
Biografia
Cris Cyborg
Cris Cyborg é a lutadora curitibana que saiu da Chute Boxe e foi campeã no Strikeforce, no Invicta, no UFC e no Bellator. Laerte Viana a coloca como a segunda maior da história do MMA feminino, atrás de Amanda Nunes. Ela conta que jogou handebol dos 12 aos 19 anos, com bolsa, e que foi ali que Jorginho Careca a viu e insistiu até ela aparecer na academia. A mãe achava luta coisa de maloqueiro, e Cris escondia os roxos dizendo que era bolada.
Pelo relato dela, começou em maio e lutou em novembro, contra Erica Paes, da BTT. As versões diferem: Cris diz que estava ganhando, foi empurrada ao tentar um pisão e deslocou o cotovelo; a Erica conta que finalizou com um minuto de luta. A segunda luta foi a principal de um Storm Samurai, evento de Rudimar Fedrigo e Rafael Cordeiro. O Werdum lembra dela puxando a corrida de 10 km até o Barigui, única mulher no meio de 40 ou 50 caras. Cristiano Marcello a levou até a faixa-roxa.
Ela conta que ficou uns dois anos sem luta de MMA por falta de adversária e foi competir em luta olímpica e jiu-jitsu. A primeira luta nos Estados Unidos foi o Rafael Cordeiro quem fechou. Contra Gina Carano, no Strikeforce, as mulheres lutaram pela primeira vez rounds de cinco minutos.
Segundo ela, o UFC não a queria e só entrou por campanha dos fãs, passou três anos em dieta para bater um peso abaixo do dela, e depois foi campeã no Bellator. Aos 37 anos, dizia querer completar 20 de carreira e até lutar nas regras do antigo vale-tudo.
Biografia organizada por Gabriel Guimarães a partir de 10 entrevistas · atualizada em 30 set 2026
Linha do tempo
Segundo Cris Cyborg, em 2004 e 2005 não havia evento feminino, e a mãe dela dizia que luta era coisa de maloqueiro.
Contado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:24:31 · ler o artigoFabricio Werdum contou que conheceu Cris Cyborg por volta de 2007 na Chute Boxe, em Curitiba, onde ela era a única mulher num treino de corrida com 40 ou 50 atletas.
Com Cris CyborgContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 1:47:47 · ler o artigoSegundo Erica Paes, entre 2014 e 2015 ela passou três meses em Las Vegas a convite de Fredson Paixão, com a perspectiva de uma revanche contra Cris Cyborg no UFC.
Com Fredson Paixão, Cris CyborgContado por Erica Paes no Pura Connection · 0:52:07 · ler o artigo
Histórias contadas
Fabrício Werdum chamou Cris Cyborg de espetáculo e disse que ela é uma grande amiga.
Com Fabrício WerdumContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:03:10 · ler o artigoNorma Dumont contou que venceu Felicia Spencer, que até então só tinha perdido para Amanda Nunes e Cris Cyborg.
Com Felicia Spencer, Amanda Nunes, Cris CyborgContado por Norma Dumont no Podcast Nem Me Viu · 1:36:59 · ler o artigoNorma Dumont contou que gostava de briga de rua, treinou jiu-jitsu por quase um ano aos 14, parou para trabalhar e, aos 18, virou secretária na Vale do Rio Doce; depois fez sanda inspirada em Cris Cyborg e voltou ao jiu-jitsu aos 22.
Com Cris CyborgContado por Norma Dumont no Podcast Nem Me Viu · 0:42:38 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, ela jogou handebol dos 12 aos 19 anos com bolsa de atleta e fazia faculdade de educação física quando começou a lutar.
Contado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:15:17 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, Jorginho Careca, da Chute Boxe, a viu jogando handebol, porque o filho dele jogava no mesmo time, e insistiu que ela podia ser uma grande lutadora até ela ir à academia.
Com Jorginho CarecaContado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:15:17 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, a mãe dela não aprovava a luta, e ela escondia os treinos dizendo que as marcas roxas eram de bolada no handebol.
Contado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:15:47 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, a primeira luta dela, com seis meses de treino, foi contra Érica Paes, faixa-preta da BTT, rival da Chute Boxe. Ela diz que estava ganhando, mas ao tentar um pisão na cabeça foi empurrada, caiu e deslocou o cotovelo. Wanderlei Silva subiu pedindo revanche, que nunca aconteceu.
Com Erica Paes, Wanderlei SilvaContado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:16:19 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, ela começou a treinar em maio e fez a primeira luta em novembro.
Contado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:22:27 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, a segunda luta dela foi a principal de um evento Storm Samurai, que Rudimar Fedrigo organizava com Rafael Cordeiro em Curitiba.
Com Rudimar Fedrigo, Rafael CordeiroContado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:20:55 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, ela ficou uns dois anos sem lutar MMA no começo da carreira por falta de adversária e de evento, e nesse período competiu em luta olímpica e jiu-jitsu.
Contado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:22:57 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, no começo dos treinos na Chute Boxe ela via Wanderlei e Shogun treinando, e as únicas mulheres eram ela e uma fisiculturista chamada Larissa, que batia nela todo dia.
Com Wanderlei Silva, Maurício ShogunContado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:14:11 · ler o artigoSegundo Fabricio Werdum, quando ele chegou à Chute Boxe o treino começava com uns 10 km de corrida até o Parque Barigui, com 40 ou 50 atletas, e Cris Cyborg liderava a corrida. No parque, Rafael Cordeiro esperava com manopla para a roda de 30 segundos.
Com Cris Cyborg, Rafael CordeiroContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:11:27 · ler o artigoSegundo Fabricio Werdum, Cris Cyborg, Rafael dos Anjos, Shogun, Wanderlei e Ninja passaram pela mão do mestre Rafael Cordeiro.
Com Cris Cyborg, Rafael dos Anjos, Maurício Shogun, Wanderlei Silva, Murilo Ninja RuaContado por Fabrício Werdum no Podcast Nem Me Viu · 0:27:38 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, o primeiro apelido dela era Killer Machine. Cyborg veio do ex-marido, e quando se separaram ele concordou que ela continuasse usando o nome.
Contado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:27:07 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, a primeira luta dela nos Estados Unidos foi fechada por Rafael Cordeiro quando ele se mudou para lá.
Com Rafael CordeiroContado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:26:37 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, a luta contra Gina Carano no Strikeforce foi a principal da noite e a primeira em que mulheres lutaram rounds de 5 minutos, em vez de 3. Ela e Werdum creditam a Scott Coker o investimento no MMA feminino.
Com Gina Carano, Scott CokerContado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:30:16 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, o UFC não a queria no evento e ela chegou lá por uma campanha dos fãs. Depois foi para o Bellator, onde se tornou campeã.
Contado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:32:20 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, o UFC queria que ela lutasse abaixo da categoria dela. Ela passou três anos em dieta, bateu o peso umas três vezes, e um documentário ajudou a abrir a categoria de 145 libras no UFC.
Contado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:36:06 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, ela fez quatro lutas de Muay Thai, a última nos Estados Unidos, e diz que competir em outras modalidades melhora o jogo no MMA.
Contado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 0:22:57 · ler o artigoSegundo Cris Cyborg, aos 37 anos ela quer completar 20 anos de carreira, fazer mais lutas de boxe e continuar no Bellator, e gostaria de fazer uma luta nas regras do antigo vale-tudo.
Contado por Cris Cyborg no Podcast Nem Me Viu · 1:18:52 · ler o artigoLaerte Viana considera Amanda Nunes maior que Cris Cyborg pelo currículo no UFC, sem diminuir Cris, que ele coloca como a segunda maior da história e pilar do MMA feminino.
Com Cris CyborgContado por Laerte Viana no Podcast Nem Me Viu · 0:41:12 · ler o artigoLeo Elias contou que o crescimento da academia levou Buchecha, Rashad Evans, Cris Cyborg e Cosmo Alexandre a treinarem com ele na Tailândia.
Com Marcus Almeida, Rashad Evans, Cris Cyborg, Cosmo AlexandreContado por Leo Elias no Podcast Nem Me Viu · 1:05:55 · ler o artigoErica Paes contou que a vitória mais importante da carreira foi sobre Cris Cyborg, que ela finalizou com um minuto de luta, numa fase em que treinava de 8 a 10 horas por dia.
Com Cris CyborgContado por Erica Paes no Pura Connection · 0:30:14 · ler o artigoSegundo Fabrício Werdum, Cris Cyborg é outro nível nos treinos na academia.
Com Fabrício WerdumContado por Fabrício Werdum no Werdum Responde · 0:13:44 · ler o artigoSegundo Cristiano Marcello, a pedido de Rudimar Fedrigo ele passou a dar aulas particulares a Wanderlei Silva; em nove anos na Chute Boxe formou campeões mundiais de jiu-jitsu e levou Cris Cyborg até a faixa-roxa.
Com Wanderlei Silva, Rudimar Fedrigo, Cris CyborgContado por Cristiano Marcello no Pura Connection · 0:27:31 · ler o artigo
Todas as afirmações desta página são de quem as contou nas entrevistas, não do site. Versões diferentes do mesmo fato aparecem lado a lado. Peça uma correção.