
Biografia
Milla Monteiro
A Milla Monteiro é professora de yoga e pratica jiu-jitsu. Em São Paulo, ajudou a criar um treino feminino que, segundo ela, começou uma vez por semana com umas cinco mulheres e passou a ter mais de 20, três vezes por semana, às 6 da manhã. Ela conta que viu de perto as complicações de juntar homem e mulher no tatame, como o que o marido de uma ou a mulher de outro ia pensar.
O jiu-jitsu já estava na família. Segundo ela, o pai treinava para canalizar a raiva e pôs o irmão no tatame aos 14 anos; o irmão cresceu na filosofia da arte, nunca brigou na rua e virou faixa-preta. Na graduação dele ela achou o ambiente muito masculino, e só mudou de ideia no isolamento da pandemia. O yoga veio antes, aos 13, e ela diz que isso lhe deu força isométrica e resistência, o que obriga quem luta com ela a baixar o ritmo.
Quando se inscreveu no Brasileiro, passou a treinar quase todo dia para não passar vergonha. Ela conta que perdeu estando na frente: puxou para uma guilhotina, abriu a guarda e o árbitro deu a passagem. Mesmo assim, diz que chegou perto do próprio limite e que o treino melhorou depois. Hoje faz mestrado em psicologia no Uruguai, e a tese da pós foi sobre o judô no Instituto Reação e a coragem que o esporte desenvolve em comunidades.
Biografia organizada por Gabriel Guimarães a partir de 1 entrevista · atualizada em 30 set 2026
Histórias contadas
Segundo Milla Monteiro, o treino feminino de jiu-jitsu que ela ajudou a criar em São Paulo começou uma vez por semana com cerca de cinco mulheres e passou a ter mais de 20, três vezes por semana, às 6 da manhã.
Contado por Milla Monteiro no Pura Connection · 0:03:56 · ler o artigoMilla Monteiro contou que, ao montar o treino feminino, percebeu as complicações de juntar homens e mulheres no tatame, como o que o marido de uma ou a mulher de outro iria pensar.
Contado por Milla Monteiro no Pura Connection · 0:04:28 · ler o artigoSegundo Milla Monteiro, o pai dela já treinava jiu-jitsu e colocou o irmão dela no tatame aos 14 anos para ele ficar casca-grossa.
Contado por Milla Monteiro no Pura Connection · 0:06:01 · ler o artigoMilla Monteiro contou que o pai foi para o jiu-jitsu para canalizar raiva e agressividade, enquanto o irmão cresceu na filosofia da arte, nunca brigou na rua e virou faixa-preta.
Contado por Milla Monteiro no Pura Connection · 0:07:04 · ler o artigoSegundo Milla Monteiro, quando foi à graduação de faixa-preta do irmão encontrou um ambiente muito masculino, e só mudou a visão sobre o jiu-jitsu durante o isolamento da pandemia.
Contado por Milla Monteiro no Pura Connection · 0:07:37 · ler o artigoSegundo Milla Monteiro, ao se inscrever no Brasileiro de jiu-jitsu ela passou a treinar praticamente todos os dias da semana para não passar vergonha.
Contado por Milla Monteiro no Pura Connection · 0:19:05 · ler o artigoMilla Monteiro disse que, no Brasileiro, chegou perto do próprio limite como não sentia havia muito tempo, e que isso melhorou o treino dela depois.
Contado por Milla Monteiro no Pura Connection · 0:20:12 · ler o artigoSegundo Milla Monteiro, ela faz mestrado em psicologia no Uruguai e treinou jiu-jitsu numa academia de Montevidéu antes e depois do campeonato.
Contado por Milla Monteiro no Pura Connection · 0:21:46 · ler o artigoMilla Monteiro contou que o yoga lhe deu força isométrica e resistência no jiu-jitsu, o que obriga quem luta com ela a diminuir o ritmo.
Contado por Milla Monteiro no Pura Connection · 0:22:48 · ler o artigoSegundo Milla Monteiro, ela começou no yoga aos 13 anos, numa aula dentro da academia do clube de São Paulo onde jogava futsal.
Contado por Milla Monteiro no Pura Connection · 0:24:24 · ler o artigoMilla Monteiro contou que perdeu a luta no Brasileiro depois de estar ganhando: puxou a adversária para uma guilhotina, abriu a guarda e o árbitro deu a passagem de guarda.
Contado por Milla Monteiro no Pura Connection · 0:54:51 · ler o artigoSegundo Milla Monteiro, a tese da pós-graduação dela foi sobre o judô no Instituto Reação e como o esporte desenvolve a coragem em comunidades.
Contado por Milla Monteiro no Pura Connection · 1:10:10 · ler o artigo
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