Pular para o conteúdo
Capa de Fabrício Werdum
Foto de Fabrício Werdum

Biografia

Fabrício Werdum

Fabrício Werdum é faixa-preta de jiu-jitsu, lutador de MMA e ex-campeão do UFC. Rafael Cordeiro o considera o melhor peso-pesado da história, por ter sido campeão no jiu-jitsu, no ADCC e no UFC. Werdum conta que começou em 1998, com 19 para 20 anos, sem ter treinado nada antes, e por isso a palestra dele se chama Nunca É Tarde.

Ele treinava na academia de Sylvio Behring em Porto Alegre, com Márcio Corleta como professor. Mário Reis, da academia rival, conta que se conheceram jogando bola numa praça e viraram Bob Pai e Bob Filho. Pelo relato dos dois, fizeram o mesmo caminho: campeões mundiais na azul, vices na roxa, terceiros na marrom, faixa-preta juntos e campeões mundiais sete meses depois. Faixa-azul, Werdum foi morar em Madri com a mãe, diz ter sido o pioneiro do jiu-jitsu na cidade e chegou a 180 alunos. Carlos Sotillo, técnico da seleção olímpica de judô da Espanha, pediu que ele desse aula aos judocas.

No ADCC, segundo Werdum, ele entrou em 2003 pedindo vaga no lobby do hotel e ficou com o lugar de Ricco Rodrigues; perdeu para Pé de Pano e Cacareco e subiu ao pódio. Depois, conta, ganhou categorias em 2007 e 2009, e entrou para o Hall da Fama do evento. Wallid Ismail lembra que ele lutava feliz, finalizando todo mundo, e Werdum o chama de padrinho por tê-lo levado ao Jungle Fight.

No MMA, Werdum conta que passou dois anos na Croácia treinando o chão de Mirko Cro Cop, com contrato de três meses, e que lutou no Pride, inclusive contra Minotauro. Depois foi para a Chute Boxe de Rudimar Fedrigo e, nos Estados Unidos, para a Kings MMA de Rafael. Em 2010, no Strikeforce, finalizou Fedor Emelianenko num triângulo em 69 segundos, a luta que chama de melhor da carreira. Voltou ao UFC com uma campanha de fãs no Twitter, treinou dois meses e meio na altitude do México e ganhou o cinturão interino contra Mark Hunt e depois o de Cain Velasquez. Admite que perdeu o título para Stipe Miocic, em Curitiba, desfocado.

Werdum diz que nunca foi finalizado em luta e que tem medo de perder, mais que de levar soco. Aos 46 anos, depois de três anos parado e com dedos do pé quebrados, perdeu a revanche sem luvas para Júnior Cigano, e conta que a atitude do rival depois da luta encerrou 15 anos de rivalidade. Mantém com o BOPE de Santa Catarina o projeto social Caveiras na Luta.

Biografia organizada por Gabriel Guimarães a partir de 85 entrevistas · atualizada em 30 set 2026

Linha do tempo

  1. Fabrício Werdum contou que começou no jiu-jitsu em 1998.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:19:43 · ler o artigo
  2. Fabrício Werdum contou que, faixa-azul, assistiu na Tijuca ao Mundial de 2000 em que Margarida venceu todo mundo no absoluto, finalizando no estrangulamento, e ganhou uma moto como prêmio.

    Com MargaridaContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:49:17 · ler o artigo
  3. Fabrício Werdum mostrou uma foto de quando era faixa-azul, aos 21 anos, com Sylvio Behring e Márcio Corleta, que segundo ele foi campeão mundial na faixa-preta em 2001, ano da primeira viagem de Werdum aos Estados Unidos.

    Com Sylvio Behring, Márcio CorletaContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:19:05 · ler o artigo
  4. Fabrício Werdum contou que, depois de uma vitória no Jungle Fight em 2003, foi chamado por um empresário japonês para treinar Mirko Cro Cop no chão e recebeu 10 mil dólares em dinheiro na assinatura do contrato, em Madri.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:54:35 · ler o artigo
  5. Segundo Fabrício Werdum, em 2003 ele levou Mário Reis ao seu primeiro seminário na Espanha, dentro do estádio do Atlético de Madrid.

    Com Mário ReisContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:31:11 · ler o artigo
  6. Fabrício Werdum contou que foi convidado para o Hall da Fama do ADCC, organização da qual participa desde 2003.

    Contado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:03:26 · ler o artigo
  7. Segundo Werdum, em 2003, depois de lutar o Pan-Americano em Los Angeles, ele dormia no tatame da academia de Marcos Vinícius para economizar dinheiro.

    Contado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:03:57 · ler o artigo
  8. Werdum contou que Mark Kerr procurava parceiro de treino para a superluta contra Ricardo Arona no Brasil e pagou a ele 200 euros por dia para treinarem juntos durante duas semanas.

    Com Mark Kerr, Ricardo AronaContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:04:28 · ler o artigo
  9. Segundo Werdum, ele ia embora para a Espanha, trocou a passagem para treinar com Mark Kerr, e só foi levado ao Brasil porque Marcos Vinícius insistiu.

    Com Mark KerrContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:05:29 · ler o artigo
  10. Werdum contou que ficou em terceiro no absoluto do Pan-Americano de 2003, perdendo para Pé de Pano, e que uma revista de jiu-jitsu publicou uma nota sobre isso.

    Com Márcio Pé de PanoContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:05:29 · ler o artigo
  11. Segundo Werdum, ele interrompeu uma reunião da organização do ADCC no lobby do hotel para pedir uma vaga e ouviu que era impossível, porque exigia seletiva e as dez categorias estavam completas.

    Contado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:06:00 · ler o artigo
  12. Werdum contou que, no dia do evento, descobriu que seu nome estava na lista e que entrou no lugar de Ricco Rodrigues, o único atleta que faltou.

    Com Ricco RodriguesContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:09:08 · ler o artigo
  13. Segundo Werdum, sua estreia no ADCC 2003 foi a primeira luta do evento, contra o japonês Kosaka, e ele venceu depois de derrubar o adversário com uma baiana num momento de cumprimento, o que ele chamou de malandragem.

    Com Tsuyoshi KosakaContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:08:04 · ler o artigo
  14. Werdum contou que ficou em segundo lugar na categoria e em terceiro no absoluto do ADCC 2003, para o qual foi convidado pelo Sheik depois da atuação na categoria.

    Contado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:08:37 · ler o artigo
  15. Segundo Werdum, ele disputou cinco edições do ADCC, de 2003 a 2011.

    Contado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:19:44 · ler o artigo
  16. Fabrício Werdum contou que lutou com Pé de Pano no ADCC de 2003 e que depois os dois ficaram amigos e treinaram juntos.

    Com Márcio Pé de PanoContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:16:01 · ler o artigo
  17. Fabrício Werdum contou que foi ao ADCC de 2003 como córner de um amigo, pegou a vaga de um peso-pesado machucado na manhã da luta e subiu ao pódio; depois ganhou duas categorias em 2007 e 2009.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:41:32 · ler o artigo
  18. Segundo Wallid Ismail, o Jungle Fight começou em 2003, num hotel na floresta amazônica, e Fabrício Werdum ligou da Espanha pedindo para lutar na primeira edição, contra Napão.

    Com Fabrício WerdumContado por Wallid Ismail no Podcast Nem Me Viu · 0:12:56 · ler o artigo
  19. Segundo Fabricio Werdum, ele lutou o Jungle Fight 1 e 2 em 2003 e o Pride de 2004 a 2006.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:43:02 · ler o artigo
  20. Segundo Fabricio Werdum, ele começou no Pride com uma bolsa de 10 mil, em 2004.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:44:25 · ler o artigo
  21. Werdum contou que treinou dois anos com Mirko Cro Cop na Croácia, entre 2004 e 2006, e que no começo morou na casa do croata.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:02:48 · ler o artigo
  22. Fabrício Werdum contou que treinou com Mirko Cro Cop de 2004 a 2006 e que o croata rompeu o músculo da perna dele com um chute.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 2:38:29 · ler o artigo
  23. Fabrício Werdum contou que morou com Mirko Cro Cop na Croácia entre 2004 e 2006 e que o croata queria treinar às 6 da manhã no frio. Segundo Werdum, foi para lá treinar o chão de Mirko em troca de um contrato no Pride, e Mirko nunca lhe ensinou a chutar.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 2:07:34 · ler o artigo
  24. Segundo Fabrício Werdum, ele lutou seis vezes no Pride entre 2004 e 2006, com quatro vitórias e duas derrotas, além de uma luta num evento combinado com o Pride em Roterdã, na Holanda.

    Contado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:27:28 · ler o artigo
  25. Fabrício Werdum contou que morou dois anos na Croácia com Mirko Cro Cop, de 2004 a 2006, treinando com ele.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:07:02 · ler o artigo
  26. Segundo Fabrício Werdum, ele treinou dois anos com Mirko Cro Cop, entre 2004 e 2006, e nessa época, assistindo a Fedor contra Minotauro no Pride, ouviu do irmão Felipe que um dia ganharia do russo.

    Com Felipe Werdum, Mirko Cro Cop, Fedor Emelianenko, Rodrigo MinotauroContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:03:54 · ler o artigo
  27. Fabrício Werdum contou que passou dois anos, de 2004 a 2006, ajudando Mirko Cro Cop na Croácia.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:17:18 · ler o artigo
  28. Segundo Fabrício Werdum, ele estreou no Pride em 2005 e lutou sete vezes no evento. Perdeu por decisão dividida para Sergei Kharitonov, venceu a terceira luta com um triângulo e perdeu para Minotauro.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:50:37 · ler o artigo
  29. Ao comentar a luta contra Roger Gracie no ADCC 2005, lembrada por um seguidor, Fabrício Werdum disse que foi duas vezes campeão de tudo o que disputou.

    Com Roger GracieContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:12:05 · ler o artigo
  30. Fabrício Werdum contou que perdeu para Minotauro por pontos no GP do Pride de 2006 e, anos depois, venceu a revanche na luta dos treinadores do TUF Brasil, finalizando com chave de braço.

    Com Rodrigo MinotauroContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 2:16:40 · ler o artigo
  31. Segundo Fabrício Werdum, ele e Minotauro lutaram no Japão em 2006, ano em que Minotauro perdeu o mestre; Minotauro contou que na revanche de 2013 Werdum rompeu um ligamento do braço dele numa chave.

    Com Rodrigo MinotauroContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 2:31:37 · ler o artigo
  32. Segundo Fabrício Werdum, em 2006 ele foi contratado para treinar Mirko Cro Cop no chão e morou dois anos na casa dele na Croácia, ensinando primeiro a levantar quando fosse ao solo.

    Com Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:37:03 · ler o artigo
  33. Segundo Fabrício Werdum, ele lutou contra Rodrigo Minotauro no Pride em 2006, diante de 50 a 60 mil pessoas no Japão, com Mário Reis no corner.

    Com Rodrigo Minotauro, Mário ReisContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:40:52 · ler o artigo
  34. André Galvão e Fabrício Werdum se enfrentaram na semifinal do absoluto do ADCC de 2007, em Nova Jersey. Galvão admitiu que foi amassado e que os juízes deram a vitória a ele; Werdum lembrou que Ryan Gracie lhe disse que ele tinha vencido.

    Com Fabrício Werdum, Ryan GracieContado por André Galvão no Dos Nossos Podcast · 0:43:13 · ler o artigo
  35. Fabricio Werdum contou que conheceu Cris Cyborg por volta de 2007 na Chute Boxe, em Curitiba, onde ela era a única mulher num treino de corrida com 40 ou 50 atletas.

    Com Cris CyborgContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:47:47 · ler o artigo
  36. Fabrício Werdum contou que, em 2007, na chegada à Chute Boxe com Rafael Cordeiro, participou do Se Vira nos 30 no parque Barigui, em Curitiba, e levou de Dida um soco dentro do olho que o fez ver duplo por mais de um mês.

    Com André Dida, Rafael CordeiroContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:41:31 · ler o artigo
  37. Segundo Fabrício Werdum, ele chegou à Chute Boxe em 2007, depois de sair da Croácia, onde treinava com Mirko Cro Cop, e Rudimar Fedrigo foi buscá-lo no aeroporto e o levou direto para a academia.

    Com Rudimar Fedrigo, Mirko Cro CopContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:28:31 · ler o artigo
  38. Fabrício Werdum contou que chegou à Chute Boxe por volta de 2007 e morou no alojamento da matriz, viajando todo fim de semana entre Curitiba e Porto Alegre.

    Com Rudimar FedrigoContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:11:15 · ler o artigo
  39. Segundo Fabrício Werdum, em 2007 ele treinava na Chute Boxe com Rudimar Fedrigo e Rafael Cordeiro, e Rudimar sempre insistia no treino de saco de pancada.

    Com Rudimar Fedrigo, Rafael CordeiroContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:40:09 · ler o artigo
  40. Fabrício Werdum contou que saiu do UFC pela primeira vez em 2007 e depois foi córner de um russo contra Jon Jones em San Diego, quando se sentiu ignorado pelo pessoal da organização.

    Com Jon JonesContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:55:17 · ler o artigo
  41. Segundo Rafael Cordeiro, Fabrício Werdum viajou toda semana de Porto Alegre a Curitiba para treinar durante quase todo o ano de 2007.

    Com Rafael CordeiroContado por Rafael Cordeiro no Dos Nossos Podcast · 0:11:03 · ler o artigo
  42. Fabrício Werdum contou que em 2007 fez provocações dizendo que lutaria com Júnior Cigano e Brock Lesnar na mesma noite, perdeu a luta seguinte e tirou disso o aprendizado que o levou ao título do UFC.

    Com Júnior dos SantosContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:52:19 · ler o artigo
  43. Fabrício Werdum contou que conheceu André Dida na Chute Boxe em 2007, quando ele era conhecido como Carrasquinho, e que o considera um dos maiores trocadores que o Brasil já teve.

    Com André DidaContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:25:26 · ler o artigo
  44. Segundo Rafael Cordeiro, ele chegou aos Estados Unidos em março de 2008, e Fabrício Werdum chegou uns nove meses depois.

    Com Fabrício WerdumContado por Rafael Cordeiro no Dos Nossos Podcast · 0:08:26 · ler o artigo
  45. Segundo Fabricio Werdum, ele foi o primeiro aluno de Rafael Cordeiro na Kings MMA, que começou em 2009 numa academia pequena e hoje ocupa uma esquina inteira com mais de 500 alunos.

    Com Rafael CordeiroContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:34:42 · ler o artigo
  46. Werdum contou que venceu Chael Sonnen por triângulo em 2009, em sua 11ª luta.

    Com Chael SonnenContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 1:18:17 · ler o artigo
  47. Werdum contou que, em 2009, Maurício Shogun fez camp em São Paulo e treinou jiu-jitsu na academia dele, antes de ser campeão.

    Com Fabrício WerdumContado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 1:13:03 · ler o artigo
  48. Fabrício Werdum contou que em 2010 ganhou o prêmio de finalização do ano pela vitória sobre Fedor, e Rafael Cordeiro o de técnico do ano, ambos com terno alugado.

    Com Rafael CordeiroContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:08:58 · ler o artigo
  49. Segundo Fabrício Werdum, depois de vencer Fedor ele recebeu da equipe do russo, em 2010, uma proposta de 1 milhão de dólares para fazer a revanche na Rússia, e recusou por medo de lutar lá naquela época.

    Com Fedor EmelianenkoContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:17:35 · ler o artigo
  50. Werdum considera a vitória sobre Fedor Emelianenko, em 26 de junho de 2010, a melhor luta da carreira. Segundo ele, o plano da equipe, com Rafael Cordeiro e Babalu, era levar Fedor ao chão logo no início, antes que o suor atrapalhasse a finalização.

    Com Fedor Emelianenko, Rafael Cordeiro, Renato Babalu SobralContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:08:42 · ler o artigo
  51. Fabrício Werdum disse que a única luta que o faria voltar seria uma revanche contra Fedor, que ele finalizou em 2010, e que tem certeza de que o finalizaria de novo.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:23:23 · ler o artigo
  52. Fabrício Werdum contou que o momento mais marcante da carreira foi a vitória sobre Fedor em 26 de junho de 2010, seguida do título contra Cain Velasquez no México, para onde foi passar quase três meses.

    Com Fedor Emelianenko, Cain VelasquezContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:44:06 · ler o artigo
  53. Segundo Fabrício Werdum, ele chocou o mundo em 2010 ao vencer Fedor Emelianenko, luta em que muitos duvidavam dele.

    Com Fedor EmelianenkoContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:14:04 · ler o artigo
  54. Segundo Fabricio Werdum, ele chegou ao Strikeforce em 2009, fez duas lutas e em 2010 venceu Fedor Emelianenko, chance que surgiu também porque não havia quem enfrentasse o russo.

    Com Fedor EmelianenkoContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:42:32 · ler o artigo
  55. Thiago Marreta participou do TUF Brasil 2, em 2013, no time de Fabrício Werdum, que era técnico contra Rodrigo Minotauro.

    Com Fabrício Werdum, Rodrigo MinotauroContado por Thiago Marreta no Podcast Nem Me Viu · 0:11:09 · ler o artigo
  56. Werdum contou que, quando voltou ao Brasil como campeão do UFC em 2015, foi buscado por um carro de bombeiro no aeroporto de Porto Alegre, seguiu em carreata de 300 carros e recebeu do prefeito a chave da cidade.

    Contado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:31:31 · ler o artigo
  57. Laerte Viana contou que a virada do seu trabalho veio em maio de 2021, quando gravou com Werdum meia hora depois de uma luta, ainda de roupa de luta.

    Com Fabrício WerdumContado por Laerte Viana no Podcast Nem Me Viu · 0:54:18 · ler o artigo
  58. Segundo Fabrício Werdum, ele deu um depoimento a um advogado porque, quanto mais cartas de lutadores, mais cedo sai a indenização, que poderia ser paga em julho de 2025.

    Contado por Fabrício Werdum no Dos Nossos Podcast · 0:59:04 · ler o artigo

Histórias contadas

Linhagem

Graduado por Sylvio Behring (faixa preta).

Ver a árvore completa

Todas as afirmações desta página são de quem as contou nas entrevistas, não do site. Versões diferentes do mesmo fato aparecem lado a lado. Peça uma correção.