
Biografia
Afonso Viking
Afonso Viking pratica jiu-jitsu, é faixa-preta de karatê e criou a Krugans, marca de kimonos. Ele conta que, no fim dos anos 80, perguntou ao professor por que o kimono rasgava tanto e ouviu que o jiu-jitsu não tinha kimono próprio: usava o de judô, o de karatê ou o que servisse.
A Krugans começou quando os colegas passaram a levar kimonos rasgados para consertar na confecção de uniformes do pai dele. Seu Lacerda, o pai, conta que o primeiro kimono foi feito com tecido cru de forração de sofá, com casaco inteiriço, sem a saia do judô e sem a costura grossa das costas que machucava a coluna. Com menos de um ano, segundo ele, já era falsificado no Paquistão. O nome vem do vilão Kurgan, do filme Highlander: Viking já estava registrado, e a grafia Krugans saiu por engano.
Viking testava os kimonos lutando campeonato contra atletas mais duros e treinando com Fábio Gurgel, uns 40 quilos mais pesado. A marca não entrava em loja: ia de porta em porta nas academias. Ele tocou o interfone de Pinduca sem conhecê-lo, deu um kimono, e o mestre passou a vender a marca aos alunos. Viking lembra ainda que foi Carlinhos Gracie quem lhe apresentou o açaí, na Oficina do Guaraná.
Biografia organizada por Gabriel Guimarães a partir de 1 entrevista · atualizada em 30 set 2026
Linha do tempo
Segundo Viking, no fim dos anos 80 ele perguntou ao professor por que o kimono rasgava tanto e ouviu que o jiu-jitsu não tinha kimono próprio: usava kimono de judô, karatê ou o que servisse.
Contado por Afonso Viking no Pura Connection · 0:08:13 · ler o artigoSegundo Viking, nos anos 80 e 90 quem trocava de academia era chamado de creonte, e as torcidas das maiores equipes brigavam no Campeonato Brasileiro.
Contado por Afonso Viking no Pura Connection · 0:37:52 · ler o artigo
Histórias contadas
Segundo Viking, a Krugans começou quando colegas de academia passaram a levar kimonos rasgados para consertar na confecção de uniformes do pai dele, pedindo também ajustes de manga e tamanho.
Com Lacerda (Krugans)Contado por Afonso Viking no Pura Connection · 0:07:10 · ler o artigoSegundo seu Lacerda, o primeiro kimono da Krugans foi feito com tecido cru de forração de sofá, comprado numa fábrica de tecidos para tapeçaria.
Com Afonso VikingContado por Lacerda (Krugans) no Pura Connection · 0:26:25 · ler o artigoSegundo seu Lacerda, o kimono criado pelo filho tinha casaco inteiriço, sem a saia do kimono de judô, e sem a costura grossa das costas que machucava a coluna no treino de chão.
Com Afonso VikingContado por Lacerda (Krugans) no Pura Connection · 0:28:31 · ler o artigoSegundo seu Lacerda, com menos de um ano de negócio o kimono da Krugans já estava sendo falsificado no Paquistão.
Com Afonso VikingContado por Lacerda (Krugans) no Pura Connection · 0:27:27 · ler o artigoSegundo Viking, ele usava os próprios kimonos em campeonatos, lutando contra atletas mais duros e famosos, como teste do produto.
Contado por Afonso Viking no Pura Connection · 0:11:23 · ler o artigoSegundo Viking, na época em que criou a marca ele treinava com Fábio Gurgel, uns 40 quilos mais pesado, e aguentava meia hora sem pedir para parar.
Com Fábio GurgelContado por Afonso Viking no Pura Connection · 0:58:24 · ler o artigoSegundo Viking, o nome Krugans vem do vilão Kurgan, do filme Highlander. Ele queria usar Viking, mas o nome já estava registrado, e acabou grafando Krugans por engano.
Contado por Afonso Viking no Pura Connection · 1:00:58 · ler o artigoSegundo Viking, ele tocou o interfone do Pinduca sem conhecê-lo, deu um kimono Krugans para o mestre, que gostou e passou a vender a marca para os alunos.
Com PinducaContado por Afonso Viking no Pura Connection · 1:02:00 · ler o artigoSegundo Viking, quem apresentou o açaí a ele foi Carlinhos Gracie, na Oficina do Guaraná, na rua Olegário Maciel.
Com Afonso VikingContado por Afonso Viking no Pura Connection · 0:41:35 · ler o artigoSegundo Viking, a Krugans não vendia em loja de material esportivo: ia direto às academias, de porta em porta, oferecendo kimono aos mestres.
Contado por Afonso Viking no Pura Connection · 1:04:06 · ler o artigo
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