
Biografia
Jean Feijó
Jean Feijó é professor faixa-preta da Aurum Jiu-Jitsu, em Blumenau. Ele diz que vive o jiu-jitsu 24 horas por dia e que, mesmo com 20 anos de tatame, ainda sente que tem muito a aprender.
O jeito dele de dar aula aparece nas histórias que conta. O Feijó treinou muitas chaves de perna com Brigadeiro, da luta livre, e por isso dá pelo menos duas aulas por ano só de golpes proibidos em competição. Quando chega um visitante que ele não conhece, a regra é botar o cara primeiro para treinar com um aluno menos graduado. Ele lembra também que, na cultura antiga, a academia funcionava como um clube, onde se perguntava quem ia puxar o treino.
Sobre graduação, o Feijó leva a sério. Para ele, dar a faixa-preta é quase assinar como avalista do aluno, e ele conta que já perdeu aluno por não ter dado a preta. A esposa treina na academia dele e, segundo ele, machucou o ombro e continuou treinando para ele não achar que era desculpa. Ele gosta de citar uma fala do Pedro Valente: se um lutador leve amarra alguém muito mais pesado ou graduado e não se deixa bater, o jiu-jitsu dele funcionou.
Biografia organizada por Gabriel Guimarães a partir de 1 entrevista · atualizada em 30 set 2026
Histórias contadas
Jean Feijó se apresentou como professor da Aurum Jiu-Jitsu em Blumenau e disse que vive o jiu-jitsu 24 horas por dia.
Contado por Jean Feijó no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:07:21 · ler o artigoSegundo Jean Feijó, ele tem 20 anos de jiu-jitsu e ainda sente que tem muito a aprender.
Contado por Jean Feijó no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:40:30 · ler o artigoJean Feijó contou que treinou muitas chaves de perna com Brigadeiro, da luta livre, e que dá pelo menos duas aulas por ano de golpes proibidos em competição.
Com Marcelo BrigadeiroContado por Jean Feijó no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:31:37 · ler o artigoJean Feijó disse que, ao receber um visitante que não conhece, costuma colocá-lo primeiro para treinar com um aluno menos graduado.
Contado por Jean Feijó no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:34:16 · ler o artigoSegundo Jean Feijó, Pedro Valente disse numa entrevista que, se um lutador leve consegue amarrar alguém muito mais pesado ou graduado e não se deixa bater, o jiu-jitsu dele funcionou.
Com Jean FeijóContado por Jean Feijó no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:39:28 · ler o artigoJean Feijó citou uma passagem da história dos irmãos Mendes: segundo ele, um dia em que ficaram treinando além do necessário, surgiu a proposta que levou ao projeto da academia que têm hoje.
Com Guilherme Mendes, Jean FeijóContado por Jean Feijó no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:52:58 · ler o artigoJean Feijó disse que dar a faixa-preta é quase assinar como avalista do aluno e contou que já perdeu aluno por não ter dado a preta.
Contado por Jean Feijó no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 0:57:15 · ler o artigoJean Feijó contou que a esposa, que treina na academia dele, machucou o ombro e continuou treinando para ele não achar que era desculpa.
Contado por Jean Feijó no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 1:10:45 · ler o artigoSegundo Jean Feijó, na cultura antiga do jiu-jitsu a academia funcionava como um clube, em que se perguntava quem ia puxar o treino.
Contado por Jean Feijó no Muito Mais Ação Jiu-Jitsu · 1:15:59 · ler o artigo
Todas as afirmações desta página são de quem as contou nas entrevistas, não do site. Versões diferentes do mesmo fato aparecem lado a lado. Peça uma correção.