no subúrbio do Rio, onde ficou dois anos e meio.

    Com César GuimarãesContado por Cristiano Marcello no Pura Connection · 0:11:06 · ler o artigo
  92. Segundo Cristiano Marcello, ele treina jiu-jitsu desde 1989, recebeu a faixa-preta do Royler Gracie e morou com o Rickson Gracie.

    Com Royler Gracie, Rickson GracieContado por Cristiano Marcello no Pura Connection · 0:40:35 · ler o artigo

Anos 90

  1. Eduardo Gavião contou que foi aluno de Pinduca por 15 anos, recebeu a faixa-preta em 1990 e, em 1994, quando Pinduca foi dar aula na Gama Filho, passou a treinar com Carlson Gracie.

    Com Pinduca, Carlson GracieContado por Eduardo Gavião no Pura Connection · 0:12:57 · ler o artigo
  2. Léo Castelo Branco contou que perdeu para Murilo Bustamante depois que Murilo passou sua guarda e seu gás acabou, e que a Gracie Magazine elegeu a luta como a luta da década de 1990.

    Com Leonardo Castelo BrancoContado por Leonardo Castelo Branco no Connect Cast · 1:04:44 · ler o artigo
  3. Segundo Guilherme Valente, o manual de combate corpo a corpo do exército americano foi reescrito nos anos 1990 com base no programa de jiu-jitsu da academia Gracie, pelo trabalho de Rorion Gracie.

    Contado por Guilherme Valente no Pura Connection · 1:11:08 · ler o artigo
  4. Dedé Pederneiras contou que abriu sua primeira academia própria em 1990, num período de crescimento do jiu-jitsu, e investiu em bebida, restaurante e lanchonete para sustentar os alunos bolsistas.

    Contado por André Pederneiras no Pura Connection · 0:16:27 · ler o artigo
  5. Segundo Saulo Ribeiro, seu primeiro esporte foi o judô, escolhido pelo pai para dar disciplina a um menino com muita energia. O jiu-jitsu veio com a febre do começo dos anos 1990.

    Contado por Saulo Ribeiro no Pura Connection · 0:13:06 · ler o artigo
  6. Bezinho Otero contou que, nos anos 1990, havia forte rivalidade entre a Gracie Barra e as academias da Zona Sul, como Carlson Gracie, Alliance e Nova Geração, a ponto de atletas de equipes diferentes não se falarem nos campeonatos.

    Contado por Bezinho Otero no Pura Connection · 0:10:38 · ler o artigo
  7. Segundo Sérgio Ignácio, no início dos anos 1990 ele treinava muito sem kimono com Renzo Gracie, que se preparava para lutar vale-tudo no Japão. Eram treinos sem luva, em que Sérgio perdeu uns três dentes e deslocou o ombro várias vezes.

    Com Sérgio InácioContado por Sérgio Inácio no Pura Connection · 0:44:01 · ler o artigo
  8. Segundo Márcio Cromado, no fim dos anos 1990 ele deu mole e se arrepende de não ter escutado os conselhos dos mais antigos, numa carreira de atleta que é curta.

    Contado por Márcio Cromado no Pura Connection · 0:10:25 · ler o artigo
  9. Segundo Miltinho Vieira, entre 1990 e 1993 ainda não existia UFC nem ninguém ganhando dinheiro com MMA, e o sonho dele era viver de dar aula.

    Contado por Milton Vieira no Pura Connection · 0:18:38 · ler o artigo
  10. Demian Maia contou que começou no kung fu aos 12 anos, em agosto de 1990, depois de a mãe desistir de pagar o taekwondo por ser caro.

    Contado por Demian Maia no Connect Cast · 0:08:24 · ler o artigo
  11. Carlos Gama contou que recebeu a faixa marrom e a preta de Royler Gracie, com quem treinou nos anos 1990, em aulas particulares que começavam com defesa pessoal e terminavam no chão.

    Com Royler GracieContado por Carlos Gama no Pura Connection · 0:54:01 · ler o artigo
  12. Segundo Royler Gracie, ele morou em Los Angeles entre 1990 e 1991, na época da Guerra do Golfo, para trabalhar com um irmão, não se adaptou e voltou ao Brasil com a mulher e as três filhas.

    Contado por Royler Gracie no Pura Connection · 1:11:55 · ler o artigo
  13. Segundo Carlos Gama, Júlio montou na Gama Filho um time de competição muito forte nos anos 90, que depois virou a GF Team.

    Com Pedro Gama FilhoContado por Carlos Gama no Pura Connection · 1:38:18 · ler o artigo
  14. Segundo Celsinho Venicius, nos anos 1990 o jiu-jitsu dominou a Barra da Tijuca a ponto de não haver academia de outra arte marcial no bairro.

    Contado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 0:10:10 · ler o artigo
  15. Segundo Sylvio Behring, nos anos 1990 o jiu-jitsu viveu um grande boom e também uma banalização, com brigas em festas, e por muito tempo perdeu credibilidade para dar aula a crianças.

    Contado por Sylvio Behring no Pura Connection · 0:23:15 · ler o artigo
  16. Fábio Gurgel contou que, num seminário na Alemanha nos anos 1990, conheceu um instrutor de outra modalidade cujo professor tinha 50 mil alunos, quando a Alliance devia ter uns mil, e que isso o levou a criar uma metodologia.

    Contado por Fábio Gurgel no Pura Connection · 0:46:40 · ler o artigo
  17. Fábio Gurgel contou que nos anos 1990 queria treinar o mais duro possível e colocar os alunos para treinar assim, e que desde muito cedo quis viver de jiu-jitsu.

    Contado por Fábio Gurgel no Pura Connection · 0:58:52 · ler o artigo
  18. Kyra Gracie contou que cresceu na geração dos anos 1990, quando o jiu-jitsu ficou mal falado por causa de brigas em festas, e que se sentiu um peixe fora d'água e pensou em desistir várias vezes.

    Contado por Kyra Gracie no Pura Connection · 0:14:13 · ler o artigo
  19. Rômulo contou que entrou no colégio nos anos 1990, fase em que havia uma cultura forte de briga entre os alunos.

    Contado por Rômulo Arantes Neto no Pura Connection · 0:24:00 · ler o artigo
  20. Royler Gracie contou que num mesmo ano, no fim dos anos 1990, foi campeão carioca, pan-americano e mundial de jiu-jitsu, venceu o ADCC sem quimono e, no fim do ano, lutou vale-tudo com Sakuraba.

    Com Kazushi SakurabaContado por Royler Gracie no Pura Connection · 1:00:23 · ler o artigo
  21. Segundo Pedro Sauer, em 1990 Hélio Gracie disse a ele em Los Angeles que o jiu-jitsu ia dominar o mundo no dia em que qualquer mulher na rua soubesse dizer o que era.

    Com Pedro SauerContado por Pedro Sauer no Connect Cast · 0:21:10 · ler o artigo
  22. Pedro Sauer contou que trabalhou 12 anos na Bolsa do Rio e largou o emprego em 1990, aos 32 anos e sem falar inglês, para ir aos Estados Unidos com Hélio Gracie; os dois moraram seis meses na garagem de Rickson.

    Com Hélio Gracie, Rickson GracieContado por Pedro Sauer no Connect Cast · 0:32:05 · ler o artigo
  23. Segundo Pedro Sauer, ele e Maurício Behring ganharam a faixa-preta no mesmo dia; no fim dos anos 1990, Maurício contou que tinha parado de treinar por causa da pressão dos alunos mais novos, e aí Pedro entendeu a filosofia de Hélio.

    Com Maurício Behring, Hélio GracieContado por Pedro Sauer no Connect Cast · 2:15:36 · ler o artigo
  24. Segundo Cristiano Marcello, a preparação física praticamente não existia no jiu-jitsu até meados dos anos 90, quando o Paulo Caruso se tornou um dos propulsores da área.

    Contado por Cristiano Marcello no Pura Connection · 0:52:00 · ler o artigo
  25. Draculino lembrou a rivalidade entre jiu-jitsu e luta livre no início dos anos 90 e chamou Eugênio Tadeu de gênio e supra-sumo da luta livre.

    Com Eugênio TadeuContado por Draculino no Pura Connection · 1:16:47 · ler o artigo
  26. Segundo Leonardo Xavier, os treinos com Rockson Gracie, que veio ao Brasil para os primeiros grandes campeonatos ainda faixa-azul, esquentaram até ele dizer ao Rockson que não era inimigo dele e que o pai dele era seu ídolo; a partir daí os dois passaram a se ajudar.

    Com Rockson GracieContado por Leonardo Xavier no Pura Connection · 0:21:10 · ler o artigo
  27. Segundo Viktor Doria, nos anos 1990 também havia atletas que chegavam cedo à faixa-preta por causa da competição, como Vitor Shaolin, Robson Moura e Léo Santos, e todos se tornaram professores excepcionais.

    Com Robson Moura, Léo SantosContado por Viktor Doria no Pura Connection · 0:10:14 · ler o artigo
  28. Álvaro Romano contou que fez a preparação física de Fábio Gurgel e Murilo Bustamante para o desafio contra a luta livre de 1991 e que ali aplicou treino mental pela primeira vez, num hotel da Barra da Tijuca, com Murilo, Marcelo Behring e Fábio.

    Com Fábio Gurgel, Murilo Bustamante, Marcelo BehringContado por Álvaro Romano no Connect Cast · 0:18:48 · ler o artigo
  29. Segundo Léo Castelo Branco, no vale-tudo de 1991 Marcelo Behring teve um problema no cotovelo e Carlson Gracie chegou a pensar em colocar o Léo, que recusou por estar parado e terminando a faculdade.

    Com Leonardo Castelo Branco, Carlson GracieContado por Leonardo Castelo Branco no Connect Cast · 2:07:05 · ler o artigo
  30. Rommel Cardozo contou que na Copa Pelé de 1991 lutou com um atleta chamado Igor e no dia seguinte venceu a final contra Léo Dalla, depois de o Soneca o apresentar ao açaí no Leblon.

    Com Léo Dalla, Hélio SonecaContado por Rommel Cardozo no Pura Connection · 0:39:25 · ler o artigo
  31. Segundo Rommel Cardozo, o troféu da Copa Pelé foi um prato entregue por Carlos Gracie, com o Pelé ao lado.

    Contado por Rommel Cardozo no Pura Connection · 0:41:01 · ler o artigo
  32. Bebeo Duarte contou que já era faixa-marrom na época do desafio entre luta livre e jiu-jitsu de 1991 e que, depois daquele vale-tudo, a turma do Carlson nunca mais parou de treinar sem quimono.

    Contado por Bebeo Duarte no Pura Connection · 0:48:41 · ler o artigo
  33. Vitor Shaolin contou que, na revanche contra o garoto da escola, usou o pisão e a mão na distância que viu Murilo Bustamante usar no Grajaú em 1991, derrubou e montou o rival.

    Com Murilo BustamanteContado por Vitor Shaolin Ribeiro no Connect Cast · 0:28:48 · ler o artigo
  34. Xande Ribeiro contou que conheceu Royler Gracie por volta de 1991 ou 1992, num campeonato em Manaus, e que Royler já dava aula para Saulo. Segundo Xande, uma frase de Royler sobre atacar o pescoço mudou seu jogo por baixo.

    Com Royler Gracie, Saulo RibeiroContado por Xande Ribeiro no Pura Connection · 0:50:15 · ler o artigo
  35. Viktor Doria contou que o vale-tudo de 1991 com Fábio Gurgel foi uma das coisas que o levaram ao jiu-jitsu, e que Gurgel era arquirrival de Amaury Bitetti, parceiro de treino dele.

    Com Amaury Bitetti, Viktor DoriaContado por Viktor Doria no Dos Nossos Podcast · 1:18:36 · ler o artigo
  36. Segundo Fábio Gurgel, a luta livre invadiu a Copa Nastra, na Urca, enquanto ele se aquecia para a final do absoluto com Amaury, episódio que levou ao desafio jiu-jitsu contra luta livre de 1991.

    Com Amaury BitettiContado por Fábio Gurgel no Podcast Nem Me Viu · 0:51:51 · ler o artigo
  37. Segundo Fábio Gurgel, Carlson, Robson e Marcelo Behring negociaram o evento contra a luta livre, e Marcelo Behring colocou o nome de Fábio entre os lutadores.

    Com Marcelo Behring, Carlson Gracie, Robson GracieContado por Fábio Gurgel no Podcast Nem Me Viu · 0:52:54 · ler o artigo
  38. Segundo Fábio Gurgel, Carlson Gracie assumiu o treinamento da equipe de jiu-jitsu por seis meses, reunindo rivais como Amaury, Murilo, Zé Mário e Libório; o jiu-jitsu venceu por 3 a 0, em lutas sem luva, de meia hora e sem rounds.

    Com Fábio Gurgel, Amaury Bitetti, Murilo Bustamante, Zé Mário Sperry, Ricardo LibórioContado por Fábio Gurgel no Podcast Nem Me Viu · 0:53:29 · ler o artigo
  39. Segundo Fábio Gurgel, João Alberto Barreto fez a preleção da equipe de jiu-jitsu dizendo que braço quebrado, dente ou visão perdidos virariam medalha no museu, e que o córner não teria toalha.

    Contado por Fábio Gurgel no Podcast Nem Me Viu · 0:55:03 · ler o artigo
  40. Segundo Mestre Jacaré, o desafio de 1991 foi no Grajaú Country Club, que comportava mil pessoas, com três ou quatro mil tentando entrar e tiros disparados pela polícia na confusão da porta.

    Contado por Romero Cavalcanti no Podcast Nem Me Viu · 0:56:37 · ler o artigo
  41. Marcelo Alonso contou que Wallid Ismail, ainda faixa-marrom, foi ao jornal desafiar a luta livre, o que levou ao vale-tudo de 1991, o primeiro mostrado ao vivo na Globo.

    Contado por Marcelo Alonso no Podcast Nem Me Viu · 1:55:31 · ler o artigo
  42. Fábio Gurgel contou que treinou seis meses com Carlson Gracie para o desafio de vale-tudo contra a luta livre em 1991, e que Carlson lhe disse que ele não levaria nem um tapa na cara.

    Com Carlson GracieContado por Fábio Gurgel no Dos Nossos Podcast · 1:40:12 · ler o artigo
  43. Segundo Fábio Gurgel, no evento de 1991 Wallid Ismail e Murilo Bustamante venceram antes dele; Hugo Duarte subiu ao ringue para ganhar por W.O., e Carlson disse que Fábio venceria Denilson rápido e pegaria o Hugo também. Após a vitória de Fábio, o ringue foi invadido e o evento acabou.

    Com Wallid Ismail, Murilo Bustamante, Hugo Duarte, Denilson Maia, Carlson GracieContado por Fábio Gurgel no Dos Nossos Podcast · 1:46:26 · ler o artigo
  44. Fábio Gurgel contou que foi o primeiro faixa-preta formado por Romero Jacaré e que virou sócio dele em 1991, aos 21 anos, na academia Master, sociedade que dura até hoje.

    Com Romero CavalcantiContado por Fábio Gurgel no Dos Nossos Podcast · 1:11:58 · ler o artigo
  45. Segundo Wallid Ismail, em 1991, aos 23 anos, ele lançou o desafio entre jiu-jitsu e luta livre transmitido ao vivo pela Globo; o jiu-jitsu venceu por 3 a 0 e ele derrotou Renan Pitanguy.

    Com Renan PitanguyContado por Wallid Ismail no Podcast Nem Me Viu · 0:21:49 · ler o artigo
  46. Wallid Ismail afirmou que o evento de 1991 entrou no plano de negócios do UFC, criado dois anos depois.

    Contado por Wallid Ismail no Podcast Nem Me Viu · 0:21:49 · ler o artigo
  47. Segundo Fábio Gurgel, João Alberto Barreto foi o árbitro do desafio de 1991 e, no vestiário do jiu-jitsu, disse aos atletas que eles representavam um legado de 70 anos e que o corner deles não tinha toalha.

    Com Fábio GurgelContado por Fábio Gurgel no Connect Cast · 0:07:53 · ler o artigo
  48. Fábio Gurgel contou que, rival da academia de Carlson Gracie a vida toda, foi treinado por Carlson durante seis meses para o vale-tudo de 1991, ao lado de Murilo, Libório e Zé Mário.

    Com Carlson Gracie, Murilo Bustamante, Ricardo Libório, Zé Mário SperryContado por Fábio Gurgel no Connect Cast · 0:14:11 · ler o artigo
  49. Segundo Fábio Gurgel, Carlson Gracie garantiu a ele que não tomaria nenhum tapa no rosto na luta de 1991, e isso se confirmou.

    Com Fábio GurgelContado por Fábio Gurgel no Connect Cast · 0:14:11 · ler o artigo
  50. Álvaro Romano contou que em 1991, na época do desafio entre jiu-jitsu e luta livre, fazia sessões de relaxamento e visualização com Marcelo Behring, um dos primeiros atletas a treinar com ele.

    Com Álvaro RomanoContado por Álvaro Romano no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:17:18 · ler o artigo
  51. Jean Jacques Machado contou que se mudou para os Estados Unidos em 1992, um ano depois da morte do pai, para ajudar os irmãos, e que abriram lá a primeira e a segunda academia.

    Contado por Jean Jacques Machado no Pura Connection · 0:30:46 · ler o artigo
  52. Cauã Reymond contou que treinou na Strike nas férias entre 1992 e 1994.

    Contado por Cauã Reymond no Pura Connection · 0:13:40 · ler o artigo
  53. Erica Paes contou que começou no jiu-jitsu entre o fim de 1991 e o começo de 1992, com 11 para 12 anos, porque sempre levava a pior nas brigas com o irmão mais velho.

    Contado por Erica Paes no Pura Connection · 0:04:33 · ler o artigo
  54. Roberto Gordo contou que Marcelo Behring, que não escondia técnica de ninguém, o levou ainda faixa-marrom para treinar na academia de Carlson Gracie, por volta de 1992.

    Com Roberto Gordo Correa, Carlson GracieContado por Roberto Gordo Correa no Pura Connection · 0:52:11 · ler o artigo
  55. Segundo Roberto Gordo, em 1992, na época do desafio de vale-tudo de Wallid Ismail, ele mostrou na Gracie Barra como a meia-guarda protegia de socos e cotoveladas.

    Com Wallid IsmailContado por Roberto Gordo Correa no Pura Connection · 1:20:57 · ler o artigo
  56. Pedro Sauer contou que em 1992, na Virgínia, um militar da Marinha desafiou por carta os Navy SEALs; depois do seminário, Pedro derrubou o general no estacionamento e passou a ensinar o currículo de Hélio Gracie na base.

    Contado por Pedro Sauer no Connect Cast · 0:50:23 · ler o artigo
  57. Vini Campelo contou que começou a dar aula em 1992, no clube AX da Barra da Tijuca, apenas para amigos pilotos, nos dias de folga.

    Contado por Vinícius Campelo no Pura Connection · 0:47:17 · ler o artigo
  58. Vini Campelo contou que, no início da academia, lutadores de caratê e kickboxing vinham desafiá-lo, e ele finalizou todos sem machucar ninguém.

    Contado por Vinícius Campelo no Pura Connection · 0:51:32 · ler o artigo
  59. Fundação: Valente Brothers

    Três irmãos criados na casa de Hélio Gracie levaram o jiu-jitsu de defesa pessoal para Miami, largaram os campeonatos e viraram referência.
  60. UFC 1

    O torneio que o Rorion montou com dinheiro de aluno e nomes tirados de um chapéu, contado por quem estava em Denver.
  61. Segundo Muzio De Angelis, a academia Strike funcionou no Leblon de 1993 a 1997 e acabou quando Roberto Traven e Alexandre Paiva se separaram; ele seguiu com Traven, seu mestre. A marca foi relançada com sócios a partir de 2020.

    Com Alexandre Paiva, Muzio De AngelisContado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 0:03:52 · ler o artigo
  62. Segundo Muzio De Angelis, a Alliance nasceu no fim de 1993 da união da Strike com a Master de Fábio Gurgel e Jacaré e com Leonardo Castelo Branco, para enfrentar a equipe de Carlson Gracie.

    Com Fábio Gurgel, Romero Cavalcanti, Leonardo Castelo Branco, Alexandre PaivaContado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 0:05:57 · ler o artigo
  63. Segundo Álvaro Romano, que estava no primeiro UFC, Rorion Gracie entrou no quarto de blazer antes do evento e disse que naquele dia iam mudar a história do jiu-jitsu.

    Com Álvaro RomanoContado por Álvaro Romano no Connect Cast · 0:21:56 · ler o artigo
  64. Na opinião de Álvaro Romano, Royce Gracie não fez preparação física específica para o primeiro UFC; o treino foi de luta, porque a técnica era muito superior.

    Contado por Álvaro Romano no Connect Cast · 1:17:44 · ler o artigo
  65. Segundo Léo Castelo Branco, quando enfrentou Libório em 1993, Carlson Gracie dizia que Libório era o lutador que estava sendo preparado, e Royler Gracie disse numa entrevista que Rickson ia esfregar o tatame com a cara de Libório.

    Com Leonardo Castelo Branco, Carlson Gracie, Royler Gracie, Rickson GracieContado por Leonardo Castelo Branco no Connect Cast · 1:09:07 · ler o artigo
  66. Segundo Léo Castelo Branco, ele fez dois pontos em Libório, que até então nunca tinha tomado ponto nas lutas dele.

    Com Ricardo LibórioContado por Leonardo Castelo Branco no Connect Cast · 1:12:19 · ler o artigo
  67. Segundo Vitor, ele chegou à academia de Carlson Gracie em 1993, vindo da seleção brasileira de polo aquático.

    Com Carlson GracieContado por Viktor Doria no Connect Cast · 1:35:37 · ler o artigo
  68. Segundo Vitor, na academia de Carlson Gracie em 1993 todo treino começava de joelhos e só cabiam quatro duplas treinando em pé para 30 ou 40 alunos.

    Com Viktor DoriaContado por Viktor Doria no Connect Cast · 1:46:35 · ler o artigo
  69. Para Vitor, a técnica que Royce Gracie usava em 1993 continua funcionando hoje.

    Contado por Viktor Doria no Connect Cast · 1:27:44 · ler o artigo
  70. Pedro Valente contou que se mudou para os Estados Unidos em 1993 e esteve em Denver, em novembro daquele ano, no primeiro UFC.

    Com Rorion GracieContado por Pedro Valente no Pura Connection · 0:15:07 · ler o artigo
  71. Segundo Jean Vandesteen, depois do UFC de 1993, brasileiros passaram a treinar americanos para lutar contra Royce Gracie, e o nome Brazilian jiu-jitsu surgiu como forma de vender o jiu-jitsu sem usar o nome da família Gracie.

    Contado por Jean Vandesteen no Pura Connection · 0:37:07 · ler o artigo
  72. Segundo Fepa Lopes, no Campeonato Brasileiro de 1993 Macaco perdeu uma luta, pegou o microfone e disse ao público que ainda iam ouvir falar muito dele.

    Contado por Fepa Lopes no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:17:53 · ler o artigo
  73. Pedro Valente contou que se mudou para Miami em agosto de 1993 para estudar e que assistiu ao primeiro UFC, em Denver, ao lado de Rorion, Royce e Hélio Gracie.

    Com Hélio Gracie, Rorion Gracie, Royce GracieContado por Pedro Valente no Connect Cast · 1:19:12 · ler o artigo
  74. Segundo Pedro Valente, ele começou a dar aula de jiu-jitsu em 1993 e, em 1999, já tinha um bom número de alunos, mas ainda estava indeciso sobre a profissão.

    Contado por Pedro Valente no Pura Connection · 0:34:02 · ler o artigo
  75. Segundo Relson Gracie, ele tinha 80 alunos na universidade no Havaí quando Royce Gracie lutou o primeiro UFC, em 1993, e chegou a 700 inscritos depois da quinta luta do Royce, com 180 pessoas na lista de espera.

    Com Royce GracieContado por Relson Gracie no Pura Connection · 0:06:33 · ler o artigo
  76. Segundo Relson Gracie, ele recebeu a faixa vermelha e preta em 1993, no dia em que Royce lutou o primeiro UFC, e a faixa vermelha em 2013, num 6 de abril, depois de 20 anos ensinando nos Estados Unidos.

    Com Royce GracieContado por Relson Gracie no Pura Connection · 1:19:17 · ler o artigo
  77. Rodrigo Comprido contou que começou a treinar jiu-jitsu em 1993.

    Contado por Rodrigo Comprido no Pura Connection · 0:07:51 · ler o artigo
  78. Viktor Doria contou que começou a treinar jiu-jitsu em 1993, com 20 anos, e que o esporte sempre fez parte integral da vida dele.

    Contado por Viktor Doria no Dos Nossos Podcast · 0:20:59 · ler o artigo
  79. Segundo Marinho Filho, Rorion Gracie escolheu Royce em vez de Rickson para representar a família no torneio de 1993 porque um lutador menor e mais magro ressaltaria a técnica do jiu-jitsu.

    Com Royce Gracie, Rickson GracieContado por Marinho Filho no Pura Connection · 0:42:35 · ler o artigo
  80. Segundo Márcio Feitosa, Carlinhos Gracie fundou a Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu em 1993, dentro de casa; os atletas se pesavam lá na véspera e as chaves de papel ficavam na parede. Feitosa era faixa-roxa na época.

    Com FeitosaContado por Feitosa no Pura Connection · 0:17:52 · ler o artigo
  81. Marinho Filho contou que começou no jiu-jitsu em 1993, no Arpoador, impressionado com Andrezinho, aluno de Malibu, que vencia caras mais fortes nas brigas.

    Contado por Marinho Filho no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:29:25 · ler o artigo
  82. Segundo Rafael Cordeiro, no primeiro vale-tudo da turma da Chute Boxe, em Curitiba em 1993, ele, Pelé e Nilsão lutaram com a mesma sunga roxa, única amostra que o patrocinador tinha; Pelé venceu por nocaute e os três ganharam.

    Com Pelé Landi, NilsãoContado por Rafael Cordeiro no Dos Nossos Podcast · 0:39:37 · ler o artigo
  83. Segundo Rodrigo Medeiros, no Brasileiro de 1993 ele fez cinco lutas, foi escolhido o atleta mais técnico da faixa roxa e recebeu a medalha das mãos de Carlos Gracie, a única vez que o encontrou.

    Com Carlos GracieContado por Rodrigo Comprido no Pura Connection · 0:47:18 · ler o artigo
  84. Magid Hage contou que o pai começou a treinar jiu-jitsu em 1993, ano em que ele nasceu, e era faixa-roxa quando a família chegou aos Estados Unidos.

    Contado por Magid Hage no Pura Connection · 0:03:57 · ler o artigo
  85. Segundo Fábio Gurgel, a Alliance foi fundada em 1993 para reunir sob uma bandeira os alunos de Jacaré, que se enfrentavam em campeonatos depois que Alexandre abriu academia própria; o objetivo era ser a maior equipe de jiu-jitsu do mundo.

    Com Romero Cavalcanti, Alexandre PaivaContado por Fábio Gurgel no Podcast Nem Me Viu · 0:28:43 · ler o artigo
  86. Segundo Fábio Gurgel, Carlinhos Gracie foi visionário ao fundar a Confederação Brasileira em 1993, quando muitos riam da ideia; a IBJJF surgiu da Confederação.

    Contado por Fábio Gurgel no Podcast Nem Me Viu · 0:59:42 · ler o artigo
  87. Segundo Fábio Gurgel, a Alliance foi fundada em 1993 com o objetivo de ser a melhor equipe de jiu-jitsu do mundo.

    Contado por Fábio Gurgel no Dos Nossos Podcast · 0:27:49 · ler o artigo
  88. Draculino afirmou ser membro fundador da CBJJ, criada por Carlinhos Gracie, por volta de 1993 e 1994.

    Com Carlos Gracie JúniorContado por Draculino no Pura Connection · 0:19:05 · ler o artigo
  89. Segundo Robert Drysdale, Carlson repetia a vida inteira que o vale-tudo era a maneira de vender o jiu-jitsu. Rorion se mudou para os Estados Unidos em 1978 ou 1979 e só criou o UFC em 1993, depois de o vale-tudo passar na Rede Globo em 1991.

    Com Carlson GracieContado por Robert Drysdale no Connect Cast · 0:58:59 · ler o artigo
  90. Segundo Muzio De Angelis, ele começou a competir em 1988, no juvenil, de faixa-azul, e pegou a faixa-preta em 1994, aos 22 anos.

    Contado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 0:01:19 · ler o artigo
  91. Segundo Léo Castelo Branco, a Alliance começou no fim de 1994 com sete fundadores, entre eles ele, Jacaré e Fábio Gurgel, e ele foi o primeiro presidente da equipe.

    Com Romero Cavalcanti, Fábio GurgelContado por Leonardo Castelo Branco no Connect Cast · 1:16:52 · ler o artigo
  92. Segundo Luiz Cabelinho, ele começou a arbitrar em 1994 ou 1995, levado por Zé Beleza, e numa época em que um só árbitro decidia cada luta.

    Contado por Luiz Cabelinho no Pura Connection · 0:37:22 · ler o artigo
  93. Segundo Toti Jordan, ele levou a Infight para o ABC Paulista por volta de 1994 e 1995, numa região em que achava não haver academia de jiu-jitsu.

    Contado por Toti Jordan no Pura Connection · 0:22:22 · ler o artigo
  94. Segundo Sérgio Bolão, em 1994 a mãe o pressionava a voltar para Manaus; ele abriu a própria academia perto da de Carlson com 14 alunos e, com bolsas para estudantes, chegou a 80 no segundo ano.

    Contado por Sérgio Bolão no Connect Cast · 0:38:37 · ler o artigo
  95. Segundo Sérgio Bolão, Carlão Barreto foi seu aluno da faixa branca à preta e também aprendeu muito com Carlson; Bolão colocou seus alunos para ajudar Carlão no desafio de 1994.

    Com Sérgio Bolão, Carlson GracieContado por Sérgio Bolão no Connect Cast · 0:39:09 · ler o artigo
  96. Segundo Fepa Lopes, por volta de 1994 ele, Roberto Godoy, Macaco e Valdomiro Peres Júnior davam aula numa academia pequena em Moema, a Companhia Paulista de Jiu-Jitsu.

    Com Fepa Lopes, Jorge Patino, Valdomiro Peres JúniorContado por Fepa Lopes no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:14:38 · ler o artigo
  97. Segundo Fernando Pinduka, depois de quase dez anos de tentativas, ele conseguiu colocar o jiu-jitsu como disciplina no curso de educação física da Gama Filho com apoio do professor Pedro Gama Filho, e deu a disciplina de 1994 a 2001.

    Contado por Pinduca no Connect Cast · 0:59:38 · ler o artigo
  98. Toco Albuquerque contou que perdeu por estrangulamento uma luta casada entre a equipe de Carlson Gracie e um time rival, por volta de 1994 segundo ele, depois de virar de quatro e ceder as costas.

    Com Carlson GracieContado por Toco no Pura Connection · 0:20:39 · ler o artigo
  99. Segundo Bezinho Otero, ele largou o bodyboard aos 14 anos, quando começou no jiu-jitsu, em 1994.

    Contado por Bezinho Otero no Pura Connection · 0:04:18 · ler o artigo
  100. Bezinho Otero contou que começou a treinar numa academia perto de casa, no Leblon, que tinha como professores Roberto Traven e Alexandre Paiva.

    Com Roberto Traven, Alexandre PaivaContado por Bezinho Otero no Pura Connection · 0:04:50 · ler o artigo
  101. Segundo Antoine Jaoude, em 1994 Paulo Caruso convidou a turma do wrestling para um treino aberto na academia que estava inaugurando na Barra da Tijuca, sendo um dos primeiros a levar o wrestling para o jiu-jitsu.

    Com Antoine JaoudeContado por Antoine Jaoude no Pura Connection · 0:18:04 · ler o artigo
  102. Segundo William Carmona, ele começou a treinar em 1994 ou 1995 na equipe liderada por Valdomiro Júnior, onde Roberto Godoy tinha acabado de pegar a faixa-marrom e Jorge Patino, o Macaco, era faixa-azul.

    Com Valdomiro Peres Júnior, Roberto Godoy, Jorge PatinoContado por William Carmona no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:24:47 · ler o artigo
  103. Demian Maia contou que em 1994 um amigo apareceu com a fita VHS do UFC 2 e que se impressionou com Royce Gracie.

    Com Royce GracieContado por Demian Maia no Connect Cast · 0:17:09 · ler o artigo
  104. Felipe Gama contou que começou a amizade com Royler em 1986 e foi para a Gracie Humaitá em 1994, depois de ganhar a faixa roxa de Rickson.

    Com Royler Gracie, Rickson GracieContado por Felipe Gama no Pura Connection · 0:55:33 · ler o artigo
  105. Em 1994, segundo Vinicio Antony, ele venceu em segundos o tricampeão invicto Paulo Afonso no Campeonato Brasileiro, mas perdeu a final para um estreante por excesso de confiança.

    Contado por Vinicio Antony no Pura Connection · 1:19:23 · ler o artigo
  106. Alex Alves contou que começou no jiu-jitsu em 1994, no sul de Minas, com o mestre Jorge Pena Barbosa, levado por um amigo que era campeão brasileiro.

    Com Jorge Pena BarbosaContado por Alex Alves no Pura Connection · 0:24:10 · ler o artigo
  107. Rafael Carino contou que chegou à academia de Dedé Pederneiras em 1994 e no mesmo ano foi campeão brasileiro de faixa-azul no primeiro Brasileiro da CBJJ, integrou a primeira seleção da CBJJ e foi campeão do primeiro Pan-Americano da entidade.

    Com André PederneirasContado por Rafael Carino no Pura Connection · 0:25:12 · ler o artigo
  108. Robert Drysdale disse que Carlson e Rolls criaram a receita do jiu-jitsu, e Carlos Gracie Júnior e outros criaram o forno, com a organização da confederação em 1994.

    Com Carlson Gracie, Rolls GracieContado por Robert Drysdale no Pura Connection · 1:28:09 · ler o artigo
  109. Segundo Marcelo Alonso, um árabe que tinha visto o UFC em 1993 chegou ao Rio em 1994 para treinar com Nelsinho Monteiro, faixa-preta de Carlinhos Gracie, sem revelar quem era. No último dia contou ser príncipe e levou Nelsinho para ensinar em Abu Dhabi, origem do ADCC.

    Com Rickson Gracie, Carlos Gracie JúniorContado por Marcelo Alonso no Pura Connection · 0:57:12 · ler o artigo
  110. Segundo Marcelo Alonso, no Campeonato Brasileiro de 1994 Carlson Gracie o avisou para ficar de olho em Vitor Belfort, que chamou de fenômeno.

    Com Vitor Belfort, Marcelo AlonsoContado por Marcelo Alonso no Podcast Nem Me Viu · 0:28:51 · ler o artigo
  111. Segundo Marcelo Alonso, a Tatame surgiu em 1994 e a Gracie Magazine virou revista em 1995, e antes disso as revistas de luta saíam de três em três meses.

    Contado por Marcelo Alonso no Podcast Nem Me Viu · 0:25:45 · ler o artigo
  112. Segundo Pedro Sauer, quando tinha cerca de 30 academias associadas, ele fechou a Associação Pedro Sauer, por volta de 1994, para se juntar à associação que Rickson Gracie abriu nos Estados Unidos.

    Com Rickson GracieContado por Pedro Sauer no Connect Cast · 0:53:29 · ler o artigo
  113. Segundo o Morango, a primeira competição dele foi um estadual em 1994, que ele venceu.

    Contado por Fabrício Camões no Pura Connection · 0:07:31 · ler o artigo
  114. Fundação: Nova União

    Como uma academia do Flamengo e outra da Penha juntaram forças para ganhar o Rio e acabaram campeãs do mundo, no jiu-jitsu e no MMA.
  115. Sérgio Malibu contou que trabalhou sete anos com a Indonésia depois do tiro, virou importador e quebrou em 1995 para 1996, justamente quando o jiu-jitsu cresceu.

    Contado por Sérgio Malibu no Connect Cast · 0:47:16 · ler o artigo
  116. Fernando Belatto contou que começou no jiu-jitsu em 1995, aos 13 ou 14 anos, com Celso Cavallini em São Paulo, com quem ficou até a faixa-azul.

    Com Celso CavalliniContado por Fernando Belatto no Pura Connection · 0:12:57 · ler o artigo
  117. Segundo Fernando Belatto, ele começou a treinar jiu-jitsu entre 1995 e 1996 com Celso Cavallini, em São Paulo, e ficou com ele até a faixa-azul.

    Com Celso CavalliniContado por Fernando Belatto no Pura Connection · 0:06:13 · ler o artigo
  118. Pedro Salomão contou que foi um dos campeões infanto-juvenis da academia Carlson Gracie no campeonato de 1995, que acredita ter sido o primeiro organizado pela Confederação.

    Com Carlson GracieContado por Pedro Salomão no Pura Connection · 0:07:07 · ler o artigo
  119. Segundo Pedro Salomão, numa foto para a revista Tatame organizada por Marcelo Alonso e Saporito, Carlson Gracie mandou sair todos os medalhistas de prata, dizendo que o segundo colocado é o primeiro derrotado. A maioria voltou no campeonato seguinte com ouro.

    Com Marcelo AlonsoContado por Pedro Salomão no Pura Connection · 0:07:38 · ler o artigo
  120. Segundo Sérgio Bolão, a equipe Carlson Gracie era o time a ser batido, o 'Barcelona do jiu-jitsu', e manteve o domínio até 1995 sem que a equipe de Carlinhos chegasse perto.

    Com Carlos Gracie JúniorContado por Sérgio Bolão no Connect Cast · 1:20:39 · ler o artigo
  121. Rangel Farias contou que começou nas artes marciais em 1995, quando foi buscar o irmão num treino de taekwondo.

    Contado por Rangel Farias no Podcast Nem Me Viu · 0:19:11 · ler o artigo
  122. Segundo André Seabra, além de professor ele é técnico em radiologia e barbeiro desde 1995, no mesmo bairro em que dá aula há 31 anos.

    Contado por André Seabra no Pura Connection · 1:19:00 · ler o artigo
  123. Erica Paes contou que, na primeira vez que foi ao Rio, por volta de 1995 ou 1996, foi campeã brasileira.

    Contado por Erica Paes no Pura Connection · 0:09:48 · ler o artigo
  124. Carlos Sapão contou que lutou pela primeira vez entre os adultos em 1995, na Copa Esporte e Ação, em Teresópolis, com 13 anos, e perdeu a final para um dos irmãos Bastos.

    Contado por Carlos Sapão no Pura Connection · 0:25:56 · ler o artigo
  125. Segundo Pedro Rizzo, Marco Ruas venceu o UFC 7 em 7 de setembro de 1995, e ele viajou com o mestre para o evento.

    Com Pedro RizzoContado por Pedro Rizzo no Pura Connection · 1:28:25 · ler o artigo
  126. Carlson Gracie Júnior contou que foi para os Estados Unidos em 1995, chamado pelo pai para uma luta de MMA, e que o Carlson já estava lá com Vitor Belfort. Acabou ficando para dar aulas.

    Com Carlson Gracie, Vitor BelfortContado por Carlson Gracie Júnior no Connect Cast · 0:10:28 · ler o artigo
  127. Segundo Gustavo Ximu, Marco Ruas foi campeão do UFC 7, em 1995.

    Contado por Gustavo Ximu no Pura Connection · 0:56:24 · ler o artigo
  128. Rafael Carino contou que a Nova União surgiu em 1995, da junção da equipe de André Pederneiras, da qual ele fazia parte, com a de Wendell Alexander.

    Com Wendell Alexander, Rafael CarinoContado por Rafael Carino no Pura Connection · 0:04:56 · ler o artigo
  129. Segundo Márcio Feitosa, ele só perdeu a primeira luta já na faixa-marrom, no primeiro Pan-Americano, em 1995, torneio que Carlinhos Gracie anunciou quando outras equipes o achavam maluco.

    Com Carlos Gracie JúniorContado por Feitosa no Pura Connection · 0:26:49 · ler o artigo
  130. Segundo Roberto Gordo, em 1995 Carlinhos Gracie o levou com Márcio Defeituosa para uma série de seminários na Austrália, onde os dois treinavam com todos os participantes no fim da aula.

    Com Carlos Gracie JúniorContado por Roberto Gordo Correa no Pura Connection · 0:38:06 · ler o artigo
  131. Segundo Marcelo Alonso, Rickson Gracie venceu duas edições do Vale Tudo Japan, a segunda em 1995, e virou um rei no Japão.

    Contado por Marcelo Alonso no Pura Connection · 1:01:55 · ler o artigo
  132. Cristiano Marcello contou que, depois de lutar o Pan-Americano de 1995 na Califórnia, foi morar na casa de Rickson Gracie a convite de Rockson, e ficou lá até o fim de 1997, treinando e ajudando nas aulas particulares.

    Com Rockson Gracie, Rickson GracieContado por Cristiano Marcello no Pura Connection · 0:14:48 · ler o artigo
  133. Donda Malvadão contou que começou a frequentar a Barra da Tijuca por volta de 1995 e 1996, levado por um vizinho.

    Contado por Donda Malvadão no Pura Connection · 0:02:19 · ler o artigo
  134. Fernando Belatto contou que começou a competir em 1996, quando o ginásio da federação tinha buracos no tatame e as lonas queimavam a pele.

    Contado por Fernando Belatto no Pura Connection · 0:14:35 · ler o artigo
  135. Muzio De Angelis fez um único vale-tudo, em 1996, na Hebraica, no mesmo evento em que lutou Saulo Ribeiro; venceu rápido, com a costela machucada, e parou porque a família era contra.

    Com Saulo RibeiroContado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 0:18:01 · ler o artigo
  136. Brunno Hulk contou que começou no judô aos 4 anos, fez a primeira competição em 1996 e passou pelas seleções de base dos 15 aos 20 anos, com título de vice-campeão pan-americano, mas se machucou num treino na época da seletiva olímpica.

    Contado por Brunno Hulk no Dos Nossos Podcast · 0:29:51 · ler o artigo
  137. Segundo Pedro Valente, ele recebeu a faixa-preta de Hélio Gracie em 1996, e os três irmãos receberam o diploma de professor diretamente de Hélio.

    Com Hélio Gracie, Guilherme Valente, Joaquim ValenteContado por Pedro Valente no Pura Connection · 0:52:55 · ler o artigo
  138. Segundo Sylvio Behring, o canadense Bob McRoberts, de Winnipeg, veio ao Brasil, procurou Flávio Behring e foi mandado por ele para Sylvio. Gostou do método e levou Sylvio ao Canadá em 1996.

    Com Flávio BehringContado por Sylvio Behring no Pura Connection · 0:04:29 · ler o artigo
  139. Sylvio Behring contou que foi a Porto Alegre em 1996 para preparar um atleta para ser campeão mundial e que o grupo dele mudou o cenário do jiu-jitsu no Sul, até então dominado por duas equipes.

    Contado por Sylvio Behring no Pura Connection · 0:51:25 · ler o artigo
  140. Segundo Léo Castelo Branco, ele e Libório fizeram a final do primeiro Mundial, que ele situa em 1996. Libório venceu com uma queda e Renzo Gracie foi o árbitro.

    Com Leonardo Castelo Branco, Renzo GracieContado por Leonardo Castelo Branco no Connect Cast · 1:13:34 · ler o artigo
  141. Segundo Luiz Cabelinho, em 1996, já na Gracie Barra, ele foi a Nova York fazer apresentação de capoeira e treinou na academia de Renzo Gracie.

    Com Renzo GracieContado por Luiz Cabelinho no Pura Connection · 0:09:55 · ler o artigo
  142. Vinicinho Cruz contou que, no Pan-Americano de 1996, logo após a morte do pai e sem dinheiro, dormiu num colchão no quarto dos colegas e recebeu de Carlinhos Gracie tíquetes de café da manhã do hotel.

    Com Carlos Gracie JúniorContado por Vinícius Cruz no Pura Connection · 0:48:27 · ler o artigo
  143. Segundo Fepa Lopes, ele lutou o primeiro Campeonato Mundial de jiu-jitsu, em 1996.

    Contado por Fepa Lopes no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:07:14 · ler o artigo
  144. Segundo Jorge Pereira, ele foi campeão brasileiro de vale-tudo em 1996, em São Paulo, lutando três vezes na mesma noite no absoluto por 3 mil reais.

    Contado por Jorge Pereira no Connect Cast · 0:24:50 · ler o artigo
  145. Segundo André Seabra, ele tem 37 anos de jiu-jitsu e dá aula desde 1996, quando quase não se falava em inclusão ou autismo.

    Contado por André Seabra no Pura Connection · 0:04:42 · ler o artigo
  146. André Seabra contou que a esposa é faixa-preta, treina com ele desde 1996, está perto do quarto grau e o ajuda nas aulas das crianças.

    Contado por André Seabra no Pura Connection · 1:17:23 · ler o artigo
  147. Pedro Rizzo contou que sua primeira luta de vale-tudo foi em 26 de outubro de 1996, numa gala na Holanda, com Marco Ruas presente. Em novembro do mesmo ano, lutou o primeiro WVC.

    Com Marco RuasContado por Pedro Rizzo no Connect Cast · 1:54:59 · ler o artigo
  148. Segundo Pedro Rizzo, Marco Ruas se mudou para os Estados Unidos em 1996 e dava aula em Los Angeles para o matchmaker do UFC, John Perretti.

    Com John PerrettiContado por Pedro Rizzo no Pura Connection · 1:05:42 · ler o artigo
  149. Pé de Pano contou que, no primeiro Mundial, em 1996, Carlinhos Gracie previu que um dia haveria campeonatos em todos os continentes no mesmo dia. Para ele, a federação é o maior legado de Carlinhos.

    Contado por Márcio Pé de Pano no Pura Connection · 1:13:25 · ler o artigo
  150. Antoine Jaoude contou que, com 17 anos, perdeu por um ponto a vaga para a Olimpíada de Atlanta no pré-olímpico de 1996.

    Contado por Antoine Jaoude no Pura Connection · 0:50:14 · ler o artigo
  151. Viktor Doria contou que em 1996, faixa-roxa, ouviu de um mestre em Los Angeles que haveria campeonato de jiu-jitsu em todos os continentes e que seria a arte marcial mais praticada do mundo.

    Contado por Viktor Doria no Pura Connection · 0:06:18 · ler o artigo
  152. Carlson Gracie Júnior contou que foi para Chicago no fim de 1996 e que a academia chegou a 200 alunos em quatro meses, numa cidade onde ninguém conhecia o jiu-jitsu.

    Contado por Carlson Gracie Júnior no Connect Cast · 0:08:22 · ler o artigo
  153. Gustavo Ximu contou que treinava boxe com Claudinho Coelho, levado por Marco Ruas em 1996.

    Com Claudinho Coelho, Marco RuasContado por Gustavo Ximu no Pura Connection · 0:55:54 · ler o artigo
  154. Demian Maia contou que em 1996 lutou seu primeiro vale-tudo, em Bertioga, com 70 kg, e venceu um capoeirista usando técnicas básicas ensinadas por um primo de criação ligado à turma de Ralph Gracie.

    Com Ralph GracieContado por Demian Maia no Connect Cast · 0:28:40 · ler o artigo
  155. Segundo Rafael Carino, em 1996 ele recebeu a faixa-marrom, lutou no UFC e depois foi campeão mundial.

    Contado por Rafael Carino no Pura Connection · 0:25:43 · ler o artigo
  156. Márcio Feitosa contou que subiu ao pódio do Mundial sete vezes seguidas de 1996 a 2003, com três ouros e quatro pratas, ficou fora em 2004 e 2005 pela mudança para os Estados Unidos e voltou ao pódio em 2006, somando oito pódios.

    Contado por Feitosa no Pura Connection · 1:02:10 · ler o artigo
  157. Segundo Sylvio Behring, ele começou a dar aulas fora do Brasil com regularidade em 1996, primeiro em Zurique e depois no Canadá.

    Contado por Sylvio Behring no Pura Connection · 0:29:35 · ler o artigo
  158. Segundo Rodrigo Medeiros, ele lutou o primeiro Mundial de jiu-jitsu em fevereiro de 1996 e chegou aos Estados Unidos em 6 de fevereiro daquele ano, com 800 dólares, para passar um mês.

    Contado por Rodrigo Comprido no Pura Connection · 0:15:18 · ler o artigo
  159. Segundo Rodrigo Medeiros, ele levou Carlson Gracie, de surpresa, a um show da cantora Yma Sumac na House of Blues, em Los Angeles, em 1996, e Carlson se emocionou ao vê-la.

    Com Rodrigo CompridoContado por Rodrigo Comprido no Pura Connection · 0:27:13 · ler o artigo
  160. Rodrigo Medeiros contou que, quando chegou a Los Angeles em 1996, havia quatro academias na cidade, entre elas a Gracie de Torrance, a do Rickson em Westwood e a dos irmãos Machado; Renzo tinha acabado de ir para Nova York e Ralph estava chegando a São Francisco.

    Com Rickson Gracie, Jean Jacques Machado, Renzo Gracie, Ralph GracieContado por Rodrigo Comprido no Pura Connection · 0:32:53 · ler o artigo
  161. Rodrigo Medeiros contou que recebeu a faixa-preta em casa, no dia seguinte ao Pan-Americano de 1996, que tinha lutado nos Estados Unidos.

    Com Carlson GracieContado por Rodrigo Comprido no Pura Connection · 1:48:45 · ler o artigo
  162. Fredson Alves contou que desenvolve a guarda X desde 1996, antes de a posição ficar conhecida com Marcelo Garcia.

    Com Marcelo GarciaContado por Fredson Alves no Pura Connection · 0:05:31 · ler o artigo
  163. Marcelo Alonso contou que em 1996 fez uma matéria de capa sobre o jiu-jitsu na Califórnia, que tinha cerca de oito academias, e que anos depois contou mais letreiros da Gracie Barra que de McDonald's na rodovia 405, em Los Angeles.

    Contado por Marcelo Alonso no Pura Connection · 0:47:11 · ler o artigo
  164. Marcelo Alonso contou que, em 1996, foi ao Japão com a primeira grande delegação de brasileiros para lutar lá, com Carlson Gracie, João Alberto Barreto, Carlão Barreto, que estreou ainda faixa-marrom, e Hugo Duarte.

    Com João Alberto Barreto, Carlão Barreto, Hugo Duarte, Marcelo AlonsoContado por Marcelo Alonso no Pura Connection · 1:02:28 · ler o artigo
  165. Segundo Marcelo Alonso, no Japão, em 1996, Ricardo Libório finalizou cerca de oito vezes os alunos de um mestre japonês, que depois disse que ia voltar a usar a faixa-branca e mandou os alunos fazerem o mesmo.

    Com Carlson GracieContado por Marcelo Alonso no Pura Connection · 1:04:30 · ler o artigo
  166. Fábio Gurgel contou que lutou o primeiro Mundial, em 1996, no peso pesado, quando já tinha sete anos de faixa-preta.

    Contado por Fábio Gurgel no Dos Nossos Podcast · 0:31:28 · ler o artigo
  167. Segundo Fábio Gurgel, ele passou o Réveillon no Havaí antes do primeiro Mundial de jiu-jitsu e, ao voltar de férias, treinou só duas semanas com mais intensidade para o campeonato.

    Contado por Fábio Gurgel no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:01:49 · ler o artigo
  168. Segundo Fábio Gurgel, no primeiro Mundial de jiu-jitsu ele lutou primeiro contra um francês, depois, pela lembrança dele, contra o Jucão, e venceu a final contra o Murilo.

    Com JucãoContado por Fábio Gurgel no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:03:22 · ler o artigo
  169. Fábio Gurgel lembrou que o primeiro Mundial foi o primeiro campeonato de jiu-jitsu no ginásio do Tijuca, até então reservado ao judô, e que todos os Mundiais seguintes no Rio foram lá.

    Contado por Fábio Gurgel no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:04:25 · ler o artigo
  170. Fábio Gurgel disse que esteve presente em todos os Mundiais de jiu-jitsu desde 1996, sem faltar nenhum.

    Contado por Fábio Gurgel no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:04:56 · ler o artigo
  171. Segundo Donda Malvadão, ele começou no jiu-jitsu em 1996 e em 1997 passou a competir; o bordão raiz 97 é uma referência a essa época.

    Contado por Donda Malvadão no Pura Connection · 0:08:58 · ler o artigo
  172. Brunno Hulk contou que a primeira competição de judô foi em 1996, que pegou a faixa-preta aos 16 anos e que em 2008 já estava nas seleções de base.

    Contado por Brunno Hulk no Podcast Nem Me Viu · 1:20:45 · ler o artigo
  173. Segundo Zé Mário Sperry, em 1996 ou 1997 ele gravou nos Estados Unidos uma fita VHS de instrução que bateu recorde de vendas.

    Contado por Zé Mário Sperry no Pura Connection · 0:43:34 · ler o artigo
  174. Eduardo Gavião contou que foi convidado em setembro de 1997 pelo representante da Tatame em Florianópolis para abrir uma academia na cidade, onde foi um dos pioneiros.

    Contado por Eduardo Gavião no Pura Connection · 0:15:30 · ler o artigo
  175. Segundo Léo Castelo Branco, ele lutou vale-tudo na Rússia contra Igor Vovchanchyn num evento de gala num hotel, com um torneio de oito lutadores e uma superluta. Ele acredita que foi em 1997.

    Com Igor VovchanchynContado por Leonardo Castelo Branco no Connect Cast · 0:19:36 · ler o artigo
  176. Márcio Faraco contou que começou a treinar jiu-jitsu em 1997, por uns seis meses, num ambiente muito mais duro, e que só voltou a treinar com foco uns cinco ou seis anos antes da entrevista.

    Contado por Márcio Faraco no Pura Connection · 0:28:29 · ler o artigo
  177. Segundo Royler Gracie, a final do Mundial de 1997 foi contra Shaolin, então com 17 anos. Royler tinha cerca de 32 ou 33 anos e terminou a luta com um pedaço da calça do adversário na mão.

    Com Vitor Shaolin RibeiroContado por Royler Gracie no Connect Cast · 0:40:16 · ler o artigo
  178. Segundo Pedro Valente, Hélio Gracie visitou a academia dele em Miami 12 vezes entre 1997 e 2007, ficando normalmente 15 dias em sua casa.

    Com Pedro ValenteContado por Pedro Valente no Connect Cast · 1:16:04 · ler o artigo
  179. Segundo Erica Paes, ela trabalha com enfrentamento à violência contra mulheres desde 1997, quando começou em Belém do Pará.

    Contado por Erica Paes no Pura Connection · 1:01:27 · ler o artigo
  180. Segundo Vitor Shaolin, ele perdeu a final do Mundial em 1997 e em 1998 quebrou o dedo e não lutou.

    Contado por Vitor Shaolin Ribeiro no Connect Cast · 1:00:43 · ler o artigo
  181. Carlos Sapão contou que foi para os Estados Unidos em 1997, com 16 anos, incentivado pela mãe, chilena que foi revolucionária contra a ditadura de Pinochet.

    Contado por Carlos Sapão no Pura Connection · 0:34:40 · ler o artigo
  182. Segundo Pedro Rizzo, em 1997 Marco Ruas o mandou para a Holanda para aprender kickboxing. Ele fez dez lutas lá e, ao voltar, Marco pediu que ele ensinasse aos alunos o que tinha aprendido.

    Com Marco RuasContado por Pedro Rizzo no Pura Connection · 1:08:19 · ler o artigo
  183. Demian Maia contou que começou a treinar jiu-jitsu em 1997 numa academia na Rua da Consolação, em São Paulo, com Fábio Araújo, então faixa-marrom.

    Com Fábio AraújoContado por Demian Maia no Connect Cast · 0:39:03 · ler o artigo
  184. Fredson Alves contou que recebeu a faixa-preta de Royler Gracie em 1997 e o considera o melhor competidor de todos os tempos.

    Com Royler GracieContado por Fredson Alves no Pura Connection · 1:00:20 · ler o artigo
  185. Segundo Fredson Alves, após ficar em terceiro no Mundial de 1997 na faixa-marrom, Saulo Ribeiro queria mantê-lo mais um ano na faixa, mas Royler Gracie decidiu graduá-lo à faixa-preta.

    Com Royler Gracie, Saulo RibeiroContado por Fredson Alves no Pura Connection · 0:49:58 · ler o artigo
  186. Marcelo Alonso contou que Yuki Nakai, depois de perder para Rickson Gracie em 1995, veio ao Brasil aprender jiu-jitsu e em 1997 ficou hospedado no estúdio de Alonso, passando por várias academias.

    Com Rickson Gracie, Marcelo AlonsoContado por Marcelo Alonso no Pura Connection · 1:05:02 · ler o artigo
  187. Segundo Fábio Gurgel, sua última luta profissional foi contra Zé Mário Sperry no ADCC, e Zé Mário venceu; no Mundial de 1997, os dois deveriam se enfrentar na semifinal do absoluto, mas Zé Mário não lutou e Fábio fez a final com Amaury.

    Com Zé Mário SperryContado por Fábio Gurgel no Podcast Nem Me Viu · 1:07:34 · ler o artigo
  188. Segundo Fábio Gurgel, a luta com Mark Kerr, em 1997, foi sua última de vale-tudo, aos 27 anos; depois competiu mais três anos e se dedicou a montar sua escola.

    Com Mark KerrContado por Fábio Gurgel no Connect Cast · 1:24:42 · ler o artigo
  189. Cristiano Marcello contou que já tinha feito lutas de vale-tudo em 1997, antes de ir para Curitiba.

    Contado por Cristiano Marcello no Pura Connection · 0:05:24 · ler o artigo
  190. Segundo Cristiano Marcello, quando morava com o Rickson Gracie ele foi ao Havaí, onde a última viagem foi em 1997, e foi recebido pelos surfistas locais por estar com o Rickson.

    Com Rickson GracieContado por Cristiano Marcello no Pura Connection · 1:34:31 · ler o artigo
  191. Zé Mário Sperry contou que, em 1997, fez três lutas numa mesma noite, sem limite de tempo e sem luva, e foi campeão.

    Contado por Zé Mário Sperry no Pura Connection · 0:32:30 · ler o artigo
  192. Donda Malvadão contou que foi campeão do primeiro Campeonato Estadual de faixa-branca do Rio de Janeiro, em 1997.

    Contado por Donda Malvadão no Pura Connection · 0:25:39 · ler o artigo
  193. Segundo Fepa Lopes, o primeiro faixa-preta da Godoi Macaco foi Barbosa, judoca da seleção brasileira, em 1997; em 1998 pegaram a preta Fepa, Macaco e Celso Britto.

    Com Jorge Patino, Fepa LopesContado por Fepa Lopes no Pura Connection · 0:39:18 · ler o artigo
  194. Segundo Eduardo Gavião, em 1998 ele levou Carlão Barreto para um seminário de vale-tudo em Florianópolis e também levou Vitor Belfort, então com 17 para 18 anos, pouco antes da estreia no UFC.

    Com Vitor Belfort, Eduardo GaviãoContado por Eduardo Gavião no Pura Connection · 0:18:13 · ler o artigo
  195. Tererê contou que em 1998 abriu seu primeiro projeto social, no Morro do Cantagalo, e começou a tirar amigos de infância do tráfico e das drogas.

    Contado por Tererê no Pura Connection · 0:08:56 · ler o artigo
  196. Segundo Mário Reis, seu professor Zé Mário disse a ele em 1998 que o jiu-jitsu sem kimono seria o esporte do futuro.

    Com Mário ReisContado por Mário Reis no Podcast Nem Me Viu · 2:10:38 · ler o artigo
  197. Fabrício Werdum contou que começou no jiu-jitsu em 1998.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:19:43 · ler o artigo
  198. Segundo Fepa Lopes, ele recebeu a faixa-preta de Roberto Godoy em 1998, na mesma leva de Macaco e Celso Brito. Ele e Macaco pegaram todas as faixas juntos.

    Com Roberto Godoy, Jorge PatinoContado por Fepa Lopes no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:05:43 · ler o artigo
  199. Segundo Fepa Lopes, no Campeonato Brasileiro de 1998, na faixa-marrom, ele ficou com o bronze depois de ser desclassificado por uma cabeçada numa luta que vencia por 9 a 0.

    Contado por Fepa Lopes no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:06:44 · ler o artigo
  200. Pedro Rizzo contou que enfrentou Tank Abbott no UFC Brasil em 16 de outubro de 1998, luta que surgiu pelo contato de Marco Ruas com o matchmaker do evento.

    Com Tank Abbott, Marco RuasContado por Pedro Rizzo no Pura Connection · 1:05:42 · ler o artigo
  201. Segundo Pedro Rizzo, ele pesou 102 quilos e Tank Abbott 148. Tank o derrubou depois de muitos chutes na perna, mas ele voltou em pé e o público inteiro, jiu-jitsu incluído, gritou seu nome.

    Com Tank AbbottContado por Pedro Rizzo no Pura Connection · 1:22:06 · ler o artigo
  202. Robert Drysdale contou que começou no jiu-jitsu em 1998 e que dedicou os 30 anos seguintes exclusivamente à luta, como lutador e professor.

    Contado por Robert Drysdale no Pura Connection · 0:11:26 · ler o artigo
  203. Nicolas Renier contou que começou no jiu-jitsu em 1998, aos 12 anos, numa academia perto de Paris, depois de desistir do kung fu porque o professor faltou na aula experimental.

    Contado por Nicolas Renier no Pura Connection · 0:06:09 · ler o artigo
  204. Segundo Rodrigo Medeiros, ele lutou o primeiro Abu Dhabi, em 1998.

    Contado por Rodrigo Comprido no Pura Connection · 1:51:50 · ler o artigo
  205. Vinicio Antony contou que tem 183 combates oficiais no karatê, por seleção carioca e brasileira, e que parou de competir em 1998.

    Contado por Vinicio Antony no Pura Connection · 1:00:02 · ler o artigo
  206. Segundo Márcio Faraco, ele treinou jiu-jitsu pela primeira vez em 1998, em Porto Alegre, com Flávio Ferreira, faixa-preta de Ricardo De La Riva, mas parou depois de uns seis meses.

    Com Flávio Ferreira, Ricardo De La RivaContado por Márcio Faraco no Dos Nossos Podcast · 0:15:48 · ler o artigo
  207. Demian Maia contou que foi sparring de Vitor Belfort em São Paulo, seu começo no convívio com o MMA profissional, e que assistiu a uma luta de Vitor na Portuguesa em 1998, quando era faixa-azul.

    Com Vitor BelfortContado por Demian Maia no Dos Nossos Podcast · 0:54:15 · ler o artigo
  208. Marco Aurélio contou que fazia caratê na escola desde pequeno e, ao mudar de colégio aos 7 anos, em 1998, foi para o jiu-jitsu, quando Gracie Barra e Alliance estavam em alta na Barra.

    Contado por Marco Aurélio no Pura Connection · 0:13:39 · ler o artigo
  209. Viktor Doria contou que a premiação do ADCC, de cerca de 10 mil dólares para o campeão de categoria, não mudou desde 1998, enquanto a estrutura cresceu: Anaheim em 2019, Las Vegas em 2022 e a T-Mobile Arena em 2024.

    Contado por Viktor Doria no Pura Connection · 1:20:17 · ler o artigo
  210. Robert Drysdale disse que começou no jiu-jitsu em 1998, num 3 de março, e que completava 27 anos de treino.

    Contado por Robert Drysdale no Connect Cast · 2:24:39 · ler o artigo
  211. Segundo Leão Teixeira, a última vez que ele lutou foi em 1999, no Internacional Master.

    Contado por Leão Teixeira no Pura Connection · 0:37:08 · ler o artigo
  212. Pedro Valente contou que o primeiro aluno foi o colega que morava com ele na universidade, depois vieram jogadores de futebol americano que tinham visto o primeiro UFC, e só por volta de 1999 e 2000, ao terminar o MBA, o jiu-jitsu virou sua atividade principal.

    Contado por Pedro Valente no Pura Connection · 0:17:44 · ler o artigo
  213. Segundo Sérgio Bolão, ele formou dois campeões mundiais em 1999 e 2000.

    Contado por Sérgio Bolão no Connect Cast · 1:33:46 · ler o artigo
  214. Segundo Rodrigo Comprido, em 1999 ele era patrocinado pelo Vasco e fazia o treino físico junto com o time de judô do clube, que reunia a maior parte da seleção brasileira antes da Olimpíada de 2000.

    Contado por Rodrigo Comprido no Connect Cast · 0:27:59 · ler o artigo
  215. Vitor Shaolin contou que foi campeão mundial em 1999 contra Feitosa: tomou uma queda, raspou e venceu. Disse que aquele título foi o portão de abertura da sua confiança.

    Com FeitosaContado por Vitor Shaolin Ribeiro no Connect Cast · 1:01:15 · ler o artigo
  216. Segundo Ítalo Vilardo, por volta de 1999 ou 2000, Rodrigo Comprido se tornou campeão mundial absoluto finalizando com chave de pé, o que fez a técnica voltar a ser usada, até a Confederação proibi-la para as faixas mais baixas.

    Contado por Ítalo Vilardo no Pura Connection · 0:18:11 · ler o artigo
  217. Segundo Márcio Pé de Pano, em 1999 ele foi campeão pan-americano de faixa azul em janeiro, campeão mundial de roxa em julho e campeão brasileiro de marrom em setembro ou outubro.

    Contado por Márcio Pé de Pano no Pura Connection · 0:18:04 · ler o artigo
  218. Pé de Pano contou que sua primeira luta de faixa-marrom, no Brasileiro de 1999, foi contra Ricardo Arona, já campeão do ADCC. Ele raspou Arona, tentou segurar a vantagem e perdeu quando Arona o raspou de volta no fim.

    Com Ricardo AronaContado por Márcio Pé de Pano no Pura Connection · 0:21:09 · ler o artigo
  219. Segundo Pé de Pano, depois da derrota para Arona, Carlinhos Gracie mandou que ele lutasse o absoluto como fazia na academia, sem se preocupar com o resultado. Ele finalizou todos e foi campeão brasileiro absoluto de marrom.

    Com Márcio Pé de PanoContado por Márcio Pé de Pano no Pura Connection · 0:22:11 · ler o artigo
  220. Segundo Viktor Doria, ele recebeu a faixa-preta em 1999, quando acabava de se formar na faculdade e estava para ser efetivado na Nabisco, e escolheu a carreira de executivo porque o jiu-jitsu não dava futuro financeiro.

    Contado por Viktor Doria no Pura Connection · 0:05:15 · ler o artigo
  221. Segundo Minotauro, ele começou a lutar no Japão em 1999, no torneio King of Kings, com prêmio de 280 mil.

    Contado por Rodrigo Minotauro no Dos Nossos Podcast · 0:57:18 · ler o artigo
  222. Segundo Demian Maia, ele foi vice-campeão mundial de faixa-azul em 1999, no quarto Mundial, e depois campeão mundial de faixa-roxa.

    Contado por Demian Maia no Connect Cast · 0:51:01 · ler o artigo
  223. Segundo Popó, no começo da carreira os empresários ficavam com 75% das bolsas; ele conquistou o primeiro título mundial em 1999 e depois tentou renegociar o contrato.

    Contado por Acelino Popó Freitas no Podcast Nem Me Viu · 1:25:05 · ler o artigo
  224. Rudimar Fedrigo contou que por volta de 1999 para 2000 um mestre de jiu-jitsu amigo de Carlson Gracie se mudou para Curitiba e passou a dar aula de jiu-jitsu na Chute Boxe, iniciando a fusão com o Muay Thai.

    Com Carlson GracieContado por Rudimar Fedrigo no Podcast Nem Me Viu · 0:38:52 · ler o artigo
  225. Segundo Marinho Filho, ele entrou no SporTV em 1999, se não se engana, graças a Antônio Ricardo e Ricardo Bocão, que levaram a revistinha de bolso que ele fazia até o diretor artístico do canal.

    Com Ricardo BocãoContado por Marinho Filho no Pura Connection · 0:13:46 · ler o artigo
  226. Sylvio Behring contou que foi aos Estados Unidos em 1999 a convite de Pedro Carvalho e depois de Pedro Sauer, viajando junto com o mestre Álvaro Barreto.

    Com Pedro Carvalho, Pedro Sauer, Álvaro BarretoContado por Sylvio Behring no Pura Connection · 0:29:35 · ler o artigo
  227. Segundo Magid Hage, ele se mudou com a família para a Califórnia em 1999, aos 5 ou 6 anos, porque o pai amava surfar.

    Contado por Magid Hage no Pura Connection · 0:03:24 · ler o artigo
  228. Segundo Fábio Gurgel, no ADCC de 1999, em Abu Dhabi, ele venceu um japonês e perdeu na segunda rodada para um russo, numa categoria até 88 quilos que também tinha Libório, Amaury e Renzo.

    Contado por Fábio Gurgel no Dos Nossos Podcast · 0:32:31 · ler o artigo
  229. Rafael Cordeiro contou que sua última luta, em 1999, foi uma derrota por chave de joelho para um japonês, depois de ver no telão os melhores momentos do adversário. A partir dali passou a estudar vídeos com os alunos.

    Contado por Rafael Cordeiro no Podcast Nem Me Viu · 0:47:45 · ler o artigo
  230. Gigi Paiva contou que, no ano em que foi campeão mundial, rasgou o menisco no sábado anterior ao campeonato, ficou a semana parado, chegou 9 quilos acima do peso, perdeu o excesso em dois dias e venceu cinco lutas.

    Contado por Alexandre Paiva no Pura Connection · 1:02:28 · ler o artigo
  231. Segundo Gigi Paiva, ele foi campeão mundial em 1999 e sua mulher, Daniela, em 2000, e ele acredita que foram o primeiro casal campeão mundial de jiu-jitsu.

    Contado por Alexandre Paiva no Pura Connection · 0:18:31 · ler o artigo
  232. Robert Drysdale lembrou de ver Ricardo Arona, que lutava vale-tudo, tentando suplexar Fábio Gurgel numa luta de jiu-jitsu em 1999.

    Com Fábio GurgelContado por Robert Drysdale no Connect Cast · 2:17:15 · ler o artigo
  233. Segundo Xande Ribeiro, sua primeira viagem aos Estados Unidos foi em 1999, como faixa-marrom, acompanhando o irmão Saulo, que dava oito horas de aula particular por dia.

    Com Saulo RibeiroContado por Xande Ribeiro no Pura Connection · 0:03:57 · ler o artigo
  234. Xande Ribeiro contou que em 1999 treinou com o americano Steve Maxwell, que abriu sua cabeça para exercícios não convencionais, hoje chamados de funcional.

    Com Xande RibeiroContado por Xande Ribeiro no Pura Connection · 0:27:05 · ler o artigo

Década de 2000

  1. Fundação: Brazilian Top Team

    Como a geração de Carlson Gracie saiu da academia do mestre em 2000, montou a BTT e virou um dos maiores times de MMA do mundo.
  2. Fabrício Werdum contou que, faixa-azul, assistiu na Tijuca ao Mundial de 2000 em que Margarida venceu todo mundo no absoluto, finalizando no estrangulamento, e ganhou uma moto como prêmio.

    Com MargaridaContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:49:17 · ler o artigo
  3. Segundo Bebeo Duarte, em 2000 Carlson Gracie expulsou todos os alunos daquela geração, e eles montaram a Brazilian Top Team porque o mestre não deu outra opção.

    Com Bebeo Duarte, Murilo Bustamante, Zé Mário SperryContado por Bebeo Duarte no Pura Connection · 1:02:07 · ler o artigo
  4. Vinicinho Cruz contou que, no racha de 2000, decidiu ficar na academia para defender a bandeira de Carlson Gracie e que perder o convívio com os ídolos doeu muito.

    Com Carlson GracieContado por Vinícius Cruz no Pura Connection · 0:22:09 · ler o artigo
  5. Bezinho Otero contou que deu aulas de jiu-jitsu numa academia e numa escola americana e que foi medalha de bronze num Pan-Americano na Flórida, por volta de 2000.

    Contado por Bezinho Otero no Pura Connection · 0:20:03 · ler o artigo
  6. Segundo Vitor Shaolin, em 2000 ele fez de novo a final do Mundial contra Feitosa e venceu outra vez. Ele disse que nunca conseguiu derrubar Feitosa.

    Com FeitosaContado por Vitor Shaolin Ribeiro no Connect Cast · 1:04:55 · ler o artigo
  7. Fabrício Xavier contou que, por volta de 2000, num campeonato estadual, perdeu por pontos para Shaolin, então tricampeão mundial, e machucou o ombro numa tentativa do adversário de pegar suas costas. Precisou de cirurgia e ficou muito tempo parado.

    Com Vitor Shaolin RibeiroContado por Fabrício Xavier no Pura Connection · 0:13:57 · ler o artigo
  8. Carlos Sapão contou que se fixou nos Estados Unidos por volta de 2000 a 2002, quando Ralph Gracie, seu professor, o convidou para a equipe de São Francisco.

    Com Ralph GracieContado por Carlos Sapão no Pura Connection · 0:39:23 · ler o artigo
  9. Pé de Pano contou que em 2000 foi campeão brasileiro de faixa-preta no peso e no absoluto, cerca de um ano e meio depois de ser faixa azul.

    Contado por Márcio Pé de Pano no Pura Connection · 0:18:34 · ler o artigo
  10. Segundo Antoine Jaoude, em 2000 ele conquistou a primeira medalha de prata do Brasil em Pan-Americano de wrestling depois de cerca de 15 anos sem medalha.

    Contado por Antoine Jaoude no Pura Connection · 0:53:54 · ler o artigo
  11. Gustavo Ximu contou que lutou MMA de 2000 a 2015 e fez 37 lutas.

    Contado por Gustavo Ximu no Pura Connection · 0:48:35 · ler o artigo
  12. Aldo Caveirinha contou que, numa entrevista a uma revista em 2000, previu que sua equipe teria atletas no UFC, campeões e faixas-pretas dando aula fora do Brasil.

    Contado por Aldo Caveirinha no Pura Connection · 1:09:28 · ler o artigo
  13. Segundo Léo Santos, ele já tinha feito uma luta de MMA em 2000 contra Takanori Gomi, como teste, antes de trocar o jiu-jitsu pelo MMA.

    Com Takanori GomiContado por Léo Santos no Pura Connection · 0:44:04 · ler o artigo
  14. Ralph Gracie contou que trouxe para o Brasil, por volta do ano 2000, uma posição contra a guarda De La Riva que ele nunca tinha visto por aqui.

    Contado por Ralph Gracie no Pura Connection · 1:45:39 · ler o artigo
  15. Rodrigo Medeiros contou que abriu a academia de Pacific Beach, em San Diego, em 2000, e que quando chegou à cidade só havia Fábio Santos dando aula na região; hoje, segundo ele, são mais de 150 academias.

    Com Fábio SantosContado por Rodrigo Comprido no Pura Connection · 1:16:29 · ler o artigo
  16. Segundo Rogério Minotouro, por volta de 2000 ele entrou no grupo liderado por Murilo Bustamante que depois virou a BTT.

    Com Murilo BustamanteContado por Rogério Minotouro no Pura Connection · 0:04:27 · ler o artigo
  17. Wander Braga contou que se mudou para Los Angeles em 2000 porque achava que de lá seria mais fácil chegar ao UFC; ficou cerca de nove anos nos Estados Unidos nessa primeira fase e estava invicto em 16 ou 17 lutas.

    Contado por Wander Braga no Connect Cast · 0:03:48 · ler o artigo
  18. Fabrício Werdum mostrou uma foto de quando era faixa-azul, aos 21 anos, com Sylvio Behring e Márcio Corleta, que segundo ele foi campeão mundial na faixa-preta em 2001, ano da primeira viagem de Werdum aos Estados Unidos.

    Com Sylvio Behring, Márcio CorletaContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:19:05 · ler o artigo
  19. Segundo Fernando Belatto, em 2001 ele morou em San Diego e treinou lá com Rodrigo Medeiros.

    Com Rodrigo CompridoContado por Fernando Belatto no Pura Connection · 0:05:02 · ler o artigo
  20. Fernando Belatto contou que, por volta de 2001 e 2002, entre os 20 e os 22 anos, entrou numa crise existencial porque o jiu-jitsu ainda não dava dinheiro e ele não se via vivendo de arte marcial.

    Contado por Fernando Belatto no Pura Connection · 0:14:03 · ler o artigo
  21. Segundo Léo Castelo Branco, ele saiu da Alliance por volta de 2001 porque um dos sócios decidiu tomar conta sozinho, e negou que a saída tenha relação com a CBJJ.

    Contado por Leonardo Castelo Branco no Connect Cast · 1:20:57 · ler o artigo
  22. Fábio Gurgel contou que, em 2001 ou 2002, durante uma briga entre federações, a Alliance perdeu praticamente todo o time de competição. Segundo ele, a equipe não tinha nada a ver com a disputa, e ele apenas discordava de dividir o esporte.

    Contado por Fábio Gurgel no Pura Connection · 0:23:16 · ler o artigo
  23. Malvino Salvador contou que se mudou de Manaus para São Paulo em 2001 e ficou 14 anos sem treinar jiu-jitsu, praticando outros esportes, como boxe por causa de uma novela.

    Contado por Malvino Salvador no Pura Connection · 0:08:03 · ler o artigo
  24. Vitor Shaolin contou que em 2001 venceu Tererê no Mundial depois de sair atrás no placar.

    Com TererêContado por Vitor Shaolin Ribeiro no Connect Cast · 1:05:26 · ler o artigo
  25. Vitor Shaolin contou que estreou no vale-tudo em 2001 contra um adversário com 13 lutas e duas derrotas e venceu com um corte de cotovelada no fim do primeiro round.

    Contado por Vitor Shaolin Ribeiro no Connect Cast · 1:08:35 · ler o artigo
  26. Segundo Antoine Jaoude, quem o colocou no ADCC foi Roberto Traven, junto com Kid Peligro, e ele foi campeão da primeira seletiva árabe do ADCC em 2001, depois bicampeão.

    Com Roberto TravenContado por Antoine Jaoude no Pura Connection · 0:20:41 · ler o artigo
  27. Antoine Jaoude contou que estreou no MMA em 2001, num evento em Ribeirão Preto, contra Cunha, para ganhar dinheiro e bancar a ida a um pré-olímpico de wrestling.

    Contado por Antoine Jaoude no Pura Connection · 0:52:51 · ler o artigo
  28. Gustavo Ximu contou que entrou na Gracie Barra em 2001 ou 2002. Havia receio dos dois lados, mas Carlinhos Gracie fez a ponte e montou uma equipe que treinava MMA junto.

    Com Carlos Gracie JúniorContado por Gustavo Ximu no Pura Connection · 0:50:41 · ler o artigo
  29. Viktor Doria contou que trabalhou com suplementos para a importadora WW Sports desde 2001, mudou-se para os Estados Unidos para lançar a marca Adaptogen e depois criou a própria marca.

    Contado por Viktor Doria no Dos Nossos Podcast · 1:56:08 · ler o artigo
  30. Segundo Xande Ribeiro, a primeira pessoa que o apresentou ao trabalho de mobilidade foi Álvaro, da ginástica natural, em 2001.

    Com Álvaro RomanoContado por Xande Ribeiro no Pura Connection · 0:17:24 · ler o artigo
  31. Segundo Demian Maia, em 2001, ainda faixa-marrom, ele já dava aula e percebeu que conseguia ler a personalidade dos alunos pelo jeito que treinavam.

    Contado por Demian Maia no Pura Connection · 0:16:20 · ler o artigo
  32. Fábio Gurgel contou que foi o fundador de uma liga profissional de jiu-jitsu e que o racha da Alliance em 2001 e 2002, relatado em seu livro, acabou sendo uma das melhores coisas de sua trajetória.

    Contado por Fábio Gurgel no Connect Cast · 1:54:04 · ler o artigo
  33. Segundo Cristiano Marcello, em 2001 Joinha o indicou a Rudimar Fedrigo para lutar no Meca; antes de ir para a Chute Boxe ele pediu a bênção de Royler Gracie, que autorizou.

    Com Royler Gracie, Joinha, Rudimar FedrigoContado por Cristiano Marcello no Pura Connection · 0:06:26 · ler o artigo
  34. Fábio Gurgel contou que a Alliance venceu os Mundiais de 1998 e 1999, sofreu um racha em 2001 em que a equipe de competição saiu inteira e voltou a vencer em 2008, emendando nove títulos consecutivos.

    Contado por Fábio Gurgel no Dos Nossos Podcast · 0:28:21 · ler o artigo
  35. Wander Braga contou que em 2001, na LA Boxing Club, aceitou o desafio de um boxeador chamado King por uma aposta de mil dólares e o venceu duas vezes, primeiro com mata-leão e depois com chave de tornozelo.

    Contado por Wander Braga no Connect Cast · 0:50:45 · ler o artigo
  36. Xande Ribeiro contou que pegou a faixa-preta em 2001, quando cursava direito, e que ver os colegas estressados o fez escolher o caminho de professor de jiu-jitsu.

    Contado por Xande Ribeiro no Pura Connection · 0:05:00 · ler o artigo
  37. Segundo Xande Ribeiro, em 2001 ou 2002 ele conheceu a ginástica natural com Alvinho, que o ensinou a trabalhar a respiração.

    Com Xande RibeiroContado por Xande Ribeiro no Pura Connection · 0:29:11 · ler o artigo
  38. Segundo Fepa Lopes, seu primeiro evento de jiu-jitsu profissional foi em 2002, um desafio no Palace, casa de shows de São Paulo, com bolsa de 500 reais e mais mil para o vencedor.

    Contado por Fepa Lopes no Pura Connection · 0:03:36 · ler o artigo
  39. Xande Ribeiro contou que recebeu a faixa-preta em 2002 e logo em seguida se mudou para os Estados Unidos, onde mora há 20 anos.

    Contado por Xande Ribeiro no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:05:46 · ler o artigo
  40. Segundo Sérgio Bolão, ele morou no subúrbio da Filadélfia de 2002 a 2004; quase desistiu nos três primeiros meses e, em um ano, chegou a 50 alunos pagando 150 dólares.

    Contado por Sérgio Bolão no Connect Cast · 0:07:47 · ler o artigo
  41. Segundo Fepa Lopes, em 2002 ele criou o primeiro Desafio Black Belt de jiu-jitsu, no Palace, em São Paulo, pagando 500 reais ao perdedor e 1.500 ao vencedor. O card teve Saulo Ribeiro, a estreia de Marcelinho Garcia na faixa-preta contra Pé de Chumbo, Bibiano Fernandes e Macaco.

    Com Saulo Ribeiro, Marcelo Garcia, Bibiano Fernandes, Jorge PatinoContado por Fepa Lopes no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:23:41 · ler o artigo
  42. Segundo Fepa Lopes, no primeiro Desafio Black Belt o apresentador contratado não pôde ir, e ele mesmo apresentou o evento, vestindo uma regata da Companhia Athletica. A casa lotou.

    Contado por Fepa Lopes no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:25:46 · ler o artigo
  43. Segundo Fepa Lopes, desde 2002 praticamente todos os eventos que ele organizou pagaram os atletas, porque ele vê os lutadores como profissionais.

    Contado por Fepa Lopes no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:41:42 · ler o artigo
  44. Júnior Cigano contou que saiu de Caçador aos 18 anos e chegou a Salvador em dezembro de 2002 com 80 reais na carteira.

    Contado por Júnior dos Santos no Dos Nossos Podcast · 1:17:17 · ler o artigo
  45. Raphael Abi-Rihan contou que pegou a faixa-preta em 2002 e que hoje tem mais tempo de vida como faixa-preta do que sem ela.

    Contado por Raphael Abi-Rihan no Pura Connection · 1:17:39 · ler o artigo
  46. Segundo Demian Maia, ele saiu da Alliance em 2002 depois de uma confusão, mas por volta de 2005 já estava bem com Fábio Gurgel, que hoje o ajuda com gestão na Escola Demian Maia.

    Com Fábio GurgelContado por Demian Maia no Connect Cast · 2:38:12 · ler o artigo
  47. Rogério Minotouro contou que perdeu em 2002, na Califórnia, para um medalhista olímpico de greco-romana e, seis anos depois, venceu a revanche controlando a respiração após tomar um cruzado.

    Contado por Rogério Minotouro no Pura Connection · 0:22:35 · ler o artigo
  48. Segundo Xande Ribeiro, ele se mudou para os Estados Unidos em 2002, quando o jiu-jitsu lá ainda não tinha metodologia de ensino.

    Contado por Xande Ribeiro no Pura Connection · 0:05:32 · ler o artigo
  49. Segundo Muzio De Angelis, ele entrou na arbitragem por acaso: fez o curso de regras de Álvaro Mansor para pegar o terceiro grau na CBJJ e foi chamado por ele para arbitrar em 2003, ainda competindo.

    Com Álvaro MansorContado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 0:27:31 · ler o artigo
  50. Fabrício Werdum contou que, depois de uma vitória no Jungle Fight em 2003, foi chamado por um empresário japonês para treinar Mirko Cro Cop no chão e recebeu 10 mil dólares em dinheiro na assinatura do contrato, em Madri.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:54:35 · ler o artigo
  51. Segundo Fernando Belatto, ele pegou a faixa-marrom por volta de 2003 e se afastou do jiu-jitsu, só voltando a treinar para valer em 2008.

    Contado por Fernando Belatto no Pura Connection · 0:14:03 · ler o artigo
  52. Segundo Rodolfo Vieira, ele começou a treinar jiu-jitsu em 2003, aos 13 anos, para emagrecer, na academia Acqua Life, com o professor Arles Maia.

    Com Arles MaiaContado por Rodolfo Vieira no Connect Cast · 0:06:55 · ler o artigo
  53. Segundo Fabrício Werdum, em 2003 ele levou Mário Reis ao seu primeiro seminário na Espanha, dentro do estádio do Atlético de Madrid.

    Com Mário ReisContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:31:11 · ler o artigo
  54. Fabrício Werdum contou que foi convidado para o Hall da Fama do ADCC, organização da qual participa desde 2003.

    Contado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:03:26 · ler o artigo
  55. Segundo Werdum, em 2003, depois de lutar o Pan-Americano em Los Angeles, ele dormia no tatame da academia de Marcos Vinícius para economizar dinheiro.

    Contado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:03:57 · ler o artigo
  56. Werdum contou que Mark Kerr procurava parceiro de treino para a superluta contra Ricardo Arona no Brasil e pagou a ele 200 euros por dia para treinarem juntos durante duas semanas.

    Com Mark Kerr, Ricardo AronaContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:04:28 · ler o artigo
  57. Segundo Werdum, ele ia embora para a Espanha, trocou a passagem para treinar com Mark Kerr, e só foi levado ao Brasil porque Marcos Vinícius insistiu.

    Com Mark KerrContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:05:29 · ler o artigo
  58. Werdum contou que ficou em terceiro no absoluto do Pan-Americano de 2003, perdendo para Pé de Pano, e que uma revista de jiu-jitsu publicou uma nota sobre isso.

    Com Márcio Pé de PanoContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:05:29 · ler o artigo
  59. Segundo Werdum, ele interrompeu uma reunião da organização do ADCC no lobby do hotel para pedir uma vaga e ouviu que era impossível, porque exigia seletiva e as dez categorias estavam completas.

    Contado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:06:00 · ler o artigo
  60. Werdum contou que, no dia do evento, descobriu que seu nome estava na lista e que entrou no lugar de Ricco Rodrigues, o único atleta que faltou.

    Com Ricco RodriguesContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:09:08 · ler o artigo
  61. Segundo Werdum, sua estreia no ADCC 2003 foi a primeira luta do evento, contra o japonês Kosaka, e ele venceu depois de derrubar o adversário com uma baiana num momento de cumprimento, o que ele chamou de malandragem.

    Com Tsuyoshi KosakaContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:08:04 · ler o artigo
  62. Werdum contou que ficou em segundo lugar na categoria e em terceiro no absoluto do ADCC 2003, para o qual foi convidado pelo Sheik depois da atuação na categoria.

    Contado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:08:37 · ler o artigo
  63. Segundo Werdum, ele disputou cinco edições do ADCC, de 2003 a 2011.

    Contado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:19:44 · ler o artigo
  64. Segundo Royler Gracie, ele perdeu no triângulo para Eddie Bravo na semifinal do ADCC de 2003, em São Paulo, com o técnico ausente por causa de um aeroporto fechado. Bravo desistiu da disputa de terceiro lugar e Royler, chamado para a repescagem, venceu Soca.

    Com Eddie Bravo, SocaContado por Royler Gracie no Connect Cast · 0:53:54 · ler o artigo
  65. Bezinho Otero contou que recebeu a faixa-preta em 2003, nove anos depois de começar, em 1994.

    Contado por Bezinho Otero no Pura Connection · 0:22:39 · ler o artigo
  66. Vitor Shaolin contou que em 2003 percebeu que precisava escolher entre o grappling e o MMA e ficou com o vale-tudo.

    Contado por Vitor Shaolin Ribeiro no Connect Cast · 1:10:09 · ler o artigo
  67. Carlos Sapão disse que quase não competiu no Brasil como faixa-preta; a luta marcante foi em 2003, contra o Franjinha, numa noite em que fez três lutas.

    Contado por Carlos Sapão no Pura Connection · 1:01:52 · ler o artigo
  68. Segundo Minotauro, Lorenzo Fertitta foi à luta dele em 2003 e já contou o plano de lançar o The Ultimate Fighter e de um dia levá-lo para trabalhar no escritório do UFC.

    Com Lorenzo FertittaContado por Rodrigo Minotauro no Dos Nossos Podcast · 2:16:27 · ler o artigo
  69. Dudu Dantas contou que conheceu o jiu-jitsu com 12 para 13 anos num projeto social, entre 2003 e 2004, e que sem isso provavelmente não estaria vivo hoje.

    Contado por Dudu Dantas no Pura Connection · 0:10:42 · ler o artigo
  70. Fabrício Werdum contou que lutou com Pé de Pano no ADCC de 2003 e que depois os dois ficaram amigos e treinaram juntos.

    Com Márcio Pé de PanoContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:16:01 · ler o artigo
  71. Fabrício Werdum contou que foi ao ADCC de 2003 como córner de um amigo, pegou a vaga de um peso-pesado machucado na manhã da luta e subiu ao pódio; depois ganhou duas categorias em 2007 e 2009.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:41:32 · ler o artigo
  72. Segundo Wallid Ismail, o Jungle Fight começou em 2003, num hotel na floresta amazônica, e Fabrício Werdum ligou da Espanha pedindo para lutar na primeira edição, contra Napão.

    Com Fabrício WerdumContado por Wallid Ismail no Podcast Nem Me Viu · 0:12:56 · ler o artigo
  73. Segundo Fabricio Werdum, ele lutou o Jungle Fight 1 e 2 em 2003 e o Pride de 2004 a 2006.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:43:02 · ler o artigo
  74. Roger Gracie x Jacaré

    O juiz, os árbitros que vieram depois e o próprio Roger contam a final do absoluto em que o Jacaré não bateu.
  75. Segundo Sérgio Malibu, sua última luta foi em 2004, aos 46 anos. Esmagado por um adversário maior, ele saiu da área de luta, se recusou a voltar à mesma posição e foi desclassificado pelo juiz Igor Gracie, filho de Rolls.

    Com Igor GracieContado por Sérgio Malibu no Connect Cast · 1:29:40 · ler o artigo
  76. Segundo Muzio De Angelis, na final do absoluto de 2004 Roger Gracie quebrou o braço de Ronaldo Jacaré, que não bateu e venceu a luta.

    Com Ronaldo JacaréContado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 0:29:07 · ler o artigo
  77. Mário Reis disse que foi campeão mundial em 2004.

    Contado por Mário Reis no Podcast Nem Me Viu · 0:30:39 · ler o artigo
  78. Segundo Cris Cyborg, em 2004 e 2005 não havia evento feminino, e a mãe dela dizia que luta era coisa de maloqueiro.

    Contado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:24:31 · ler o artigo
  79. Segundo Fabricio Werdum, ele começou no Pride com uma bolsa de 10 mil, em 2004.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:44:25 · ler o artigo
  80. Werdum contou que treinou dois anos com Mirko Cro Cop na Croácia, entre 2004 e 2006, e que no começo morou na casa do croata.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:02:48 · ler o artigo
  81. Fabrício Werdum contou que treinou com Mirko Cro Cop de 2004 a 2006 e que o croata rompeu o músculo da perna dele com um chute.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 2:38:29 · ler o artigo
  82. Fabrício Werdum contou que morou com Mirko Cro Cop na Croácia entre 2004 e 2006 e que o croata queria treinar às 6 da manhã no frio. Segundo Werdum, foi para lá treinar o chão de Mirko em troca de um contrato no Pride, e Mirko nunca lhe ensinou a chutar.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 2:07:34 · ler o artigo
  83. Bezinho Otero contou que foi ao Havaí pela primeira vez em 2004, com a recomendação de Rodrigo Comprido, e treinava jiu-jitsu nas academias locais.

    Com Rodrigo CompridoContado por Bezinho Otero no Pura Connection · 0:27:20 · ler o artigo
  84. Segundo Fabrício Werdum, ele lutou seis vezes no Pride entre 2004 e 2006, com quatro vitórias e duas derrotas, além de uma luta num evento combinado com o Pride em Roterdã, na Holanda.

    Contado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:27:28 · ler o artigo
  85. Ítalo Vilardo contou que, antes do Mundial de faixa-marrom de 2004 ou 2005, fez um treino de 50 minutos direto que o deixou destruído a dois dias da luta, e que isso o fez decidir estudar como melhorar a preparação.

    Contado por Ítalo Vilardo no Pura Connection · 0:21:52 · ler o artigo
  86. William Carmona contou que disputou o último Mundial em 2004 e parou de competir para se dedicar à advocacia.

    Contado por William Carmona no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:29:28 · ler o artigo
  87. Fabrício Werdum contou que morou dois anos na Croácia com Mirko Cro Cop, de 2004 a 2006, treinando com ele.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:07:02 · ler o artigo
  88. Raphael Abi-Rihan contou que em 2004 abriu o próprio espaço no Clube Monte Líbano, dando aula para meia dúzia de filhos de diretoras do clube.

    Contado por Raphael Abi-Rihan no Pura Connection · 0:37:35 · ler o artigo
  89. Segundo Gustavo Ximu, em 2004 Georges St-Pierre veio ao Brasil treinar depois de perder para Matt Hughes e treinou com ele. Depois Ximu foi seis vezes ao Canadá fazer camp com St-Pierre em Montreal.

    Com Gustavo Ximu, Matt HughesContado por Gustavo Ximu no Pura Connection · 0:53:20 · ler o artigo
  90. Celsinho Venicius contou que foi campeão mundial na faixa-marrom em 2004 e recebeu a faixa-preta no pódio.

    Contado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 0:16:27 · ler o artigo
  91. Segundo Pedro Bisaglia, na final do Mundial contra Roger Gracie, que ele situou em 2004 sem ter certeza, Ronaldo Jacaré deixou o braço quebrar e foi campeão por pontos.

    Com Roger GracieContado por Pedro Bisaglia no Pura Connection · 0:38:25 · ler o artigo
  92. Pedro Bisaglia contou que, em 2004, ao saber que a banda Natiruts gravaria uma música feita por ele, pediu demissão da agência de publicidade em que trabalhava na mesma ligação, e desde então vive de música.

    Contado por Pedro Bisaglia no Pura Connection · 0:03:24 · ler o artigo
  93. Segundo Durinho, aos 16 anos ele assistiu ao Mundial de 2004 na Tijuca e, vendo os faixas-pretas, decidiu que queria ser campeão mundial.

    Contado por Gilbert Burns no Podcast Nem Me Viu · 0:53:47 · ler o artigo
  94. Segundo Kyra Gracie, o primeiro Mundial dela foi em 2004 e ela lutou no dia da faixa-azul; só no ano seguinte a luta dela foi para o tatame principal.

    Contado por Kyra Gracie no Pura Connection · 0:27:56 · ler o artigo
  95. Dudu Dantas contou que a final do absoluto do Mundial de 2004 entre Jacaré e Roger Gracie o marcou e o fez pesquisar como os atletas treinavam e se alimentavam.

    Com Ronaldo Jacaré, Roger GracieContado por Dudu Dantas no Pura Connection · 0:12:40 · ler o artigo
  96. Segundo Fabrício Werdum, ele treinou dois anos com Mirko Cro Cop, entre 2004 e 2006, e nessa época, assistindo a Fedor contra Minotauro no Pride, ouviu do irmão Felipe que um dia ganharia do russo.

    Com Felipe Werdum, Mirko Cro Cop, Fedor Emelianenko, Rodrigo MinotauroContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:03:54 · ler o artigo
  97. Fabrício Werdum contou que passou dois anos, de 2004 a 2006, ajudando Mirko Cro Cop na Croácia.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:17:18 · ler o artigo
  98. Segundo Celsinho Venícius, depois de voltar a treinar sério ele viveu uma fase muito boa, ganhando muito entre 2004 e 2007.

    Contado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 0:04:29 · ler o artigo
  99. Celsinho Venícius contou que, no Mundial de 2004, na faixa-marrom e com a costela machucada, enfrentou um judoca e seguiu a orientação de Roberto Gordo de lutar em pé, derrubando o adversário mais de uma vez.

    Com Roberto Gordo CorreaContado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 0:09:48 · ler o artigo
  100. Demian Maia contou que frequenta academias na Finlândia desde 2004 e que tem faixas-pretas formados por ele lá, mesmo sem filial oficial.

    Contado por Demian Maia no Dos Nossos Podcast · 0:14:48 · ler o artigo
  101. Segundo Muzio De Angelis, depois da polêmica na final de 2005, os atletas fizeram um abaixo-assinado e as finais faixa-preta passaram a ter três árbitros, a começar pela final que ele apitou em 2006.

    Contado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 0:33:30 · ler o artigo
  102. Segundo Fabrício Werdum, ele estreou no Pride em 2005 e lutou sete vezes no evento. Perdeu por decisão dividida para Sergei Kharitonov, venceu a terceira luta com um triângulo e perdeu para Minotauro.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:50:37 · ler o artigo
  103. Maurício Shogun disse que em 2005 fez cinco lutas no ano, quatro delas no GP do Pride.

    Contado por Maurício Shogun no Podcast Nem Me Viu · 0:49:51 · ler o artigo
  104. Segundo João Zeferino, ele treina com Renzo Gracie em Nova York desde 2005, morou cinco anos na cidade a partir de 2015 dando aula numa filial da academia e ainda comanda uma filial lá.

    Com Renzo GracieContado por João Zeferino no Podcast Nem Me Viu · 0:35:25 · ler o artigo
  105. Segundo Roger Gracie, na final do absoluto do ADCC 2005 contra Jacaré ele encaixou uma guilhotina e puxou para a guarda, perdendo um ponto. Só pontuou aos 18 minutos e venceu pegando as costas no fim. Ele disse que quase pagou pela própria arrogância.

    Com Ronaldo JacaréContado por Roger Gracie no Connect Cast · 0:46:45 · ler o artigo
  106. Cigano contou que começou a treinar em 2005, quando procurou uma academia por estar acima do peso e encontrou aula de jiu-jitsu com o professor Yuri; dois meses depois foi chamado para o treino de MMA.

    Contado por Júnior dos Santos no Dos Nossos Podcast · 1:13:36 · ler o artigo
  107. Ao comentar a luta contra Roger Gracie no ADCC 2005, lembrada por um seguidor, Fabrício Werdum disse que foi duas vezes campeão de tudo o que disputou.

    Com Roger GracieContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:12:05 · ler o artigo
  108. Segundo Alex Alves, por volta de 2005 ele passou a trabalhar com boxe, muay thai e MMA, e depois foi para a Alemanha ajudar a abrir uma academia de MMA com um croata.

    Contado por Alex Alves no Pura Connection · 0:34:04 · ler o artigo
  109. Segundo Celsinho Venicius, um mês antes do Mundial de 2005, o primeiro dele na faixa-preta, ele quebrou o pé jogando futebol e decidiu tirar o nome da competição, pressionado em casa por trabalho e faculdade.

    Contado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 0:16:27 · ler o artigo
  110. Celsinho Venicius contou que desistiu de sair do Mundial de 2005 ao ver que a Gracie Barra o tinha colocado na equipe B, e ligou para Roberto Gordo dizendo que agora a luta era pessoal. Lutou com o pé quebrado e foi campeão.

    Com Roberto Gordo CorreaContado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 0:19:35 · ler o artigo
  111. Segundo Celsinho Venicius, na semifinal do Mundial de 2005 ele enfrentou Souza, que dizia estar com o judô afiado treinando com Flávio Canto, e decidiu lutar em pé, aplicando três quedas.

    Com Flávio CantoContado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 0:22:42 · ler o artigo
  112. Márcio Feitosa contou que foi para os Estados Unidos no começo de 2005 com André Fernandes, a pedido de Carlinhos Gracie, para montar o quartel-general da Gracie Barra fora do Brasil, num galpão de cerca de mil pés quadrados.

    Com André Fernandes, Carlos Gracie JúniorContado por Feitosa no Pura Connection · 1:09:09 · ler o artigo
  113. Segundo Gilbert Durinho, em 2005, como faixa-roxa, ganhou a Copa do Mundo e perdeu a semifinal do Mundial.

    Contado por Gilbert Burns no Pura Connection · 0:20:50 · ler o artigo
  114. Marcelo Alonso contou que, no Pride de 2005, apesar de uma parceria comercial da Tatame com a equipe BTT, a revista deu a capa a Wanderlei Silva, e não a Minotauro, por considerar que Wanderlei merecia mais.

    Com Rodrigo Minotauro, Marcelo AlonsoContado por Marcelo Alonso no Pura Connection · 0:20:36 · ler o artigo
  115. Magid Hage contou que, no ADCC de 2005 em Long Beach, aos 12 anos, recebeu o crachá de técnico de Daniel Valverde, que era reserva no torneio, e assistiu da área VIP à luta de Marcelo Garcia, momento em que decidiu ser competidor.

    Com Daniel Valverde, Marcelo GarciaContado por Magid Hage no Pura Connection · 0:26:17 · ler o artigo
  116. Kyra Gracie contou que perdeu a final do Mundial de 2005 como faixa-marrom, numa fase em que o ego tinha subido, e que essa derrota foi importante para ela.

    Contado por Kyra Gracie no Connect Cast · 1:18:15 · ler o artigo
  117. Segundo Marcelo Alonso, na final do GP do Pride de 2005, entre Arona e Shogun, japoneses vestiam camisas da Brazilian Top Team e da Chute Boxe, a maior rivalidade do vale-tudo.

    Com Maurício ShogunContado por Marcelo Alonso no Podcast Nem Me Viu · 2:19:11 · ler o artigo
  118. Traveck contou que conheceu Durinho quando treinou no Ricardinho, por volta de 2005, e que a amizade só nasceu anos depois, num camp da equipe Zenith organizado por Cavaca em São Vicente.

    Com Rodrigo Thiago, Rodrigo CavacaContado por Rodrigo Thiago no Pura Connection · 1:04:52 · ler o artigo
  119. Segundo Pedro Sauer, em 2005 Hélio Gracie ficou furioso ao ver o logo de Brazilian Jiu-Jitsu num seminário dele em Atlanta; Pedro então voltou a usar o antigo logo AG, da Academia Gracie.

    Com Pedro SauerContado por Pedro Sauer no Connect Cast · 0:55:36 · ler o artigo
  120. Rogério Minotouro contou que, com o treinador Luiz Dórea, entrou na seleção brasileira de boxe, foi campeão brasileiro em 2005, campeão sul-americano e lutou várias vezes em Cuba.

    Com Luiz DóreaContado por Rogério Minotouro no Pura Connection · 0:40:21 · ler o artigo
  121. Segundo Robert Drysdale, seus treinos com Demian Maia e Lucas Leite em 2005 eram tão duros que pareciam briga, mas depois todos saíam juntos.

    Com Demian Maia, Lucas LeiteContado por Robert Drysdale no Connect Cast · 0:53:15 · ler o artigo
  122. Segundo Muzio De Angelis, na final do absoluto de 2006 Xande Ribeiro fez uma queda no fim da luta contra Roger Gracie; ele deu os pontos com o apoio de um lateral e Xande foi campeão, mesmo com a família Gracie invadindo para reclamar.

    Com Roger Gracie, Muzio De AngelisContado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 0:34:31 · ler o artigo
  123. Segundo André Galvão, ele começou a namorar Angélica em 2004, casou em 2006 e a filha Sara nasceu no mesmo ano. Angélica também foi lutadora.

    Contado por André Galvão no Dos Nossos Podcast · 0:03:41 · ler o artigo
  124. Segundo Sérgio Bolão, ele morou três anos nos Estados Unidos e em 2006 criou lá o Personal Fight, trabalho que misturava artes marciais e preparação física.

    Contado por Sérgio Bolão no Pura Connection · 0:42:00 · ler o artigo
  125. Fabrício Werdum contou que perdeu para Minotauro por pontos no GP do Pride de 2006 e, anos depois, venceu a revanche na luta dos treinadores do TUF Brasil, finalizando com chave de braço.

    Com Rodrigo MinotauroContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 2:16:40 · ler o artigo
  126. Roger Gracie contou que a primeira luta de MMA dele foi em 2006 e que de 2006 a 2010 conciliou o MMA com o jiu-jitsu, lutando só o Mundial.

    Contado por Roger Gracie no Connect Cast · 0:20:51 · ler o artigo
  127. Segundo William Carmona, ele recebeu a faixa-preta de Jorge Patino, o Macaco, em 2006.

    Com Jorge PatinoContado por William Carmona no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:27:56 · ler o artigo
  128. Segundo Fabrício Werdum, ele e Minotauro lutaram no Japão em 2006, ano em que Minotauro perdeu o mestre; Minotauro contou que na revanche de 2013 Werdum rompeu um ligamento do braço dele numa chave.

    Com Rodrigo MinotauroContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 2:31:37 · ler o artigo
  129. Relson Gracie contou que organizou campeonatos no Havaí até 2006, com regras do Hélio, que passaram de 220 para 2.700 inscritos e pagavam 4.000 dólares ao campeão do absoluto. Segundo ele, Xande e Saulo Ribeiro, Feitosa e Cacareco competiram lá.

    Com Xande Ribeiro, Saulo Ribeiro, Feitosa, Alexandre CacarecoContado por Relson Gracie no Pura Connection · 1:22:59 · ler o artigo
  130. Popó contou que mantém um projeto de boxe como inclusão social em Salvador desde 2006.

    Contado por Acelino Popó Freitas no Podcast Nem Me Viu · 1:19:43 · ler o artigo
  131. Segundo Fabrício Werdum, em 2006 ele foi contratado para treinar Mirko Cro Cop no chão e morou dois anos na casa dele na Croácia, ensinando primeiro a levantar quando fosse ao solo.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:37:03 · ler o artigo
  132. Segundo Dudu Dantas, Dedé Pederneiras assumiu a gestão do Shooto Brasil em 2006 e bancava os eventos do próprio bolso, no terceiro andar da academia.

    Contado por Dudu Dantas no Pura Connection · 0:14:46 · ler o artigo
  133. Magid Hage contou que treinou na sede da Gracie Barra em Irvine e, ainda criança, trabalhava na mesa virando o placar em lutas de Roger Gracie, André Galvão e Braulio Estima a partir do primeiro Mundial na Califórnia, em 2006.

    Com Carlos Gracie Júnior, Roger Gracie, André Galvão, Braulio EstimaContado por Magid Hage no Pura Connection · 0:31:05 · ler o artigo
  134. Segundo Fabrício Werdum, ele lutou contra Rodrigo Minotauro no Pride em 2006, diante de 50 a 60 mil pessoas no Japão, com Mário Reis no corner.

    Com Rodrigo Minotauro, Mário ReisContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:40:52 · ler o artigo
  135. Antônio Carlos Júnior contou que, depois da separação dos pais, foi para João Pessoa em 2006, onde se dedicou só ao jiu-jitsu, competindo até 2012.

    Contado por Cara de Sapato no Podcast Nem Me Viu · 0:37:56 · ler o artigo
  136. Wendell Alexander contou que em 2006 passou quatro a cinco meses no Canadá dando aula e viu crianças fazendo chaves que eram proibidas nas regras da Confederação no Brasil.

    Contado por Wendell Alexander no Connect Cast · 0:28:54 · ler o artigo
  137. Guilherme Valente contou que em 2007 foi ao Iraque com Rener e Ryron Gracie, a convite de um general do exército americano, e que em três semanas eles treinaram mais de mil soldados de vários países, inclusive em palácios de Saddam Hussein.

    Com Rener Gracie, Ryron GracieContado por Guilherme Valente no Pura Connection · 0:47:55 · ler o artigo
  138. André Galvão e Fabrício Werdum se enfrentaram na semifinal do absoluto do ADCC de 2007, em Nova Jersey. Galvão admitiu que foi amassado e que os juízes deram a vitória a ele; Werdum lembrou que Ryan Gracie lhe disse que ele tinha vencido.

    Com Fabrício Werdum, Ryan GracieContado por André Galvão no Dos Nossos Podcast · 0:43:13 · ler o artigo
  139. Fabricio Werdum contou que conheceu Cris Cyborg por volta de 2007 na Chute Boxe, em Curitiba, onde ela era a única mulher num treino de corrida com 40 ou 50 atletas.

    Com Cris CyborgContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:47:47 · ler o artigo
  140. Jean Vandesteen contou que foi para a Eslováquia em 2007 ou 2008, depois de ter o visto americano negado, e levou o jiu-jitsu para Bratislava, onde ainda não havia jiu-jitsu.

    Contado por Jean Vandesteen no Pura Connection · 2:08:46 · ler o artigo
  141. Marcelo Brigadeiro contou que é treinador de atletas de alto nível desde 2007 e tem quatro atletas no UFC.

    Contado por Marcelo Brigadeiro no Pura Connection · 1:03:47 · ler o artigo
  142. Segundo Jorge Pereira, o Rio Heroes começou em 2007 como um programa de internet de lutas sem luvas, sem regras e sem limite de tempo, montado numa sala em Osasco, em sociedade com um americano chamado Jason.

    Contado por Jorge Pereira no Connect Cast · 0:02:40 · ler o artigo
  143. Ronaldo Aoqui contou que, ao abrir a academia em Natal por volta de 2007, criou a primeira turma infantil de jiu-jitsu do estado, com um programa antibullying, e também a primeira turma feminina.

    Contado por Ronaldo Aoqui no Pura Connection · 0:36:07 · ler o artigo
  144. Segundo Maurício Shogun, a maior dificuldade na passagem do Pride para o UFC foi o espaço: ele se sentiu perdido no octógono, andou demais e cansou na estreia, que perdeu.

    Contado por Maurício Shogun no Podcast Nem Me Viu · 0:44:01 · ler o artigo
  145. Fabrício Werdum contou que, em 2007, na chegada à Chute Boxe com Rafael Cordeiro, participou do Se Vira nos 30 no parque Barigui, em Curitiba, e levou de Dida um soco dentro do olho que o fez ver duplo por mais de um mês.

    Com André Dida, Rafael CordeiroContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:41:31 · ler o artigo
  146. Vitor Miranda contou que em 2007 passou um mês na Croácia fazendo sparring com Mirko Cro Cop três vezes por semana.

    Com Mirko Cro CopContado por Vitor Miranda no Podcast Nem Me Viu · 0:31:52 · ler o artigo
  147. Segundo Fabrício Werdum, ele chegou à Chute Boxe em 2007, depois de sair da Croácia, onde treinava com Mirko Cro Cop, e Rudimar Fedrigo foi buscá-lo no aeroporto e o levou direto para a academia.

    Com Rudimar Fedrigo, Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:28:31 · ler o artigo
  148. Wanderlei Silva contou que se mudou para os Estados Unidos em 2007, primeiro para a Flórida, e depois foi treinar na academia de Randy Couture em Las Vegas, onde ninguém queria fazer sparring com ele; por isso montou a própria academia.

    Com Randy CoutureContado por Wanderlei Silva no Dos Nossos Podcast · 1:31:51 · ler o artigo
  149. Segundo Wanderlei Silva, a estreia no UFC contra Chuck Liddell, em 2007, foi uma das lutas mais difíceis da carreira, entrou entre as dez melhores da história do evento, rendeu bônus e foi sua maior bolsa, de 1,5 milhão de dólares.

    Com Chuck LiddellContado por Wanderlei Silva no Dos Nossos Podcast · 2:20:00 · ler o artigo
  150. Segundo Popó, a força do soco dele é genética: ele disse que nunca fez musculação e que parou de treinar de forma regular em 2007.

    Contado por Acelino Popó Freitas no Podcast Nem Me Viu · 0:41:38 · ler o artigo
  151. Fabrício Werdum contou que chegou à Chute Boxe por volta de 2007 e morou no alojamento da matriz, viajando todo fim de semana entre Curitiba e Porto Alegre.

    Com Rudimar FedrigoContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:11:15 · ler o artigo
  152. Segundo Fabrício Werdum, em 2007 ele treinava na Chute Boxe com Rudimar Fedrigo e Rafael Cordeiro, e Rudimar sempre insistia no treino de saco de pancada.

    Com Rudimar Fedrigo, Rafael CordeiroContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:40:09 · ler o artigo
  153. Celsinho Venicius contou que foi campeão mundial de faixa-preta em 2005 e 2006 e perdeu a semifinal de 2007, no primeiro Mundial nos Estados Unidos, para Lucas Lepri, finalizado numa chave de pé que estalou seu joelho.

    Com Lucas LepriContado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 0:28:11 · ler o artigo
  154. Celsinho Venicius contou que sua maior frustração foi não ter lutado com os ídolos da geração anterior, como Léo Vieira, Léo Santos, Shaolin e Tererê; chegou a fechar uma luta com Shaolin em 2007, cancelada por lesão no menisco do adversário.

    Com Léo Vieira, Léo Santos, Vitor Shaolin Ribeiro, TererêContado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 1:01:03 · ler o artigo
  155. Segundo Nicolas Renier, ele lutou todas as edições do ADCC entre 2007 e 2017, somando seis participações, com quatro vitórias na seletiva europeia e dois convites.

    Contado por Nicolas Renier no Pura Connection · 0:19:00 · ler o artigo
  156. Fabrício Werdum contou que saiu do UFC pela primeira vez em 2007 e depois foi córner de um russo contra Jon Jones em San Diego, quando se sentiu ignorado pelo pessoal da organização.

    Com Jon JonesContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:55:17 · ler o artigo
  157. Segundo Rafael Cordeiro, Fabrício Werdum viajou toda semana de Porto Alegre a Curitiba para treinar durante quase todo o ano de 2007.

    Com Rafael CordeiroContado por Rafael Cordeiro no Dos Nossos Podcast · 0:11:03 · ler o artigo
  158. Durinho contou que em 2007 quase todo mundo no Rio passou a treinar MMA e que, para seguir lutando de quimono, mudou-se para o interior de São Paulo, onde Ramon Lemos entrou em sua vida.

    Com Ramon LemosContado por Gilbert Burns no Podcast Nem Me Viu · 0:57:53 · ler o artigo
  159. Dudu Dantas contou que estreou no MMA no Shooto Brasil em 2007, aos 17 anos e faixa-azul, contra William Parrudinho, faixa-preta de luta livre.

    Com William Parrudinho, André PederneirasContado por Dudu Dantas no Pura Connection · 0:15:16 · ler o artigo
  160. Segundo Marcelo Alonso, no ADCC de 2007 a capa da Tatame foi uma foto de Marcelo Garcia estrangulando Alexandre Cacareco nas quartas de final, e Cacareco, de quem Alonso era amigo, ficou magoado.

    Com Alexandre Cacareco, Marcelo AlonsoContado por Marcelo Alonso no Pura Connection · 0:19:01 · ler o artigo
  161. Tyrone Gonsalves contou que começou no jiu-jitsu em 2007, na Guiana Francesa. Era fã do Pride, fez um ano de muay thai antes e foi levado ao jiu-jitsu por um amigo de infância, Daniel.

    Contado por Tyrone Gonsalves no Pura Connection · 0:07:17 · ler o artigo
  162. Segundo Demian Maia, depois do Super Challenge ele ganhou o ADCC e o mundial de jiu-jitsu sem kimono e entrou no UFC em 2007.

    Contado por Demian Maia no Pura Connection · 0:57:59 · ler o artigo
  163. Fabrício Werdum contou que em 2007 fez provocações dizendo que lutaria com Júnior Cigano e Brock Lesnar na mesma noite, perdeu a luta seguinte e tirou disso o aprendizado que o levou ao título do UFC.

    Com Júnior dos SantosContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:52:19 · ler o artigo
  164. O Morango contou que em 2007 o Saulo Ribeiro o chamou para os Estados Unidos para ajudar no treino do Diego Sanchez. Ele foi junto com a Letícia Ribeiro e ajudou em camps contra Clay Guida, Jon Fitch e BJ Penn.

    Com Saulo Ribeiro, Letícia Ribeiro, Clay Guida, BJ PennContado por Fabrício Camões no Pura Connection · 0:52:47 · ler o artigo
  165. Donda Malvadão contou que em 2007 treinava na Black House e que os patrocinadores davam cerca de 300 reais aos atletas para lutar, além das roupas.

    Contado por Donda Malvadão no Pura Connection · 1:04:59 · ler o artigo
  166. Fabrício Werdum contou que conheceu André Dida na Chute Boxe em 2007, quando ele era conhecido como Carrasquinho, e que o considera um dos maiores trocadores que o Brasil já teve.

    Com André DidaContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:25:26 · ler o artigo
  167. Donda Malvadão contou que, em 2007, Marcelo Nigue o mandou se apresentar a Carlão Barreto na Black House, e o teste para entrar na equipe foi lutar no octógono com um aluno de Bolão.

    Com Marcelo Nigue, Carlão Barreto, Sérgio BolãoContado por Donda Malvadão no Pura Connection · 0:54:40 · ler o artigo
  168. Sylvio Behring contou que aos 48 anos criou o Gerenciamento Progressivo de Comportamento Inconveniente (GPCI), com o sócio Elder Andrade, com quem trabalha desde 2008. O método é usado, segundo ele, pela Polícia Rodoviária Federal.

    Com Elder AndradeContado por Sylvio Behring no Connect Cast · 1:22:29 · ler o artigo
  169. Muzio De Angelis contou que se aposentou oficialmente das competições em 2008, depois de ganhar pela segunda vez o Internacional de Masters.

    Contado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 0:28:03 · ler o artigo
  170. Segundo André Galvão, em 2008 ele foi deportado da Inglaterra porque ia dar um seminário sem o visto certo, e em 2011 precisou de cartas da organização do ADCC para conseguir entrar no país.

    Contado por André Galvão no Dos Nossos Podcast · 0:47:58 · ler o artigo
  171. Segundo Raphael Romano, ele voltou dos Estados Unidos faixa-roxa, foi treinar na Gracie Barra, onde estavam os amigos, e pegou a faixa-preta lá em 2008.

    Contado por Raphael Romano no Pura Connection · 0:11:28 · ler o artigo
  172. Jorge Pereira contou que em 2008 lutou seu último Mundial, em Las Vegas, no peso de 100 kg; venceu a categoria e perdeu a final do absoluto para Jucão por uma vantagem.

    Com JucãoContado por Jorge Pereira no Connect Cast · 1:15:08 · ler o artigo
  173. Segundo João Zeferino, ele enfrentou Rafael Natal, o Sapo, na semifinal do Campeonato Brasileiro de 2008 na faixa-marrom e depois no UFC. Os dois viraram amigos.

    Com Rafael NatalContado por João Zeferino no Podcast Nem Me Viu · 0:41:35 · ler o artigo
  174. Toco Albuquerque contou que em 2008 ou 2009 foi dar seminário no México a convite de um faixa-azul, levando Pulga, e os dois ficaram hospedados na casa do anfitrião.

    Com Alexandre Pulga PimentelContado por Toco no Pura Connection · 0:37:05 · ler o artigo
  175. Demian Maia contou que em 2008, com cerca de um ano de UFC, treinou por cerca de três horas com Rickson Gracie no apartamento dele no Rio, com a ajuda do empresário Paulo Vasconcelos.

    Com Rickson GracieContado por Demian Maia no Connect Cast · 1:29:20 · ler o artigo
  176. Segundo Celsinho Venicius, depois da derrota para Lucas Lepri em 2007 ele mandou um e-mail ao patrocinador pedindo desculpas e prometendo voltar a ser campeão; em 2008 venceu Lepri no Pan e no Mundial.

    Com Lucas LepriContado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 0:33:22 · ler o artigo
  177. Marinho Filho contou que o piloto do Sensei SporTV foi feito em 2008, depois das Olimpíadas, com a condição de não falar de MMA nem de jiu-jitsu, e que Flávio Canto foi escolhido como apresentador desde o piloto.

    Com Flávio CantoContado por Marinho Filho no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:12:02 · ler o artigo
  178. Segundo Rafael Cordeiro, ele chegou aos Estados Unidos em março de 2008, e Fabrício Werdum chegou uns nove meses depois.

    Com Fabrício WerdumContado por Rafael Cordeiro no Dos Nossos Podcast · 0:08:26 · ler o artigo
  179. Rafael Cordeiro contou que em 2008 disse numa entrevista a Marcelo Alonso que queria um dia ser indicado a treinador do ano; depois foi eleito treinador do ano duas vezes.

    Com Marcelo AlonsoContado por Rafael Cordeiro no Dos Nossos Podcast · 0:12:33 · ler o artigo
  180. Segundo Gilbert Durinho, em 2008, recém-graduado faixa-preta, ele trancou a faculdade de educação física e se mudou para São Paulo para treinar com Ramon Lemos, que treinava três vezes por dia.

    Com Ramon LemosContado por Gilbert Burns no Pura Connection · 0:30:29 · ler o artigo
  181. Gilbert Durinho contou que em São Paulo dividiu uma kitnet com mais três atletas, entre eles Bruno Frazatto, por 180 reais de aluguel, e que os amigos pagaram a parte dele várias vezes.

    Com Bruno FrazattoContado por Gilbert Burns no Pura Connection · 0:32:03 · ler o artigo
  182. Segundo Dudu Dantas, por volta de 2008 a Nova União tinha os cinturões dos principais eventos nas categorias leves, com ele no Bellator, Barão e José Aldo no UFC e Wagnney Fabiano, irmão de Léo Santos, na IFL.

    Com Renan Barão, José Aldo, Wagnney Fabiano, Léo SantosContado por Dudu Dantas no Pura Connection · 0:34:51 · ler o artigo
  183. Buchecha contou que conheceu Cara de Sapato aos 17 anos num Brasileiro de Equipes, perdeu para ele na faixa-azul em 2008 e morou com ele na Califórnia em 2012, na casa de Lucas Leite.

    Com Cara de SapatoContado por Marcus Almeida no Podcast Nem Me Viu · 2:06:06 · ler o artigo
  184. Xande contou que foi treinado e certificado por Álvaro na ginástica natural e que se preparou com ele para o Mundial de 2008.

    Com Álvaro RomanoContado por Xande Ribeiro no Pura Connection · 0:18:58 · ler o artigo
  185. Segundo Rafael Cordeiro, em 2007 a Chute Boxe decidiu abrir uma academia nos Estados Unidos, e ele vendeu tudo e se mudou para a Califórnia em março de 2008.

    Contado por Rafael Cordeiro no Podcast Nem Me Viu · 0:24:35 · ler o artigo
  186. Segundo Jonathas Gracie, ele tirou foto com Roger Gracie num seminário em 2008, ainda faixa-verde, e conheceu antes Daniel Gracie, que tinha filial em Santo André.

    Com Roger Gracie, Daniel GracieContado por Jonathas Gracie no Connect Cast · 0:03:06 · ler o artigo
  187. Paulo Filho contou que, em 2008, tinha muita dificuldade para bater 84 kg, lutou contra Chael Sonnen esperando por baixo e finalizou com chave de braço no segundo round.

    Com Chael SonnenContado por Paulão Filho no Pura Connection · 1:04:19 · ler o artigo
  188. Draculino contou que se mudou para o Texas em janeiro de 2008 e escolheu o estado no lugar da Califórnia.

    Contado por Draculino no Pura Connection · 0:45:47 · ler o artigo
  189. Segundo Muzio De Angelis, ele trabalhou no circuito mundial da IBJJF de 2007 a 2017 e começou a dar cursos de arbitragem em 2009, no México, antes de dar no Brasil, a partir de 2012.

    Contado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 0:50:14 · ler o artigo
  190. Segundo Rangel Farias, o treinador brasileiro Léo está na Tailândia desde 2009, começou lá como atleta e por volta de 2014 já era respeitado pelos tailandeses como treinador.

    Contado por Rangel Farias no Podcast Nem Me Viu · 0:27:49 · ler o artigo
  191. Segundo Fabricio Werdum, ele foi o primeiro aluno de Rafael Cordeiro na Kings MMA, que começou em 2009 numa academia pequena e hoje ocupa uma esquina inteira com mais de 500 alunos.

    Com Rafael CordeiroContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:34:42 · ler o artigo
  192. Segundo Fernando Belatto, no fim de 2009 ele já tinha voltado a treinar e pegado a faixa-preta.

    Contado por Fernando Belatto no Pura Connection · 0:26:41 · ler o artigo
  193. Roberto Cyborg contou que foi ao primeiro ADCC dele em 2009 acompanhado do parceiro de treino Wagner.

    Contado por Roberto Cyborg Abreu no Pura Connection · 1:06:32 · ler o artigo
  194. Juninho Cabral contou que foi o primeiro deficiente físico a cursar educação física como bolsista na sua faculdade, entre 2009 e 2014.

    Contado por Juninho Cabral no Pura Connection · 0:31:30 · ler o artigo
  195. Segundo Pé de Pano, ele chegou aos Estados Unidos em 2009, logo após a crise de 2008, e passou anos com dificuldade para manter a academia.

    Contado por Márcio Pé de Pano no Pura Connection · 1:01:29 · ler o artigo
  196. Raphael Abi-Rihan foi campeão brasileiro na faixa-preta em 2009, aos 29 anos, na 11ª tentativa. Segundo ele, também foi campeão europeu em 2007.

    Contado por Raphael Abi-Rihan no Pura Connection · 1:27:35 · ler o artigo
  197. Demian Maia contou que em 2009, num evento na China, Royce Gracie o cumprimentou dizendo que ele era o novo Royce Gracie.

    Com Demian MaiaContado por Demian Maia no Connect Cast · 1:33:04 · ler o artigo
  198. Segundo Alex Poatan, ele procurou a arte marcial porque achava que o esporte o salvaria do álcool e começou no kickboxing em 2009, aos 21 anos.

    Contado por Alex Pereira no Podcast Nem Me Viu · 0:14:02 · ler o artigo
  199. Celsinho Venicius contou que operou o joelho em 2009 e ficou em segundo no Mundial de 2010.

    Contado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 0:33:22 · ler o artigo
  200. Fernando Reis contou que no Pan-Americano de 2009 lutava até 85 quilos, estava meio quilo acima na pesagem, correu e pegou uma faixa fina emprestada para bater o peso, e terminou em segundo lugar.

    Contado por Fernando Reis no Pura Connection · 1:14:02 · ler o artigo
  201. Segundo Gilbert Durinho, em 2009 ele foi vice-campeão mundial, o que trouxe patrocínio e seminários.

    Contado por Gilbert Burns no Pura Connection · 0:35:41 · ler o artigo
  202. Segundo Magid Hage, quando ele pegou a faixa-roxa o pai o mandou treinar chave de pé com Joel Tudor, que tinha acabado de abrir a Surf Fight por volta de 2009 ou 2010; Joel o finalizou duas vezes, com triângulo e chave de pé.

    Com Joel TudorContado por Magid Hage no Pura Connection · 0:42:33 · ler o artigo
  203. Demian Maia contou que começou a carreira com 11 lutas invicto, quase todas vencidas por finalização, e sofreu a primeira derrota em 2009, por nocaute, numa luta no Oregon.

    Contado por Demian Maia no Pura Connection · 0:58:31 · ler o artigo
  204. Fábio Gurgel informou que a Alliance tem 304 escolas em 32 países e que a academia de São Paulo, que tinha uns 100 alunos em 2009, passou de mil, com mais de 250 alunos particulares.

    Contado por Fábio Gurgel no Dos Nossos Podcast · 0:21:06 · ler o artigo
  205. Segundo Murilo Bustamante, ele morou fora do Brasil em 2009 dando aulas, voltou para o que seria uma parada rápida e acabou ficando no Rio.

    Contado por Murilo Bustamante no Pura Connection · 1:17:43 · ler o artigo
  206. Werdum contou que venceu Chael Sonnen por triângulo em 2009, em sua 11ª luta.

    Com Chael SonnenContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 1:18:17 · ler o artigo
  207. Werdum contou que, em 2009, Maurício Shogun fez camp em São Paulo e treinou jiu-jitsu na academia dele, antes de ser campeão.

    Com Fabrício WerdumContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 1:13:03 · ler o artigo
  208. Segundo Cristiano Marcello, ele fundou a CM System em 2009; em sete meses a equipe foi eleita a melhor do Sul e depois ganhou três vezes o prêmio Osvaldo Paquetá de melhor time do Brasil.

    Contado por Cristiano Marcello no Pura Connection · 1:08:50 · ler o artigo

Década de 2010

  1. Werdum x Fedor

    O gaúcho que tinha perdido o contrato com o UFC finalizou o russo que estava dez anos sem perder. Quem conta é o próprio Werdum, o técnico, o amigo de córner e o jornalista que pegou um avião para ver.
  2. Fabrício Werdum contou que em 2010 ganhou o prêmio de finalização do ano pela vitória sobre Fedor, e Rafael Cordeiro o de técnico do ano, ambos com terno alugado.

    Com Rafael CordeiroContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:08:58 · ler o artigo
  3. Segundo Rangel Farias, ele vai à Tailândia desde 2010 e sempre foca no treino, sem vida noturna.

    Contado por Rangel Farias no Podcast Nem Me Viu · 0:55:18 · ler o artigo
  4. Segundo Rangel Farias, em 2010 poucas academias da Tailândia eram boas para estrangeiros treinarem; hoje há complexos com muay thai, galpão de MMA, loja e hotel.

    Contado por Rangel Farias no Podcast Nem Me Viu · 1:25:30 · ler o artigo
  5. Segundo André Galvão, em 2007 ele sonhou que alguém lhe dava uma academia. Em 2010, depois de lutar no Strikeforce, visitou o espaço oferecido por um aluno em San Diego e sentiu que era a academia do sonho.

    Contado por André Galvão no Dos Nossos Podcast · 0:10:57 · ler o artigo
  6. Segundo Sylvio Behring, em 2010 ele conseguiu voltar aos Estados Unidos com uma carta do Comitê Olímpico Brasileiro que pedia visto de técnico da seleção de grappling. O visto foi de uma semana só.

    Contado por Sylvio Behring no Pura Connection · 0:11:22 · ler o artigo
  7. Segundo Fabrício Werdum, depois de vencer Fedor ele recebeu da equipe do russo, em 2010, uma proposta de 1 milhão de dólares para fazer a revanche na Rússia, e recusou por medo de lutar lá naquela época.

    Com Fedor EmelianenkoContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:17:35 · ler o artigo
  8. André Seabra contou que Jonathan Pitbull, faixa-preta com síndrome de Down, foi seu primeiro aluno com deficiência. Começou criança, parou e voltou depois de 2010, e está há 16 anos direto com ele.

    Com André SeabraContado por André Seabra no Pura Connection · 0:05:44 · ler o artigo
  9. João Zeferino contou que conheceu Rangel Farias por volta de 2010 ou 2011, quando o treinador que o preparava para uma luta o abandonou.

    Com Rangel FariasContado por João Zeferino no Podcast Nem Me Viu · 0:38:32 · ler o artigo
  10. Thiago Marreta contou que ficou sete anos no exército como paraquedista, fez cerca de 130 saltos e saiu em 2010.

    Contado por Thiago Marreta no Podcast Nem Me Viu · 0:54:44 · ler o artigo
  11. Werdum considera a vitória sobre Fedor Emelianenko, em 26 de junho de 2010, a melhor luta da carreira. Segundo ele, o plano da equipe, com Rafael Cordeiro e Babalu, era levar Fedor ao chão logo no início, antes que o suor atrapalhasse a finalização.

    Com Fedor Emelianenko, Rafael Cordeiro, Renato Babalu SobralContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:08:42 · ler o artigo
  12. Alex Souto Maior contou que defendeu a tese de doutorado em 2010 e que o doutorado foi todo sobre esteroide.

    Contado por Alex Souto Maior no Pura Connection · 0:24:03 · ler o artigo
  13. Fabrício Werdum disse que a única luta que o faria voltar seria uma revanche contra Fedor, que ele finalizou em 2010, e que tem certeza de que o finalizaria de novo.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:23:23 · ler o artigo
  14. Rodrigo Cavaca contou que ganhou o primeiro Mundial de faixa-preta em 2010, dez anos depois de começar, e que passou uns cinco anos na faixa-preta acumulando vice-campeonato mundial, terceiro lugar no Mundial e vice no Brasileiro.

    Contado por Rodrigo Cavaca no Pura Connection · 0:41:24 · ler o artigo
  15. Segundo Rodrigo Cavaca, depois de ganhar o Mundial em 2010 ele se achou muito mais do que era e tomou um tombo gigante. Ele também diz que virou líder de muita gente cedo demais e se sentia imaturo para o lugar onde estava.

    Contado por Rodrigo Cavaca no Pura Connection · 0:42:27 · ler o artigo
  16. Segundo Rodrigo Cavaca, em 2010 ele se mudou para Jupiter, na Flórida, a convite de um dono de equipe, e levou dois alunos, entre eles Buchecha, ainda faixa-marrom. Virou head coach da parte de chão em duas academias de 400 alunos cada, onde também treinavam lutadores do UFC como Edson Barboza e Marlon Moraes.

    Com Marcus Almeida, Edson Barboza, Marlon MoraesContado por Rodrigo Cavaca no Pura Connection · 1:07:05 · ler o artigo
  17. Fabrício Werdum contou que o momento mais marcante da carreira foi a vitória sobre Fedor em 26 de junho de 2010, seguida do título contra Cain Velasquez no México, para onde foi passar quase três meses.

    Com Fedor Emelianenko, Cain VelasquezContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:44:06 · ler o artigo
  18. Gilbert Durinho contou que perdeu a final do Mundial de 2010 para Michael Langhi e que depois ouviu que a luta foi usada numa prova de arbitragem, com a resposta de que ele tinha vencido.

    Com Michael LanghiContado por Gilbert Burns no Pura Connection · 0:36:46 · ler o artigo
  19. Paula Sack contou que, em 2010, deixou a Globosat por causa do contrato de exclusividade com o UFC e passou a produzir conteúdo para a internet em português, inglês e espanhol.

    Contado por Paula Sack no Pura Connection · 0:14:32 · ler o artigo
  20. Buchecha contou que em 2010, aos 20 anos, foi campeão mundial no absoluto e recebeu a faixa-preta logo em seguida.

    Contado por Marcus Almeida no Pura Connection · 0:44:18 · ler o artigo
  21. Segundo Fabrício Werdum, ele chocou o mundo em 2010 ao vencer Fedor Emelianenko, luta em que muitos duvidavam dele.

    Com Fedor EmelianenkoContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:14:04 · ler o artigo
  22. Segundo Paboom, em 2010 ou 2011 Popó, então deputado federal, visitou Porto Alegre para ver as obras dos estádios da Copa, treinou no Clube do Boxe, fez nove rounds com os alunos e dois com ele.

    Com PaboomContado por Paboom no Podcast Nem Me Viu · 1:53:33 · ler o artigo
  23. Segundo Fabricio Werdum, ele chegou ao Strikeforce em 2009, fez duas lutas e em 2010 venceu Fedor Emelianenko, chance que surgiu também porque não havia quem enfrentasse o russo.

    Com Fedor EmelianenkoContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:42:32 · ler o artigo
  24. André Galvão contou que venceu Toquinho no ADCC de 2011, na Inglaterra, numa luta de 20 minutos decidida nos pontos. A estratégia foi resistir aos primeiros cinco minutos, porque Toquinho fazia muito MMA e cansaria.

    Com Rousimar PalharesContado por André Galvão no Dos Nossos Podcast · 0:47:25 · ler o artigo
  25. Segundo Rodolfo Vieira, Roger Gracie parou de competir no Mundial em 2011, o primeiro ano em que Rodolfo foi campeão. Para ele, Roger é o maior do jiu-jitsu em dominância e Buchecha, em números.

    Com Rodolfo VieiraContado por Rodolfo Vieira no Connect Cast · 1:26:31 · ler o artigo
  26. Rodrigo Cavaca contou que em 2011 disse a Buchecha que ele ainda não estava pronto para ser campeão mundial, e que o vencia todos os dias no treino.

    Com Rodrigo CavacaContado por Rodrigo Cavaca no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:34:35 · ler o artigo
  27. Para Laerte Viana, a luta entre Anderson Silva e Vitor Belfort em 2011 foi a virada de chave na popularização do MMA no Brasil, seguida pela chegada do TUF em 2012.

    Com Vitor BelfortContado por Laerte Viana no Podcast Nem Me Viu · 1:33:29 · ler o artigo
  28. Augusto Tanquinho contou que se mudou para os Estados Unidos em 2011, passou cinco anos só competindo com patrocínio e abriu a própria academia no Arizona em 2016.

    Contado por Augusto Tanquinho no Connect Cast · 0:27:30 · ler o artigo
  29. Segundo Augusto Tanquinho, no Abu Dhabi Pro de 2011 ele chegou doente, com febre e a garganta fechada, e perdeu na primeira luta do sem quimono para Davi Ramos por uma vantagem.

    Com Davi RamosContado por Augusto Tanquinho no Connect Cast · 0:40:27 · ler o artigo
  30. Augusto Tanquinho contou que desceu de 74 para 65 kg no quimono do Abu Dhabi Pro de 2011, no primeiro corte de peso da vida dele, e que foi o último a bater o peso.

    Contado por Augusto Tanquinho no Connect Cast · 0:42:30 · ler o artigo
  31. Segundo Augusto Tanquinho, no Abu Dhabi Pro de 2011 ele venceu Ryan Hall, Guilherme Mendes, Ary Farias e Ed Ramos e ganhou de Rafael Mendes na final por decisão de 2 a 1 dos árbitros.

    Com Ryan Hall, Guilherme Mendes, Ary Farias, Ed Ramos, Rafael MendesContado por Augusto Tanquinho no Connect Cast · 0:47:13 · ler o artigo
  32. Segundo Augusto Tanquinho, um mês depois de Abu Dhabi ele venceu Cobrinha na semifinal do Mundial da IBJJF de 2011 e perdeu a final para Rafael Mendes por uma vantagem.

    Com Rafael Mendes, Rubens Charles CobrinhaContado por Augusto Tanquinho no Connect Cast · 1:08:30 · ler o artigo
  33. Alexandre Nascimento contou que, em 2011, viu num site de jiu-jitsu o anúncio de uma comitiva de Abu Dhabi que entrevistava professores no Rio de Janeiro, saiu de moto de madrugada até o aeroporto de Porto Alegre e foi contratado na primeira tentativa.

    Contado por Alexandre Nascimento no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:36:45 · ler o artigo
  34. Ítalo Vilardo contou que, no Mundial de 2011, João Gabriel foi campeão no peso e Felipe Costa ficou em terceiro.

    Com Felipe CostaContado por Ítalo Vilardo no Pura Connection · 0:25:29 · ler o artigo
  35. Segundo Pedro Rizzo, em 2011, quando ele ajudava na preparação de um lutador em Los Angeles, Marco Ruas pediu uma câmera para gravar os treinos novos e aprender.

    Com Pedro RizzoContado por Pedro Rizzo no Pura Connection · 1:11:31 · ler o artigo
  36. Segundo Viktor Doria, André Galvão foi campeão do absoluto do ADCC em 2011 e venceu as superlutas contra Braulio Estima em 2013, Cyborg em 2015, Calasans em 2017 e Felipe Preguiça em 2019.

    Com Braulio Estima, Roberto Cyborg Abreu, Felipe PreguiçaContado por Viktor Doria no Pura Connection · 0:43:31 · ler o artigo
  37. Segundo Wilgner Silva, ele começou no jiu-jitsu em 2011, numa academia de bairro em cima de um sacolão, com um professor faixa-preta de judô e de jiu-jitsu que exigia entradas de queda antes do treino.

    Contado por Wilgner Silva no Pura Connection · 0:05:47 · ler o artigo
  38. Segundo Demian Maia, sua última luta de jiu-jitsu foi em 2011, e ele negociava uma luta de submission sem kimono fora do Brasil.

    Contado por Demian Maia no Connect Cast · 1:59:35 · ler o artigo
  39. Segundo Alex Alves, em 2011 ele foi morar entre a Índia e o Nepal, estudou num mosteiro budista e fez voto de monge.

    Contado por Alex Alves no Pura Connection · 0:43:31 · ler o artigo
  40. Alex Poatan contou que estreou no kickboxing profissional em 2011, descendo de categoria, e perdeu por pontos para um adversário experiente, sentindo o cansaço dos rounds de três minutos.

    Contado por Alex Pereira no Podcast Nem Me Viu · 0:32:50 · ler o artigo
  41. Cesalina Gracie contou que abriu a primeira academia em Los Angeles em 2011, junto com o irmão, atendendo homens, mulheres e crianças.

    Contado por Cesalina Gracie no Pura Connection · 0:13:17 · ler o artigo
  42. Mahamed Aly contou que foi para a equipe dos irmãos Nogueira como parceiro de treino quando Minotouro se preparava para enfrentar Tito Ortiz, em 2011, se não se engana.

    Com Rogério Minotouro, Rodrigo Minotauro, Tito OrtizContado por Mahamed Aly no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:20:18 · ler o artigo
  43. Durinho contou que voltou de São Paulo em 2011 e começou a treinar MMA com Vitor Belfort, passando por Las Vegas antes de se fixar na Flórida.

    Com Vitor BelfortContado por Gilbert Burns no Podcast Nem Me Viu · 1:21:09 · ler o artigo
  44. Segundo Gilbert Durinho, em 2011 ele foi campeão mundial na Pirâmide de Long Beach, vencendo Kron Gracie na final.

    Com Kron GracieContado por Gilbert Burns no Pura Connection · 0:02:36 · ler o artigo
  45. Gilbert Durinho contou que conheceu Vitor Belfort na quarta-feira seguinte ao título mundial de 2011, treinou com ele e recebeu a proposta de afiar o jiu-jitsu do Vitor em troca de ajuda no MMA.

    Com Vitor BelfortContado por Gilbert Burns no Pura Connection · 0:05:16 · ler o artigo
  46. Celsinho Venícius contou que voltou ao MMA em 2011, depois de ouvir de um amigo que estava ficando velho, e que fez seis lutas.

    Contado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 0:58:46 · ler o artigo
  47. Segundo Buchecha, ele pensou em largar o jiu-jitsu duas vezes: na faixa-azul, após a décima derrota, e em 2011, depois de perder o primeiro Mundial de faixa-preta, aos 20 anos.

    Contado por Marcus Almeida no Podcast Nem Me Viu · 0:19:45 · ler o artigo
  48. Segundo Buchecha, sua primeira derrota num absoluto de Mundial foi para Rodolfo Vieira, em 2011, por finalização; ele o considera o maior rival da carreira e hoje é seu amigo.

    Com Rodolfo VieiraContado por Marcus Almeida no Podcast Nem Me Viu · 1:51:20 · ler o artigo
  49. Segundo Buchecha, a primeira luta com Leandro Lo foi uma final de absoluto da faixa-marrom, que ele venceu. Depois ele perdeu para Leandro num Pan-Americano em 2011.

    Com Leandro LoContado por Marcus Almeida no Pura Connection · 0:58:21 · ler o artigo
  50. Buchecha contou que em 2011 venceu o Pan-Americano e o Mundial sem kimono, no peso e no absoluto, e aí decidiu que podia viver do esporte.

    Contado por Marcus Almeida no Pura Connection · 0:21:38 · ler o artigo
  51. Cristiano Marcello contou que, em 23 de dezembro de 2011, já pré-selecionado para o TUF, rompeu o bíceps e decidiu participar mesmo assim, aos 34 anos, por ser a última chance de entrar no UFC.

    Contado por Cristiano Marcello no Pura Connection · 1:16:03 · ler o artigo
  52. Zé Mário Sperry contou que voltou ao ADCC nas lutas de mestres, contra Renzo Gracie em 2011 e Fábio Gurgel em 2013, e que empatou em 0 a 0 em meia hora com Ricardo Libório, que venceu na decisão.

    Com Renzo Gracie, Fábio Gurgel, Ricardo LibórioContado por Zé Mário Sperry no Pura Connection · 0:47:45 · ler o artigo
  53. Zé Mário Sperry contou que, em 2011, foi convidado a treinar com a equipe Blackzilians nos Estados Unidos.

    Contado por Zé Mário Sperry no Pura Connection · 0:56:36 · ler o artigo
  54. Buchecha x Rodolfo Vieira

    Os dois contam as finais e as quartas de final que decidiram uma geração do absoluto, de 2012 a 2014.
  55. Segundo o comentarista Jaime Júnior, Buchecha venceu Rodolfo Vieira na final do absoluto do Mundial de 2012, no primeiro absoluto dele; Rodolfo tinha sido o campeão em 2011.

    Com Rodolfo VieiraContado por o apresentador no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:35:31 · ler o artigo
  56. Segundo Rodolfo Vieira, ele perdeu para Buchecha no Mundial de 2012, de novo em 2013 e outra vez em 2014, ano em que, segundo ele, finalizou todas as lutas e não tomou ponto no campeonato.

    Com Marcus AlmeidaContado por Rodolfo Vieira no Connect Cast · 0:13:44 · ler o artigo
  57. Segundo Luiz Cabelinho, em 2012 ele arbitrou seu primeiro Mundial fora do Brasil e, depois do evento, dançou com Rodolfo Vieira; em 2013 foi avisado de que não poderia trabalhar por isso, mas recebeu uma nova chance.

    Com Rodolfo VieiraContado por Luiz Cabelinho no Pura Connection · 1:19:41 · ler o artigo
  58. Rodrigo Cavaca contou que, para a final do absoluto de 2012, treinou com Buchecha uma pegada na lateral do joelho de Rodolfo Vieira para repor a guarda quando Rodolfo antecipasse a montada a partir da meia-guarda.

    Com Rodolfo Vieira, Rodrigo CavacaContado por Rodrigo Cavaca no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 1:03:26 · ler o artigo
  59. Rafael dos Anjos contou que treinou com Frankie Edgar em 2012 e que o americano, campeão dos 70 kg, pesava 70 kg sem cortar peso.

    Com Frankie EdgarContado por Rafael dos Anjos no Podcast Nem Me Viu · 1:00:39 · ler o artigo
  60. Segundo Augusto Tanquinho, em novembro de 2012, um ano depois da cirurgia, ele venceu o Mundial Sem Quimono, derrotando Leandro Lo por 9 a 0 e JT Torres na final.

    Com Leandro Lo, JT TorresContado por Augusto Tanquinho no Connect Cast · 1:13:39 · ler o artigo
  61. Segundo Alexandre Nascimento, ele mora em Abu Dhabi desde 2012.

    Contado por Alexandre Nascimento no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:04:11 · ler o artigo
  62. Ítalo Vilardo contou que começou a trabalhar com Caio Terra em 2012, na preparação para o Metamoris contra Jeff Glover, com uma estratégia de lutar por cima, e que o Caio pegou o Glover num armlock.

    Com Jeff Glover, Ítalo VilardoContado por Ítalo Vilardo no Pura Connection · 0:25:29 · ler o artigo
  63. Raphael Abi-Rihan contou que tentou se manter no adulto até 2012, quando lutou com Bernardo Faria, Rômulo Barral e Guto Campos e percebeu que era hora de ir para o master.

    Com Bernardo Faria, Rômulo BarralContado por Raphael Abi-Rihan no Pura Connection · 1:28:38 · ler o artigo
  64. Segundo Demian Maia, depois de uma luta em janeiro de 2012 em que quebrou a mão, ele decidiu com Eduardo Alonso descer para o peso meio-médio, e o camp voltou a ser quase só de jiu-jitsu.

    Com Eduardo AlonsoContado por Demian Maia no Connect Cast · 1:43:30 · ler o artigo
  65. Segundo Fernando Reis, a escola onde ensina a técnica B.E.M. foi fundada em 2012.

    Contado por Fernando Reis no Pura Connection · 1:18:42 · ler o artigo
  66. Segundo Rodrigo Medeiros, em 2012 ele se mudou para Hong Kong para cuidar da academia Epic MMA, que chegou a 2.200 alunos em dois anos e meio e depois a 4.000, até fechar na pandemia de Covid.

    Contado por Rodrigo Comprido no Pura Connection · 1:40:26 · ler o artigo
  67. Buchecha contou que a luta divisora de águas da carreira foi a quarta de final do Mundial de 2012 contra Rodolfo Vieira, favorito, que o tinha finalizado no ano anterior.

    Com Rodolfo VieiraContado por Marcus Almeida no Podcast Nem Me Viu · 1:11:50 · ler o artigo
  68. Segundo Buchecha, em 2012 ele venceu treinando duas vezes por dia, jiu-jitsu e musculação, sem preparador físico.

    Contado por Marcus Almeida no Podcast Nem Me Viu · 1:22:57 · ler o artigo
  69. Guilherme Mendes contou que a Art of Jiu-Jitsu abriu em 2012 e que o visual branco, de galeria de arte, foi ideia do sócio colecionador de arte, que queria a academia como uma tela em branco.

    Com Rafael MendesContado por Guilherme Mendes no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:20:53 · ler o artigo
  70. Rafael Mendes contou que sua luta favorita é a final do Pan-Americano de 2012 contra Cobrinha, em que entrou no berimbolo, preparou o leg drag e finalizou no braço.

    Com Rubens Charles CobrinhaContado por Rafael Mendes no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 2:14:46 · ler o artigo
  71. Segundo Buchecha, ele ganhou seu primeiro Mundial em 2012, na Califórnia, vivendo de aulas particulares, e repetiu o título do absoluto em 2013 e 2014.

    Contado por Marcus Almeida no Pura Connection · 0:32:31 · ler o artigo
  72. Segundo Buchecha, a segunda luta dele contra Rodolfo Vieira, nas quartas de final do Mundial de 2012, foi a primeira vez que o venceu e o divisor de águas da sua carreira.

    Com Rodolfo VieiraContado por Marcus Almeida no Pura Connection · 0:30:03 · ler o artigo
  73. Buchecha contou que entrou na luta contra Rodolfo Vieira em 2012 decidido a não bater: só perderia se fosse estrangulado e apagasse. Segundo ele, a luta foi a mais assistida do YouTube.

    Com Rodolfo VieiraContado por Marcus Almeida no Pura Connection · 0:30:35 · ler o artigo
  74. Segundo Isaque Bahiense, a Hyperfly o patrocina desde 2012.

    Contado por Isaque Bahiense no Pura Connection · 0:59:33 · ler o artigo
  75. Segundo Antônio Carlos Júnior, em 2012, seu último ano competindo no jiu-jitsu, ele passou uns dez meses na Austrália, disputou o Pan-Americano e o Mundial e deu seminários.

    Contado por Cara de Sapato no Podcast Nem Me Viu · 0:23:54 · ler o artigo
  76. Roberto Monteiro chamou 2013 e 2014 de anos da derrota e contou que, enquanto muitos amigos pararam de atender o telefone, a turma do jiu-jitsu ficou ao lado dele, com destaque para o professor Rodrigo Thiago.

    Com Rodrigo ThiagoContado por Roberto Monteiro no Pura Connection · 0:20:47 · ler o artigo
  77. Thiago Marreta participou do TUF Brasil 2, em 2013, no time de Fabrício Werdum, que era técnico contra Rodrigo Minotauro.

    Com Fabrício Werdum, Rodrigo MinotauroContado por Thiago Marreta no Podcast Nem Me Viu · 0:11:09 · ler o artigo
  78. Augusto Tanquinho contou que em 2013 venceu Cobrinha na semifinal e Rafael Mendes na final do Mundial, por vantagem.

    Com Rafael Mendes, Rubens Charles CobrinhaContado por Augusto Tanquinho no Connect Cast · 1:14:10 · ler o artigo
  79. Ítalo Vilardo contou que, em 2013, João Gabriel ficou sem hotel a cerca de 15 dias do Mundial e ele o levou para o próprio hotel até o dia da luta.

    Com Ítalo VilardoContado por Ítalo Vilardo no Pura Connection · 0:59:36 · ler o artigo
  80. Minotauro contou que em 2013, quando quebrou o braço, Dana White o chamou para trabalhar no escritório do UFC, e ele pediu mais dois anos como lutador.

    Com Dana WhiteContado por Rodrigo Minotauro no Dos Nossos Podcast · 2:17:27 · ler o artigo
  81. Segundo Viktor Doria, ele mora em Miami desde 2013, quando se mudou para os Estados Unidos, e nunca morou em outra cidade americana.

    Contado por Viktor Doria no Dos Nossos Podcast · 0:12:06 · ler o artigo
  82. Marco Aurellio de Queiroz contou que nunca ganhou um campeonato na faixa-azul, ficou em segundo e terceiro na roxa e só conquistou o primeiro título na faixa-marrom, em 2013.

    Contado por Marco Aurellio de Queiroz no Pura Connection · 0:35:11 · ler o artigo
  83. Neiman Gracie contou que fez a primeira luta de MMA aos 23 anos, no WSOF, no mesmo evento em que lutaram os primos Gregor e Rolles, e que isso, segundo ele, foi em 2013.

    Com Gregor Gracie, Rolles Gracie Jr.Contado por Neiman Gracie no Pura Connection · 0:53:15 · ler o artigo
  84. Segundo Rômulo Barral, em 2013 ele rompeu o posterior da coxa, não fez nenhuma semana de treino e mesmo assim foi campeão mundial, com a ajuda do fisioterapeuta Guto.

    Contado por Rômulo Barral no Dos Nossos Podcast · 1:20:47 · ler o artigo
  85. Buchecha contou que Léo Vieira se mudou para a Califórnia um ano depois dele e, desde 2013, é seu mestre, presente em todos os seus títulos mais importantes e na estreia no MMA.

    Com Marcus AlmeidaContado por Marcus Almeida no Pura Connection · 0:49:50 · ler o artigo
  86. Cácio Zanon contou que lutou seu primeiro campeonato da IBJJF em 2013, no Tijuca Tênis Clube, na faixa-azul, contra um mexicano, e venceu no instinto apesar de travar mentalmente.

    Contado por Cácio Zanon no Pura Connection · 0:05:54 · ler o artigo
  87. Jura contou que recebeu a faixa-preta em dezembro de 2012 e que em janeiro de 2013 seu mestre na época, Roberto Godói, o convidou para abrir uma academia em sociedade.

    Com Roberto GodoyContado por Jurandir Conceição no Pura Connection · 0:24:18 · ler o artigo
  88. Segundo Antônio Carlos Júnior, ele fez a primeira luta de MMA em julho de 2013 e, em janeiro de 2014, já fazia a luta de entrada no TUF Brasil.

    Contado por Cara de Sapato no Podcast Nem Me Viu · 0:25:29 · ler o artigo
  89. Segundo André Galvão, ele venceu Felipe Preguiça no Pan de 2014, perdeu a final do Mundial daquele ano nos últimos 30 segundos e, depois de um comentário dele nas redes sociais, os dois viraram inimigos. Felipe venceu de novo no World Pro de 2016, Galvão venceu na semifinal do Mundial de 2017, e os dois fizeram as pazes depois da luta no ADCC de 2019.

    Com Felipe PreguiçaContado por André Galvão no Dos Nossos Podcast · 1:22:20 · ler o artigo
  90. Segundo Tainan Dalpra, em 2014 ele foi campeão do Pan Kids e ali teve o primeiro contato com os irmãos Mendes.

    Com Rafael Mendes, Guilherme MendesContado por Tainan Dalpra no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:06:16 · ler o artigo
  91. Segundo Erica Paes, entre 2014 e 2015 ela passou três meses em Las Vegas a convite de Fredson Paixão, com a perspectiva de uma revanche contra Cris Cyborg no UFC.

    Com Fredson Paixão, Cris CyborgContado por Erica Paes no Pura Connection · 0:52:07 · ler o artigo
  92. Segundo Alexandre Nascimento, o primeiro evento olímpico asiático de que ele participou foi o Beach Games de 2014.

    Contado por Alexandre Nascimento no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:09:58 · ler o artigo
  93. Alex Poatan contou que entrou no Glory em 2014 como azarão num GP, nocauteou o americano da semifinal no primeiro round com um cruzado de esquerda e venceu a final.

    Contado por Alex Pereira no Podcast Nem Me Viu · 0:35:57 · ler o artigo
  94. Márcio Feitosa contou que, em 2014, uma transição mal feita na liderança do quartel-general da Gracie Barra nos Estados Unidos levou a escola de mais de 600 para 40 e poucos alunos, e ele voltou para morar dentro da academia até recuperá-la.

    Contado por Feitosa no Pura Connection · 1:30:11 · ler o artigo
  95. Bruno Blindado contou que copiou do Google a tatuagem "Deus é fiel" no ombro, no mesmo lugar da de Wanderlei Silva, sem imaginar que o conheceria; depois do TUF de 2014 não foi para o UFC, fez dez vitórias no Brasil e perdeu no Líbano antes de ir para a Rússia.

    Com Wanderlei SilvaContado por Bruno Blindado no Podcast Nem Me Viu · 1:19:17 · ler o artigo
  96. Demian Maia contou que em 2014 passou a treinar wrestling em Nova Jersey e que, a partir daí, fez sete vitórias seguidas, chegou ao maior número de vitórias da categoria e disputou o cinturão do UFC.

    Contado por Demian Maia no Pura Connection · 1:05:15 · ler o artigo
  97. Segundo o apresentador Carlos Arthur, a primeira grande luta que fotografou foi Rodolfo Vieira contra Leandro Lo na Copa Pódio, e outra que o marcou foi Rodolfo contra Felipe Preguiça na final até 99 quilos do ADCC de 2015.

    Com Leandro Lo, Felipe PreguiçaContado por o apresentador no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:38:38 · ler o artigo
  98. Tainan Dalpra contou que foi aos Estados Unidos pela primeira vez em 2015 e que o pai ficou seis meses com ele para acompanhar a adaptação.

    Contado por Tainan Dalpra no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:08:50 · ler o artigo
  99. Segundo Gutemberg Pereira, ele foi aos Estados Unidos para ajudar Rodolfo Vieira no camp do ADCC de 2015 e, depois, foi a Ohio, onde recebeu proposta para abrir uma academia com um investidor.

    Com Rodolfo VieiraContado por Gutemberg Pereira no Pura Connection · 0:58:29 · ler o artigo
  100. Rodolfo Vieira contou que seu último Mundial foi em 2014 e que em 2015 lutou e venceu o ADCC, único grande título que ainda não tinha, antes de parar e focar só no MMA.

    Contado por Rodolfo Vieira no Connect Cast · 0:09:29 · ler o artigo
  101. Segundo Gabi Pessanha, ela lutou o Pan Kids em 2015, foi a primeira atleta do professor Márcio a competir no exterior e ganhou.

    Com MárcioContado por Gabi Pessanha no Pura Connection · 0:10:26 · ler o artigo
  102. Segundo Roberto Monteiro, desde 2015 a Prio trabalha para criar uma cultura de tribo, ideia que ele tirou da convivência com os amigos do jiu-jitsu.

    Contado por Roberto Monteiro no Pura Connection · 0:23:58 · ler o artigo
  103. Alexandre Vieira contou que, na seletiva do ADCC no Rio em 2015, foi surpreendido por uma nova pesagem no dia seguinte e passou três horas pulando corda de roupa térmica na Ilha do Governador, no dia do aniversário, para bater o peso; perdeu a final.

    Contado por Alexandre Vieira no Pura Connection · 0:43:43 · ler o artigo
  104. Werdum contou que, quando voltou ao Brasil como campeão do UFC em 2015, foi buscado por um carro de bombeiro no aeroporto de Porto Alegre, seguiu em carreata de 300 carros e recebeu do prefeito a chave da cidade.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:31:31 · ler o artigo
  105. Segundo Márcio Feitosa, em 2015 Felipe Della Monica, o Furão, na equipe desde 2008, fechou a própria escola a uns 4 km dali para assumir o quartel-general da Gracie Barra nos Estados Unidos.

    Com FeitosaContado por Feitosa no Pura Connection · 1:31:45 · ler o artigo
  106. Nicolas Renier contou que lutou o ADCC nos Estados Unidos, na Espanha, na Inglaterra, na China, na Finlândia e no Brasil, em 2015.

    Contado por Nicolas Renier no Pura Connection · 0:19:33 · ler o artigo
  107. Segundo Mahamed Aly, ele foi campeão mundial de faixa-roxa e de faixa-marrom e, depois do título na marrom, se mudou para os Estados Unidos em 2015.

    Contado por Mahamed Aly no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:10:19 · ler o artigo
  108. Segundo Marco Aurellio de Queiroz, a Pirâmide começou por volta de 2015 e 2016 no sótão da casa dos pais em Alphaville, com placas de tatame guardadas havia três anos e aulas para amigos do irmão.

    Contado por Marco Aurellio de Queiroz no Pura Connection · 0:16:25 · ler o artigo
  109. Segundo Buchecha, em 2015 ele rompeu três ligamentos do joelho numa luta com Ricardo Evangelista; voltou em sete meses, contra a indicação médica, e ganhou peso e absoluto no Mundial.

    Com Ricardo EvangelistaContado por Marcus Almeida no Podcast Nem Me Viu · 2:22:42 · ler o artigo
  110. Segundo Márcio de Deus, em 2015 Gabrieli Pessanha foi a primeira aluna do projeto a lutar fora do país, no Pan Kids, e pagou a viagem vendendo bombons e trufas em campeonatos.

    Com MárcioContado por Márcio no Pura Connection · 1:07:34 · ler o artigo
  111. Segundo Xande, no último Mundial que ganhou, em 2015, demorou uma hora no antidoping porque não conseguia urinar e, quando saiu, o campeonato estava vazio.

    Contado por Xande Ribeiro no Pura Connection · 1:08:11 · ler o artigo
  112. Alan Araújo contou que estreou no MMA em 2015, aos 37 anos, depois de perder 19 quilos em 40 dias, com a ajuda de De La Riva na parte de chão. Venceu em menos de um minuto e meio um adversário dez anos mais novo.

    Com Ricardo De La RivaContado por Alan Araújo no Pura Connection · 0:06:15 · ler o artigo
  113. Jonathas Gracie contou que venceu a seletiva de Abu Dhabi na faixa-azul, categoria leve, em 2015, aos 17 anos.

    Contado por Jonathas Gracie no Connect Cast · 0:29:58 · ler o artigo
  114. Segundo Jonathas Gracie, como ele era menor e não tinha documentos, e o pai se recusou a ajudar, Guigo foi à Justiça e conseguiu sua guarda para que pudesse tirar passaporte e viajar a Abu Dhabi.

    Com Jonathas GracieContado por Jonathas Gracie no Connect Cast · 0:34:40 · ler o artigo
  115. Segundo Jonathas Gracie, em 2015 ele foi campeão mundial de faixa-azul na categoria leve, ficou em terceiro no absoluto após perder para Braguinha e recebeu a faixa-roxa no pódio.

    Contado por Jonathas Gracie no Connect Cast · 0:39:17 · ler o artigo
  116. Segundo Tainan Dalpra, ele passou uma temporada nos Estados Unidos em 2014, voltou ao Brasil para confirmar a avaliação e se mudou de vez em 2015, por causa do treino e das oportunidades para o atleta.

    Contado por Tainan Dalpra no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:26:16 · ler o artigo
  117. Segundo Paula Sack, por volta de 2015 o mercado do jiu-jitsu esquentou e ela foi convidada para apresentar a Copa Pódio, ao lado de Leandro Lo.

    Com Leandro LoContado por Paula Sack no Pura Connection · 0:55:42 · ler o artigo
  118. Isaque Bahiense contou que passou seis meses chorando todos os dias depois da mudança para São Paulo e que, em 2015, na faixa-roxa, perdeu as finais do Pan, do Brasileiro e do Mundial.

    Contado por Isaque Bahiense no Pura Connection · 0:44:42 · ler o artigo
  119. Segundo Rodolfo Vieira, ele conheceu a esposa em 2016, antes da estreia no MMA, logo depois de operar o quadril. Ela não sabia que ele era famoso no jiu-jitsu até ir com ele a um Brasileiro.

    Contado por Rodolfo Vieira no Connect Cast · 0:41:09 · ler o artigo
  120. Segundo Rafael dos Anjos, em 2016, quando era campeão peso leve do UFC, ele quebrou o pé num sparring 12 dias antes da luta contra Conor McGregor, que subia do peso pena, e a luta foi cancelada. Foi a primeira vez que ele cancelou uma luta por lesão.

    Com Conor McGregorContado por Rafael dos Anjos no Podcast Nem Me Viu · 0:40:52 · ler o artigo
  121. Laerte Viana contou que se formou em jornalismo no fim de 2014, estudou fora e, ao voltar ao Brasil em 2016, começou a trabalhar com MMA no site do Superlutas, onde ficou até 2017.

    Contado por Laerte Viana no Podcast Nem Me Viu · 0:36:33 · ler o artigo
  122. Segundo Ana Carolina Schmitt, ela foi morar nos Estados Unidos em maio de 2016 e ficou até 2018.

    Contado por Ana Carolina Schmitt no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:15:21 · ler o artigo
  123. Carlson Gracie Júnior contou que parou de lutar depois de um acidente de carro que o deixou um mês em cadeira de rodas, e que o pai o proibiu de lutar por causa da lesão no pescoço. Em 2016, nos dez anos da morte do pai, ele lutou o Mundial Master em homenagem.

    Com Carlson GracieContado por Carlson Gracie Júnior no Connect Cast · 1:20:28 · ler o artigo
  124. Segundo Gabriel Sousa, ele se mudou de vez para os Estados Unidos em 2016, aos 19 anos e faixa-roxa, e morou três meses dentro da academia.

    Contado por Gabriel Sousa no Pura Connection · 0:08:00 · ler o artigo
  125. Segundo Jonathas Gracie, em 2016 ele foi aos Estados Unidos lutar o Mundial e saiu campeão no peso pena e terceiro colocado no absoluto.

    Contado por Jonathas Gracie no Pura Connection · 0:32:23 · ler o artigo
  126. Segundo Rômulo Barral, ele perdeu a final do Mundial de 2016 para Leandro Lo e amarrou a própria faixa no adversário, passando a ele a representação do meio-pesado.

    Com Leandro LoContado por Rômulo Barral no Dos Nossos Podcast · 0:47:28 · ler o artigo
  127. Aurélie Le Vern contou que nasceu em Aix-en-Provence, no sul da França, formou-se professora de educação física e escolheu trabalhar na Guiana Francesa, aonde chegou em 2016.

    Contado por Aurélie Le Vern no Pura Connection · 0:15:29 · ler o artigo
  128. Rafael Mendes contou que competiu até 2016 e depois passou a cuidar da administração, do desenho dos projetos e da expansão da AOJ.

    Contado por Rafael Mendes no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:30:11 · ler o artigo
  129. Segundo Buchecha, o médico previu de 10 a 12 meses de recuperação, ele fez o primeiro treino com 7 meses e ganhou o absoluto do Mundial de 2016.

    Contado por Marcus Almeida no Pura Connection · 0:37:12 · ler o artigo
  130. Segundo Buchecha, no Mundial de 2016 Leandro Lo desistiu de enfrentá-lo na semifinal do absoluto, dizendo em particular que aquele era o momento do Buchecha. Publicamente, Leandro alegou lesão, o que não era verdade.

    Com Marcus Almeida, Léo VieiraContado por Marcus Almeida no Pura Connection · 1:02:30 · ler o artigo
  131. Segundo Jonathas Gracie, ele entrou na Atos, de André Galvão, no fim de 2016 e nunca saiu da equipe.

    Com André GalvãoContado por Jonathas Gracie no Connect Cast · 2:15:17 · ler o artigo
  132. Segundo os irmãos, em 2016, numa viagem à Europa, conheceram atletas da Geórgia e do Daguestão e passaram a treinar wrestling, o que os fez se destacar nos campeonatos.

    Com Lucas AlexandreContado por Marco Aurélio no Pura Connection · 1:12:15 · ler o artigo
  133. Roger Gracie x Buchecha

    Os dois lados contam as duas lutas, e o árbitro da segunda revela o que aconteceu no corredor 15 minutos antes.
  134. Segundo Muzio De Angelis, 15 minutos antes de Roger Gracie x Buchecha, no evento de Kyra Gracie em 2017, Leozinho Vieira pediu que ele não fosse o árbitro central por causa do parentesco com os Gracie; ele mostrou a identidade e acabou apitando.

    Com Marcus Almeida, Léo Vieira, Muzio De Angelis, Kyra GracieContado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 0:57:11 · ler o artigo
  135. Segundo Muzio De Angelis, Roger Gracie finalizou Buchecha pelas costas na luta de desempate de 2017 e se aposentou depois dela; no primeiro encontro, no Metamoris, Roger lutou com furunculose.

    Com Marcus AlmeidaContado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 1:00:50 · ler o artigo
  136. Segundo Muzio De Angelis, na final do absoluto de 2017 Buchecha e Erberth Santos quase foram desclassificados juntos por falta de combatividade; Bernardo Faria tinha saído machucado numa kimura, e Buchecha raspou e foi campeão.

    Com Erberth Santos, Leandro Lo, Bernardo Faria, Muzio De AngelisContado por Muzio De Angelis no Pura Connection · 1:25:28 · ler o artigo
  137. Segundo André Galvão, em 2017 ele foi campeão mundial pela última vez, no mesmo ano em que lutou, treinou e fez o córner de toda a equipe.

    Contado por André Galvão no Dos Nossos Podcast · 0:12:31 · ler o artigo
  138. Segundo Luiz Cabelinho, na final do absoluto do Mundial de 2017 entre Buchecha e Erberth, em que foi árbitro lateral, a luta ficou cerca de sete minutos parada numa posição de chave de joelho; ele sinalizou a desclassificação, mas os outros árbitros não acompanharam, e Buchecha foi campeão.

    Com Marcus Almeida, Erberth Santos, Léo VieiraContado por Luiz Cabelinho no Pura Connection · 1:13:52 · ler o artigo
  139. Luiz Cabelinho contou que Buchecha chegou à final do absoluto de 2017 com o joelho machucado.

    Contado por Luiz Cabelinho no Pura Connection · 1:11:47 · ler o artigo
  140. Luiz Cabelinho contou que, no Mundial de 2017, Xande Ribeiro comentou com ele que aquela vitória dada a Jacaré podia ter sido sua.

    Com Luiz CabelinhoContado por Luiz Cabelinho no Pura Connection · 0:44:05 · ler o artigo
  141. Segundo Laerte Viana, em 2017 ele trabalhou com Vitor Miranda num workshop online com entrevistas e palestras, que ficou rico em conteúdo mas não vendeu.

    Com Vitor MirandaContado por Laerte Viana no Podcast Nem Me Viu · 0:37:05 · ler o artigo
  142. Jorge Pereira contou que recebeu a faixa-coral pela IBJJF em 2017 e que receberia a faixa vermelha e branca, oitavo grau, pela United States Brasil.

    Contado por Jorge Pereira no Connect Cast · 0:18:01 · ler o artigo
  143. Segundo Renato Santos, a organização do ADCC melhorou quando Mo Jassim assumiu o evento em 2017.

    Com Renato SantosContado por Renato Santos no Pura Connection · 0:52:26 · ler o artigo
  144. Segundo Ana Carolina Schmitt, na equipe de Letícia Ribeiro ela treinou com Gabi Pessanha e Maxine Thylin, com quem fechou a categoria no Mundial de 2017.

    Com Gabi Pessanha, Maxine ThylinContado por Ana Carolina Schmitt no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:13:13 · ler o artigo
  145. Segundo Bezinho Otero, o Black Belt Surf Challenge, campeonato de surfe para faixas-pretas, era disputado na semana seguinte ao Mundial de jiu-jitsu no Rio, e em 2017 ele venceu as categorias surfe e stand up.

    Contado por Bezinho Otero no Pura Connection · 0:47:12 · ler o artigo
  146. Vitor Miranda contou que começou o canal no YouTube em 2017, inspirado pelo TUF, e que o UFC Brasil o convidou para um quadro de análise por causa desse trabalho.

    Contado por Vitor Miranda no Podcast Nem Me Viu · 0:25:59 · ler o artigo
  147. Alexandre Nascimento contou que, no Beach Games do Vietnã, em 2017 segundo ele se lembra, o presidente do Comitê Olímpico Internacional assistiu a lutas de jiu-jitsu e entregou medalhas.

    Contado por Alexandre Nascimento no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:09:58 · ler o artigo
  148. Pé de Pano contou que em 2017, quando o prédio da academia foi vendido, conseguiu financiamento e comprou três lojas, tornando-se dono do próprio espaço.

    Contado por Márcio Pé de Pano no Pura Connection · 1:05:37 · ler o artigo
  149. Segundo William Carmona, Leandro Lo não lutava sem kimono desde o ADCC de 2017.

    Contado por William Carmona no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:04:10 · ler o artigo
  150. Segundo Viktor Doria, em 2017 Gordon Ryan lutou no peso até 88 kg, venceu sete das oito lutas e perdeu para Felipe Preguiça na final do absoluto do ADCC.

    Com Felipe PreguiçaContado por Viktor Doria no Pura Connection · 0:41:27 · ler o artigo
  151. Segundo Rafael dos Anjos, quando subiu de categoria em 2017, a primeira luta foi contra Tarec Saffiedine, que ninguém conseguia derrubar, e ele derrubou abrindo caminho com a trocação.

    Contado por Rafael dos Anjos no Pura Connection · 0:21:54 · ler o artigo
  152. Patrick Gaudio contou que Gordon Ryan só ficou conhecido depois do ADCC da Finlândia, em 2017, e que no último ADCC venceu a divisão e a superluta.

    Com Patrick GaudioContado por Patrick Gaudio no Pura Connection · 1:14:22 · ler o artigo
  153. Segundo Celsinho Venicius, no ADCC de 2017, o primeiro dele, perdeu a segunda luta para JT Torres, campeão daquela edição, depois de duas punições que ele considerou injustas; chorando num canto, foi consolado por Lucas Lepri, que parou o próprio aquecimento.

    Com Lucas Lepri, JT TorresContado por Celsinho Venícius no Pura Connection · 1:11:57 · ler o artigo
  154. Gilbert Durinho contou que em 2017 perdeu uma luta em Brasília com um corte de peso horrível e passou a trabalhar com a psicóloga do esporte Luciana Castelo Branco, indicada pelo técnico Daniel Evangelista.

    Contado por Gilbert Burns no Pura Connection · 1:18:40 · ler o artigo
  155. Rômulo Barral contou que voltou ao Mundial de 2017 porque o aluno Felipe Preguiça queria que os dois fechassem a categoria meio-pesado, com a vitória ficando para Felipe.

    Com Felipe PreguiçaContado por Rômulo Barral no Dos Nossos Podcast · 0:50:39 · ler o artigo
  156. Rômulo Barral contou que na semifinal do Mundial de 2017 levou duas chaves de pé de Patrick Gáudio, teve o pé deslocado sem bater e perdeu por decisão de 2 a 1; Felipe Preguiça, abalado, também perdeu a semifinal.

    Com Patrick Gaudio, Felipe PreguiçaContado por Rômulo Barral no Dos Nossos Podcast · 1:16:39 · ler o artigo
  157. Segundo Aurélie Le Vern, ela treinou judô por um ano na Guiana Francesa no mesmo espaço onde Tyrone dava aula e começou no jiu-jitsu em 2017, depois de uma aula experimental.

    Com Tyrone GonsalvesContado por Aurélie Le Vern no Pura Connection · 0:17:34 · ler o artigo
  158. Buchecha contou que venceu Leandro Lo na final do absoluto do Mundial de 2017, numa luta empatada em 2 a 2 e decidida por uma punição de Leandro.

    Com Leandro LoContado por Marcus Almeida no Pura Connection · 1:04:45 · ler o artigo
  159. Segundo Jonathas Gracie, ele lutou quatro vezes com Victor Hugo: venceu a final do absoluto do Mundial de faixa-roxa em 2017, pesando 72 kg contra 110 kg, venceu de novo na marrom e depois perdeu as seguintes.

    Com Victor HugoContado por Jonathas Gracie no Connect Cast · 2:57:13 · ler o artigo
  160. Segundo Mahamed Aly, ele enfrentou Gordon Ryan no ADCC de 2017, na Finlândia, e perdeu para uma chave de calcanhar.

    Com Gordon RyanContado por Mahamed Aly no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:55:28 · ler o artigo
  161. Segundo Viktor Doria, Craig Jones ficou conhecido no ADCC de 2017, em Helsinque, quando finalizou Leandro Lo na primeira luta e Murilo Santana na segunda; em 2015 tinha perdido na estreia, no Brasil.

    Com Leandro LoContado por Viktor Doria no Pura Connection · 1:32:21 · ler o artigo
  162. João Zeferino contou que em 2018, no PFL, rompeu o menisco cerca de 20 dias antes da semifinal do torneio e precisou operar.

    Contado por João Zeferino no Podcast Nem Me Viu · 0:30:46 · ler o artigo
  163. Segundo João Zeferino, uma das lutas mais importantes da carreira foi o nocaute em cerca de um minuto e meio sobre Paul Bradley no PFL de 2018, num momento em que estava desmotivado.

    Com Paul BradleyContado por João Zeferino no Podcast Nem Me Viu · 0:49:18 · ler o artigo
  164. Ana Carolina Schmitt contou que em 2018 perdeu a final do Mundial na decisão dos juízes.

    Contado por Ana Carolina Schmitt no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:17:00 · ler o artigo
  165. Vitor Shaolin contou que lutou com Gordon Ryan num evento em 2018 e disse que ele é muito habilidoso, com o básico bem feito, mas que pode ser vencido.

    Com Gordon RyanContado por Vitor Shaolin Ribeiro no Connect Cast · 1:28:50 · ler o artigo
  166. Alexandre Nascimento contou que o jiu-jitsu participou dos Asian Games em 2018, o que ele considera um marco.

    Contado por Alexandre Nascimento no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:07:53 · ler o artigo
  167. Segundo Ítalo Vilardo, Felipe Costa foi campeão do World Pro em 2018 e, por orientação dele, levou a própria comida para a competição.

    Com Ítalo VilardoContado por Ítalo Vilardo no Pura Connection · 0:58:31 · ler o artigo
  168. Segundo Wilgner Silva, em 2018 ele foi campeão brasileiro e campeão brasileiro sub-23 de wrestling e ficou em primeiro no ranking nacional dos 70 kg do estilo livre.

    Contado por Wilgner Silva no Pura Connection · 0:52:02 · ler o artigo
  169. Wilgner Silva contou que voltou ao jiu-jitsu em 2018 depois de anos parado e precisou reaprender tudo, porque o wrestling não funciona no jiu-jitsu sem adaptações, como não oferecer o pescoço nem as costas.

    Contado por Wilgner Silva no Pura Connection · 0:21:42 · ler o artigo
  170. Feu contou que em 2018 voltou a competir no Brasileiro de judô e foi vice-campeão, mesmo com medo.

    Contado por Feu no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:17:56 · ler o artigo
  171. Patrick Gaudio contou que quase venceu Gordon Ryan na primeira luta entre eles, em 2018.

    Com Gordon RyanContado por Patrick Gaudio no Pura Connection · 1:12:17 · ler o artigo
  172. Mahamed Aly contou que foi eleito atleta do ano em 2018, o que lhe rendeu capa de revista e matérias que ajudaram no pedido de green card.

    Contado por Mahamed Aly no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:53:18 · ler o artigo
  173. Segundo Rômulo Barral, a frase "everyday porrada" nasceu em 2018, numa entrevista feita por Robert Drysdale depois de uma vitória dele na ACB da Califórnia, e viralizou.

    Com Robert DrysdaleContado por Rômulo Barral no Dos Nossos Podcast · 0:16:36 · ler o artigo
  174. Rômulo Barral contou que a marca Everyday Porrada foi criada em maio de 2018, que a primeira leva teve 500 camisas desenhadas pelo aluno Kit Canária e que o conceito foi inspirado na mãe, que criou cinco filhos enquanto estudava para ser professora.

    Contado por Rômulo Barral no Dos Nossos Podcast · 0:22:22 · ler o artigo
  175. Segundo Buchecha, em 2018 Leandro Lo machucou o ombro na final do peso e, com a aprovação de Léo Vieira, Buchecha fechou a final do absoluto e pediu ao árbitro que levantasse a mão de Leandro, como retribuição ao que tinha acontecido em 2016.

    Com Leandro Lo, Léo VieiraContado por Marcus Almeida no Pura Connection · 1:08:25 · ler o artigo
  176. Mahamed Aly contou que foi o primeiro canal brasileiro de jiu-jitsu a chegar aos 100 mil inscritos no YouTube, em 22 de maio de 2018, em Gramado, antes de Feu.

    Com FeuContado por Mahamed Aly no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 1:40:16 · ler o artigo
  177. Segundo Pinduka, em 2018 ele criou o Master Class de defesa pessoal a partir das anotações das aulas na Gama Filho, com João Alberto Barreto como padrinho da primeira turma.

    Com João Alberto BarretoContado por Pinduca no Pura Connection · 1:11:24 · ler o artigo
  178. Segundo Rangel Farias, ele não tinha smartphone até 2018 e chegou perto de um milhão de seguidores em cerca de um ano e cinco meses.

    Contado por Rangel Farias no Podcast Nem Me Viu · 0:34:38 · ler o artigo
  179. Rodrigo Cavaca contou que deixou de competir em 2019, embora achasse que deveria ter parado em 2016.

    Contado por Rodrigo Cavaca no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:03:15 · ler o artigo
  180. Segundo Lipe Machado, Marco foi campeão brasileiro sem kimono em 2019, o que começou a chamar atenção para a Pirâmide.

    Contado por Lipe Machado no Pura Connection · 0:42:27 · ler o artigo
  181. Jean Vandesteen contou que em 2019 recebeu uma condecoração do serviço secreto dos Estados Unidos e que faixas-pretas do time dele são responsáveis pelo treinamento interno da corporação há mais de 20 anos.

    Contado por Jean Vandesteen no Pura Connection · 1:22:17 · ler o artigo
  182. Ronaldo Aoqui contou que teve a ideia da BJJFlix em 2019, conseguiu investimento em Natal e passou dois meses entre São Paulo e Rio gravando conteúdo. No início de 2023 a plataforma virou uma empresa com vários produtos.

    Contado por Ronaldo Aoqui no Pura Connection · 0:38:43 · ler o artigo
  183. Ana Carolina Schmitt contou que venceu o Mundial de 2019 na estratégia: na final contra Bia Mesquita, o plano era fazer guarda, segurar o jogo e explodir no fim.

    Com Bia MesquitaContado por Ana Carolina Schmitt no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:20:11 · ler o artigo
  184. Segundo Ana Carolina Schmitt, no Mundial de 2019 ela venceu a primeira luta, contra Larissa, por vantagem, e na segunda, contra Ariadne, passou a luta inteira por baixo se defendendo.

    Contado por Ana Carolina Schmitt no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:18:38 · ler o artigo
  185. Segundo Juninho Cabral, em 2019 ele pediu patrocínio ao professor Mário Torquetti, que topou em troca de ele fazer uma aula de jiu-jitsu. Ele foi, voltou e se apaixonou pelo esporte.

    Com Mário TorquettiContado por Juninho Cabral no Pura Connection · 0:47:51 · ler o artigo
  186. Segundo Juninho Cabral, ele foi vice-campeão brasileiro de parajiu-jitsu em Florianópolis, em 2019.

    Contado por Juninho Cabral no Pura Connection · 0:56:01 · ler o artigo
  187. Viktor Doria contou que em 2019 Gordon Ryan venceu peso e absoluto do ADCC, mas a figura principal do evento ainda era André Galvão.

    Com André GalvãoContado por Viktor Doria no Pura Connection · 0:41:58 · ler o artigo
  188. Segundo Viktor Doria, em 2019 Cyborg se recusou a lutar o terceiro lugar no peso por achar que tinha sido roubado contra Nick Rodriguez, e Viktor disse a ele que estava errado.

    Com Viktor DoriaContado por Viktor Doria no Pura Connection · 1:02:15 · ler o artigo
  189. Ian Behring contou que concluiu em sua metodologia um objetivo que havia traçado em 2019, e que ela resolve um problema que a maioria dos professores de jiu-jitsu enfrenta: não ter um método.

    Contado por Ian Behring no Connect Cast · 0:48:42 · ler o artigo
  190. Wilgner Silva contou que ganhou uma bolsa integral de faculdade pelo wrestling, mas trancou o curso de educação física em 2019 para se dedicar às aulas particulares.

    Contado por Wilgner Silva no Pura Connection · 0:53:06 · ler o artigo
  191. Segundo Rafael Carino, em 2019 ele se despediu das competições: foi campeão brasileiro master e perdeu na semifinal do Mundial, em Las Vegas, para Saldanha, faltando sete segundos.

    Contado por Rafael Carino no Pura Connection · 0:33:04 · ler o artigo
  192. Marco Aurellio de Queiroz contou que venceu o Campeonato Brasileiro sem kimono de 2019 na categoria médio adulto.

    Contado por Marco Aurellio de Queiroz no Pura Connection · 0:47:44 · ler o artigo
  193. Segundo Kyra Gracie, a tia dela, Kênia Gracie, preside a Federação de Jiu-Jitsu do Rio desde 2019, com mandato de quatro anos que termina em 31 de dezembro.

    Com Kyra GracieContado por Kyra Gracie no Connect Cast · 0:42:50 · ler o artigo
  194. Segundo Tainan Dalpra, antes da final do Mundial de 2019 ele vinha vencendo todos os campeonatos que disputava, e o adversário da final era alguém que ele já tinha derrotado duas vezes.

    Contado por Tainan Dalpra no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:50:33 · ler o artigo
  195. Jura contou que, ao sair da equipe em que viveu a vida toda, decidiu criar a própria e fundou a Templo em 2019.

    Contado por Jurandir Conceição no Pura Connection · 0:26:54 · ler o artigo
  196. Segundo Lucas Alexandre, em 2019 Marco Aurélio foi campeão brasileiro sem kimono treinando no espaço da família, em casa, e isso chamou atenção do cenário para a equipe.

    Com Lucas AlexandreContado por Lucas Alexandre no Pura Connection · 0:09:30 · ler o artigo
  197. Isaque Bahiense contou que a Dream Art foi inaugurada em janeiro de 2019, dentro de uma filial da Alliance, ficou ligada à equipe até agosto de 2021 e passou a competir com bandeira própria entre agosto e setembro de 2021.

    Contado por Isaque Bahiense no Pura Connection · 0:56:25 · ler o artigo
  198. Eduardo Brigadeiro contou que os pais nunca apoiaram o jiu-jitsu, foram a uma única competição dele, no Barra Shopping, e que em 2019 a mãe lhe pediu perdão por não ter apoiado mais.

    Contado por Eduardo Brigadeiro no Pura Connection · 1:00:24 · ler o artigo

Década de 2020

  1. Tainan Dalpra contou que em 2018 era faixa-azul e em 2020 já tinha recebido a faixa-preta.

    Contado por Tainan Dalpra no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:23:58 · ler o artigo
  2. Eduardo Gavião contou que recebeu a faixa-coral em 2020, sendo o primeiro faixa-coral de Pinduca, e que pretende usar o oitavo grau na faixa-coral em vez da vermelha e branca.

    Com PinducaContado por Eduardo Gavião no Pura Connection · 1:00:40 · ler o artigo
  3. Segundo Rafael dos Anjos, José Aldo foi quem o conectou com a médica que o ajudou a bater o peso, e em 2020 ele veio ao Brasil só para uma consulta com ela.

    Com José AldoContado por Rafael dos Anjos no Podcast Nem Me Viu · 1:25:53 · ler o artigo
  4. Roberto Monteiro contou que, na volta da pandemia em 2020, colegas da Prio montaram um tatame no escritório e chamaram Rodrigo Thiago sem avisar; os dois treinaram juntos todos os dias até janeiro.

    Com Rodrigo ThiagoContado por Roberto Monteiro no Pura Connection · 0:26:07 · ler o artigo
  5. Lipe Machado contou que voltou a treinar todo dia no fim de 2020 e, em dezembro, recebeu a faixa-marrom de Marco, mesmo achando que não tinha nem nível de roxa.

    Com MarcoContado por Lipe Machado no Pura Connection · 0:11:48 · ler o artigo
  6. William Carmona contou que, com as academias fechadas na pandemia, Fábio Romão passou a reunir faixas-pretas para treinar em casa às segundas, quartas e sextas, com nomes como Leandro Lo e Buchecha, e que o BJJBet nasceu das conversas depois desses treinos.

    Com Fábio Romão, Leandro Lo, Marcus AlmeidaContado por William Carmona no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:31:04 · ler o artigo
  7. Segundo Wilgner Silva, na pandemia ele perdeu 90% dos alunos e a renda caiu de cerca de 7.000 para 800 reais, e abriu com a esposa um delivery de brownie.

    Contado por Wilgner Silva no Pura Connection · 1:00:46 · ler o artigo
  8. Segundo Bruno Blindado, ele vinha de sete nocautes seguidos, incluindo três na Rússia, até perder para Alex Poatan no fim de 2020.

    Com Alex PereiraContado por Bruno Blindado no Podcast Nem Me Viu · 0:25:15 · ler o artigo
  9. Segundo Kyra Gracie, na pandemia a academia ficou mais de três meses fechada, com 24 funcionários dependendo do negócio.

    Contado por Kyra Gracie no Pura Connection · 0:50:55 · ler o artigo
  10. Segundo Jansen Gomes, Tererê era mostrado pelo pai dele como o pioneiro que quebrou as barreiras da comunidade; a primeira foto com o ídolo foi em 2020.

    Com Jansen GomesContado por Jansen Gomes no Pura Connection · 0:29:59 · ler o artigo
  11. Jura contou que compete todos os anos desde a faixa-branca, exceto na pandemia, e que em janeiro de 2020 lutou o Europeu e o Floripa.

    Contado por Jurandir Conceição no Pura Connection · 0:53:19 · ler o artigo
  12. Rogério Minotouro contou que o trabalho de ginástica natural, respiração e recuperação com Álvaro Romano e Rafael Romano lhe deu quatro ou cinco anos a mais de carreira. Ele se aposentou em 2020, com 44 anos.

    Com Raphael Romano, Rogério MinotouroContado por Rogério Minotouro no Pura Connection · 1:39:10 · ler o artigo
  13. Brunno Hulk contou que a carreira começou a melhorar em 2021 e virou a chave em 2022, mas só engrenou de verdade depois da quinta luta.

    Contado por Brunno Hulk no Dos Nossos Podcast · 1:26:24 · ler o artigo
  14. Segundo Rodolfo Vieira, na primeira derrota no MMA, contra Anthony, que ele situou em 2021, entrou confiante demais, tentou o katagatame três vezes sem sucesso, cansou e acabou finalizado.

    Com Anthony HernandezContado por Rodolfo Vieira no Connect Cast · 0:03:12 · ler o artigo
  15. Alexandre Vieira contou que nunca treinou chave de calcanhar no jiu-jitsu, só quando participou de treinos de MMA, e que o golpe voltaria a valer no sem kimono em 2021.

    Contado por Alexandre Vieira (Blumenau) no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:30:03 · ler o artigo
  16. Cara de Sapato contou que foi campeão do PFL em 2021.

    Contado por Cara de Sapato no Dos Nossos Podcast · 0:02:36 · ler o artigo
  17. Laerte Viana contou que a virada do seu trabalho veio em maio de 2021, quando gravou com Werdum meia hora depois de uma luta, ainda de roupa de luta.

    Com Fabrício WerdumContado por Laerte Viana no Podcast Nem Me Viu · 0:54:18 · ler o artigo
  18. Segundo Laerte Viana, Alex Poatan estreou no UFC em novembro de 2021 e poderia se tornar campeão em duas categorias com apenas sete lutas na organização.

    Contado por Laerte Viana no Podcast Nem Me Viu · 0:32:52 · ler o artigo
  19. Segundo Lipe Machado, o primeiro campeonato depois da volta foi um Sul-Americano sem kimono na faixa-marrom, em 2021: finalizou as duas primeiras lutas, a segunda com heel hook, e perdeu a final.

    Contado por Lipe Machado no Pura Connection · 0:19:06 · ler o artigo
  20. Lipe Machado contou que venceu o Rio Open finalizando as duas lutas e, numa viagem com 14 atletas da Pirâmide, lutou o absoluto com 60 quilos e finalizou um adversário de mais de 100 quilos com heel hook em cerca de 40 segundos.

    Contado por Lipe Machado no Pura Connection · 0:21:39 · ler o artigo
  21. Segundo Alexandre Lemos, ele largou a faculdade de educação física porque a luta não dava dinheiro, passou 18 anos no primeiro banco em que trabalhou e começou o podcast em agosto de 2021.

    Contado por Alexandre Lemos no Dos Nossos Podcast · 0:04:26 · ler o artigo
  22. Segundo Felipe Machado, Gabriel Sousa enfrentou Mikey Musumeci pela primeira vez em setembro de 2021, dominou a guarda do americano e o finalizou.

    Com Mikey MusumeciContado por Lipe Machado no Pura Connection · 1:00:35 · ler o artigo
  23. Segundo Caio Borralho, em setembro de 2021 ele venceu Aaron Jeffery no Contender, mas diminuiu o ritmo no terceiro round e Dana White disse que não estava interessado.

    Com Aaron Jeffery, Dana WhiteContado por Caio Borralho no Dos Nossos Podcast · 0:14:57 · ler o artigo
  24. Caio Borralho contou que decidiu ficar em Las Vegas gastando a bolsa do Contender e treinando na Xtreme Couture à espera de uma luta de última hora.

    Contado por Caio Borralho no Dos Nossos Podcast · 0:15:59 · ler o artigo
  25. Segundo Caio Borralho, dois dias depois o matchmaker do UFC ofereceu uma luta dali a três semanas, no Contender, na categoria até 93 quilos; ele nocauteou no primeiro round e ganhou o contrato.

    Com Dana WhiteContado por Caio Borralho no Dos Nossos Podcast · 0:16:31 · ler o artigo
  26. Segundo Jansen Gomes, em 2021 ele ganhou na faixa-marrom o Pan-Americano, o Mundial sem kimono, um campeonato por equipes e o Mundial, e então recebeu a faixa-preta.

    Contado por Jansen Gomes no Pura Connection · 1:04:07 · ler o artigo
  27. Segundo Brunno Hulk, quando a quinta luta caiu, ele ligou chorando para o empresário e aceitou qualquer peso. Viajou a Goiânia sem luta, conseguiu um adversário na sexta para domingo e finalizou com mata-leão em um minuto.

    Contado por Brunno Hulk no Podcast Nem Me Viu · 1:00:48 · ler o artigo
  28. Segundo Xande Ribeiro, o plano era se aposentar das competições de elite em 2022, com 41 anos, depois do último Mundial e do ADCC, que tinha sido adiado.

    Contado por Xande Ribeiro no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:14:12 · ler o artigo
  29. Segundo o comentarista Jaime Júnior, Mica Galvão não precisaria de seletiva e deveria ser convidado direto para o ADCC de 2022.

    Contado por o apresentador no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:11:09 · ler o artigo
  30. Segundo Vitor, Fabrício Andrey e Diogo Reis treinavam juntos e se enfrentaram na segunda luta do ADCC de 2022 por causa da regra do evento, e voltaram a lutar em 2024, com Fabrício já na Alliance.

    Com Diogo ReisContado por Viktor Doria no Connect Cast · 0:39:20 · ler o artigo
  31. Vitor contou que Diogo Reis perdeu por chave de calcanhar para um faixa-roxa num evento em 2022 e, um ano depois, era campeão do ADCC.

    Contado por Viktor Doria no Connect Cast · 0:44:02 · ler o artigo
  32. Segundo Vitor, Diogo Reis venceu Diego Pato na seletiva do ADCC de 2022, perdeu o cinturão para ele no Who's Number One e voltou a vencê-lo na final do ADCC de 2024. Pato também venceu Fabrício Andrey.

    Com Diego Pato, Fabrício AndreyContado por Viktor Doria no Connect Cast · 0:42:28 · ler o artigo
  33. Segundo Thor Koringa, ele começou a competir em agosto de 2022, num regional do Rio Grande do Sul, e perdeu a primeira luta para o garoto que era o melhor do estado.

    Contado por Thor Koringa no Pura Connection · 0:21:14 · ler o artigo
  34. Cara de Sapato contou que lutou com joelheiras nas duas pernas para esconder qual joelho estava lesionado e venceu em cerca de 27 segundos.

    Contado por Cara de Sapato no Dos Nossos Podcast · 0:03:08 · ler o artigo
  35. Segundo Lipe Machado, Marco ofereceu a ele escolher entre mais um ano de faixa-marrom ou a faixa-preta; ele pensou por um mês e escolheu a preta, recebida em 2022.

    Com MarcoContado por Lipe Machado no Pura Connection · 0:25:47 · ler o artigo
  36. Lipe Machado contou que a Pirâmide decidiu treinar só sem kimono depois da seletiva do ADCC de 2022, apesar das críticas de quem dizia que no Brasil o jiu-jitsu é de kimono.

    Com MarcoContado por Lipe Machado no Pura Connection · 0:39:19 · ler o artigo
  37. Lipe Machado contou que, na seletiva do ADCC de 2022, treinou só 15 dias por causa da covid, chegou às quartas de final e recebeu um comentário elogioso de Mo Jassim numa foto.

    Com Mo JassimContado por Lipe Machado no Pura Connection · 0:43:30 · ler o artigo
  38. Segundo Lipe Machado, no Brasileiro sem kimono de 2022 ele e Marco chegaram à final nas suas categorias e ficaram em segundo; Lipe perdeu para Lucas Pinheiro depois de puxar para atacar um heel hook.

    Com Marco, Lucas PinheiroContado por Lipe Machado no Pura Connection · 0:45:08 · ler o artigo
  39. Segundo Piter Frank, ele foi campeão do peso e do absoluto no Mundial de 2022.

    Contado por Piter Frank no Pura Connection · 0:45:43 · ler o artigo
  40. Segundo João Zeferino, ele estava no PFL desde a época em que o evento se chamava WSOF e decidiu sair em 2022 depois de problemas com a organização.

    Contado por João Zeferino no Podcast Nem Me Viu · 0:20:15 · ler o artigo
  41. João Zeferino contou que, no torneio de 2022, o russo ficou sem visto de novo a 48 horas da luta. O árbitro chegou a levantar a mão dele contra o substituto, mas a vitória foi dada ao adversário.

    Contado por João Zeferino no Podcast Nem Me Viu · 0:24:00 · ler o artigo
  42. João Zeferino contou que sempre gostou de jogar de guarda no jiu-jitsu e que em 2022 competiu sem kimono, perdeu a final do absoluto e venceu a categoria.

    Contado por João Zeferino no Podcast Nem Me Viu · 0:46:12 · ler o artigo
  43. Segundo Augusto Tanquinho, antes do ADCC de 2022 Mica Galvão e o pai perguntaram quanto ele cobraria por uma assessoria de corte de peso, e ele orientou de graça.

    Com Augusto TanquinhoContado por Augusto Tanquinho no Connect Cast · 2:20:07 · ler o artigo
  44. Segundo Viktor Doria, Melqui Galvão levou três atletas ao ADCC de 2022, Fabrício Andrey e Diogo Reis na mesma categoria e o filho Mica nos 77 kg, e voltou com uma medalha de ouro e uma de prata.

    Com Micael Galvão, Diogo Reis, Fabrício AndreyContado por Viktor Doria no Pura Connection · 0:26:14 · ler o artigo
  45. Segundo Viktor Doria, no ADCC de 2022 Gordon Ryan, já classificado para a superluta, pediu para lutar também a categoria acima de 99 kg e venceu as duas, algo inédito no evento.

    Contado por Viktor Doria no Pura Connection · 0:47:09 · ler o artigo
  46. Viktor Doria contou que Gordon Ryan entrou no ADCC de 2022 com patrocínios de 100 mil dólares para estampar marcas na camisa e fez cerca de 30 posts no feed nas 24 horas seguintes à superluta.

    Contado por Viktor Doria no Pura Connection · 0:42:30 · ler o artigo
  47. Viktor Doria contou que no ADCC de 2022 Felipe Preguiça não lutou a disputa de terceiro lugar da categoria para se poupar para o absoluto.

    Contado por Viktor Doria no Pura Connection · 1:00:39 · ler o artigo
  48. Viktor Doria contou que Diogo Reis, campeão até 66 kg no ADCC de 2022, vestiu a camisa com o patrocinador e o boné antes de dar a entrevista.

    Contado por Viktor Doria no Pura Connection · 1:03:47 · ler o artigo
  49. Segundo Ian Behring, a escola dele segue um programa de 12 meses com aulas semanais programadas, um tema por mês, como o mês da montada. Ele disse ter programado o ano inteiro de 2022.

    Contado por Ian Behring no Connect Cast · 0:38:14 · ler o artigo
  50. Segundo Viktor Doria, no ADCC 2022 Nicholas Meregali foi prata no absoluto, perdendo de pouco para Yuri Simões na vantagem, e perdeu para Craig Jones na categoria até 99 quilos.

    Com Yuri Simões, Craig JonesContado por Viktor Doria no Dos Nossos Podcast · 0:45:54 · ler o artigo
  51. Segundo Viktor Doria, depois da superluta com André Galvão no ADCC 2022, Gordon Ryan fez 36 posts no feed em 24 horas.

    Com André GalvãoContado por Viktor Doria no Dos Nossos Podcast · 2:06:09 · ler o artigo
  52. Segundo Marco Aurellio de Queiroz, ele perdeu a final do Brasileiro sem kimono de agosto de 2022 para Igor Rodrigues por dois pontos, e depois disso Igor passou a treinar com ele toda semana.

    Com Igor RodriguesContado por Marco Aurellio de Queiroz no Pura Connection · 0:48:46 · ler o artigo
  53. Marcelo Alonso disse que completou 30 anos de profissão em 2022.

    Contado por Marcelo Alonso no Podcast Nem Me Viu · 0:13:01 · ler o artigo
  54. Demian Maia contou que, a partir de meados de 2022, regravou com Rodrigo Minotauro e outros os comentários de cerca de mil lutas para o lançamento do UFC Fight Pass no Brasil, que estreou em janeiro.

    Com Rodrigo MinotauroContado por Demian Maia no Dos Nossos Podcast · 0:45:57 · ler o artigo
  55. Segundo Jansen Gomes, depois do Mundial de 2022, Leozinho mandou ele de volta ao Brasil para tratar a lesão no pé e ver a família; na volta, ele ganhou o Grand Slam do Rio.

    Com Jansen GomesContado por Jansen Gomes no Pura Connection · 1:18:46 · ler o artigo
  56. Caio Borralho contou que, na primeira luta no UFC, em 2022, disse numa entrevista que seria campeão até o fim de 2025, e que soma sete vitórias seguidas no UFC, nove contando o Contender.

    Contado por Caio Borralho no Dos Nossos Podcast · 0:27:29 · ler o artigo
  57. Segundo Daniel 220V, ele perdeu para o rival Ícaro por dois pontos no Pan de 2022.

    Contado por Daniel Pôncio no Pura Connection · 0:35:18 · ler o artigo
  58. Segundo Mica Galvão, ele não pôde participar do ADCC anterior por causa da idade, e a edição de 2022, anunciada para Las Vegas, seria a primeira em que poderia competir.

    Contado por Micael Galvão no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:04:34 · ler o artigo
  59. Brunno Hulk contou que estreou no UFC contra Gregory Rodrigues, no evento do Rio em 2023, aceitando a luta com dez dias de aviso, e que voltaria a enfrentá-lo em 7 de março.

    Com Gregory RodriguesContado por Brunno Hulk no Dos Nossos Podcast · 1:02:17 · ler o artigo
  60. Alexandre Vieira conta que saiu do Brasil em 2023, fez uma turnê e decidiu ficar na Califórnia, onde assumiu uma academia há pouco mais de um ano.

    Contado por Alexandre Vieira no Pura Connection · 0:58:10 · ler o artigo
  61. Jansen Gomes contou que foi campeão europeu no meio-pesado quando Pedro Machado, que já o tinha vencido duas vezes, foi desclassificado na final ao sair da área preso num Ezequiel.

    Com Pedro MachadoContado por Jansen Gomes no Pura Connection · 1:27:45 · ler o artigo
  62. Segundo Cácio Zanon, Mica Galvão teve um 2023 com cem por cento de aproveitamento e um excelente resultado no Europeu.

    Contado por Cácio Zanon no Pura Connection · 0:05:54 · ler o artigo
  63. Segundo Isaque Bahiense, a Dream Art conquistou o título mundial por equipes em 2023.

    Contado por Isaque Bahiense no Pura Connection · 0:46:48 · ler o artigo
  64. Segundo Gabi Pessanha, em 2024 o professor Márcio mandou que ela se inscrevesse no Mundial sem kimono; ela fechou o duplo ouro no Brasileiro e no Mundial sem kimono e lutou no Who's Number One.

    Com MárcioContado por Gabi Pessanha no Pura Connection · 0:58:19 · ler o artigo
  65. Segundo Thor Koringa, em 2024 ele disputou as 12 etapas do ranking estadual do Rio Grande do Sul, terminou invicto, finalizou todas as lutas e foi eleito o melhor atleta do estado.

    Contado por Thor Koringa no Pura Connection · 0:59:14 · ler o artigo
  66. Segundo Thor Koringa, ele foi campeão do Kids International em 2023 e voltou a vencer o torneio em 2024, em Curitiba, contra um garoto que já o tinha derrotado.

    Contado por Thor Koringa no Pura Connection · 1:01:52 · ler o artigo
  67. Segundo Thor Koringa, ele começou a vender brigadeiro em 2024 para bancar as viagens para campeonatos e se define como atleta de baixa renda.

    Contado por Thor Koringa no Pura Connection · 0:54:31 · ler o artigo
  68. Segundo Roberto Monteiro, a Prio viveu um ano ruim em 2024, sem bônus para ninguém, se reestruturou e voltou a ter um bom resultado em 2025.

    Contado por Roberto Monteiro no Pura Connection · 0:49:22 · ler o artigo
  69. Fabrício Xavier contou que organiza com Marcos Castro o prêmio Melhores do Ano das artes marciais no Rio de Janeiro e que a edição de 2024 será dedicada às lendas do esporte.

    Contado por Fabrício Xavier no Pura Connection · 0:24:06 · ler o artigo
  70. Segundo Gabriel Sousa, em 2024 ele passou por uma cirurgia, cancelou quatro lutas e perdeu no primeiro round do ADCC.

    Contado por Gabriel Sousa no Pura Connection · 0:49:36 · ler o artigo
  71. Segundo o apresentador e Felipe Machado, em 2024 Felipe perdeu para Diogo Reis, o Baby Shark, numa luta principal, ficou em terceiro numa seletiva do ADCC e foi reserva no ADCC.

    Com Diogo ReisContado por Lipe Machado no Pura Connection · 0:57:57 · ler o artigo
  72. Viktor Doria contou que Nicholas Meregali publicou um post agradecendo pelo título do ADCC 2024 antes do evento, para lidar com a pressão, algo que teria aprendido convivendo com Gordon Ryan.

    Com Gordon RyanContado por Viktor Doria no Dos Nossos Podcast · 0:46:24 · ler o artigo
  73. Segundo Viktor Doria, Michael Pixley venceu Nicholas Meregali na segunda luta do ADCC 2024: deu uma queda, passou a guarda, deu outro quedão que machucou o ombro de Meregali e finalizou pelo pescoço.

    Com Nicholas MeregaliContado por Viktor Doria no Dos Nossos Podcast · 0:39:36 · ler o artigo
  74. Viktor Doria contou que, na primeira luta do ADCC 2024, Nicholas Meregali parou por cima do adversário, olhou para a câmera, riu e só depois finalizou, postura que para ele não é de campeão.

    Contado por Viktor Doria no Dos Nossos Podcast · 0:50:05 · ler o artigo
  75. Para Viktor Doria, Kaynan Duarte foi o maior destaque do ADCC 2024: venceu sete de oito lutas por finalização, só não finalizou Dante Leon, e pegou Roberto Cyborg Abreu duas vezes na guilhotina.

    Com Dante Leon, Roberto Cyborg AbreuContado por Viktor Doria no Dos Nossos Podcast · 0:35:29 · ler o artigo
  76. Segundo Viktor Doria, Roberto Cyborg Abreu fez oito lutas no ADCC 2024 aos 43 anos, ficou em terceiro na categoria e chegou à final do absoluto.

    Contado por Viktor Doria no Dos Nossos Podcast · 0:33:57 · ler o artigo
  77. Segundo Viktor Doria, Dante Leon finalizou Mica Galvão com uma chave de pé no absoluto do ADCC 2024, sabendo que Mica vinha com o pé machucado desde o Pan-Americano.

    Com Micael GalvãoContado por Viktor Doria no Dos Nossos Podcast · 0:35:59 · ler o artigo
  78. Pedro Valente contou que foi ao Japão em agosto de 2024 para uma viagem de pesquisa sobre a história do jiu-jitsu e foi recebido na embaixada americana pelo então embaixador Rahm Emanuel.

    Contado por Pedro Valente no Connect Cast · 0:23:37 · ler o artigo
  79. Segundo Wendell Alexander, foi a própria confederação que o procurou quando chegou a data da faixa-coral, e a faixa vermelha e branca está prevista para 2025.

    Contado por Wendell Alexander no Pura Connection · 0:51:56 · ler o artigo
  80. Segundo Fabrício Werdum, ele deu um depoimento a um advogado porque, quanto mais cartas de lutadores, mais cedo sai a indenização, que poderia ser paga em julho de 2025.

    Contado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:59:04 · ler o artigo
  81. Segundo Gabriel Sousa, em 2025 ele tinha luta marcada no ONE, na Tailândia, em 8 de fevereiro, e disputaria um evento por equipes no Cazaquistão que paga 500 mil dólares ao time campeão.

    Contado por Gabriel Sousa no Pura Connection · 1:29:36 · ler o artigo
  82. Alexandre Vieira conta que planejava lutar em 2025, no adulto, o circuito que nunca fez: Brasileiro, Europeu, Pan e Mundial, além do Asia Open e do Pan Pacific.

    Contado por Alexandre Vieira no Pura Connection · 0:57:07 · ler o artigo
  83. Segundo Jonathas Gracie, quando fechou com o empresário Viktor Doria o objetivo principal era estruturar a vida, e em 2025 ele diz ter chegado lá.

    Com Viktor DoriaContado por Jonathas Gracie no Pura Connection · 0:36:59 · ler o artigo
  84. Eduardo Brigadeiro defendeu Carlinhos Gracie das críticas, dizendo que ele fez pelo esporte o que ninguém fez, e propôs que os campeões mundiais se organizem para cobrar melhor premiação da IBJJF.

    Com Eduardo BrigadeiroContado por Eduardo Brigadeiro no Pura Connection · 0:27:10 · ler o artigo
  85. Segundo Rafael Carino, Tererê recebe convites semanais para seminários fora do país, e a ideia é estruturar essas viagens em 2026, sempre acompanhado.

    Com Rafael CarinoContado por Rafael Carino no Pura Connection · 0:35:04 · ler o artigo